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morte de bebe
A Fundação Hospitalar de Feira de Santana (FHFS) informou que apura as circunstâncias da morte de uma bebê no Hospital Inácia Pinto dos Santos, conhecido como Hospital da Mulher.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o fato ocorreu após familiares denunciarem suposta negligência no atendimento à gestante Elis Lane Nere Bastos Souza. Em nota, a instituição manifestou solidariedade à família e afirmou que adotará as medidas necessárias para esclarecer o caso.
Conforme os familiares, Elis estava com 39 semanas de gestação e havia realizado acompanhamento pré-natal na última terça-feira (13), no povoado de Cabeça da Vaca, em Santo Estêvão, na mesma região. Após sentir dores do trabalho de parto, ela seguiu para Feira de Santana em busca de atendimento.
Durante o trajeto, passou por uma unidade de saúde em Serra Preta, na Bacia do Jacuípe, onde os batimentos cardíacos da bebê foram identificados. A gestante chegou ao Hospital da Mulher por volta das 16h. Ainda de acordo com a família, os batimentos da criança foram ouvidos durante a triagem, cerca de duas horas depois.
Em uma avaliação posterior, quase duas horas mais tarde, os familiares afirmam que os profissionais não conseguiram identificar os batimentos cardíacos. Ainda conforme a denúncia, após novas tentativas sem sucesso, um médico realizou uma avaliação com ultrassom e indicou uma cesariana de urgência.
A família afirma que Elis permaneceu com fortes contrações durante a madrugada e que o procedimento ocorreu por volta das 6h30 de quarta-feira (14). A bebê foi retirada sem vida. Os familiares também questionam as informações sobre a causa da morte.
Segundo o relato, o médico teria informado ao pai e à avó da criança que ela morreu após aspirar mecônio, substância presente no intestino fetal. No entanto, eles afirmam que a declaração de óbito registrou causa desconhecida.
Até o início da manhã desta sexta-feira (16), a instituição não divulgou detalhes sobre a investigação nem apresentou informações específicas sobre as circunstâncias do atendimento.
A morte de um bebê de um ano por suposta negligência em Feira de Santana levou os pais a acionar a Justiça. Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, os pais de Brayan Bastos Barreto, Natália dos Santos Bastos e Luciano Gois Barreto, afirmam que houve negligência e omissão de socorro por parte do Hospital Estadual da Criança (HEC), em Feira de Santana.
Eles afirmam que a unidade de saúde negou o atendimento hospitalar ao garotinho que estava com febre por mais de 24 horas. O fato ocorreu na última sexta-feira (26). Conforme Natália Bastos, a unidade de saúde não atendeu a criança, afirmando que ela não apresentava o nível de febre exigido pela unidade, que seria a partir de 39 graus.
Com isso, a mãe foi orientada a levar a criança a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). No local, a criança foi submetida a uma medicação que piorou o estado de saúde dela. Levada às pressas ao mesmo Hospital da Criança, o garoto foi a óbito.
Por meio de nota, a secretaria estadual de Saúde [Sesab] lamentou o ocorrido e informou que já iniciou uma apuração do fato.
“A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) lamenta o óbito de Bryan Barreto e imediatamente abriu sindicância para apurar as causas do ocorrido, o que inclui os protocolos de atendimento na UPA Estadual e no Hospital Estadual da Criança, bem como as condutas clínicas. Reiteramos que o serviço social das unidades encontram-se à disposição para quaisquer esclarecimentos aos familiares", diz trecho da nota.
Já o Hospital Estadual da Criança (HEC), através de nota, diz lamentar o ocorrido e prestou solidariedade com os familiares do bebê. A unidade de saúde contou ainda que o setor de serviço social da unidade hospitalar “está disponível para quaisquer esclarecimentos aos familiares”.
Confira nota na íntegra
O Hospital Estadual da Criança informa que lamenta o ocorrido e que se solidariza com os familiares. O serviço social da unidade hospitalar está disponível para quaisquer esclarecimentos aos familiares.
Na oportunidade, o hospital informa que segue, para classificação de risco, o protocolo do Humaniza SUS para todos os pacientes que dão entrada na emergência, no qual são avaliados os sinais vitais, incluindo temperatura, sintomas, hemodinâmica do paciente, comorbidades, estado geral e nível de consciência. O HEC é uma unidade de alta complexidade. Pacientes classificados como azul e verde são encaminhados para atendimento em unidades de menor complexidade, conforme a rede de atenção do estado.
Durante todo o tempo, o HEC se mantém sempre disponível para receber o paciente, caso ocorra mudança no estado de saúde, por meio de pedido de transferência.
(Matéria atualizada às 13h47)
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.