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morro do vidigal
Apontado como uma das principais lideranças do crime organizado na Região Metropolitana de Salvador (RMS), Edson Santos Cruz, conhecido como “Gana”, foi flagrado recentemente na cidade do Rio de Janeiro, onde conseguiu escapar de uma operação policial.
Procurado por homicídio e outros crimes relacionados ao tráfico de drogas, ele é apontado como responsável pelo comércio ilegal de entorpecentes no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, além de exercer influência na região de Arembepe, em Camaçari, conforme o Alô Juca.
O suspeito integra o “Baralho do Crime” da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ocupando a carta “Quatro de Copas”, que reúne os foragidos mais procurados do estado.
Gana é irmão de Jackson Santana da Silva, conhecido como “Babidi”, também apontado como liderança do tráfico em Portão. Babidi morreu em 13 de junho de 2025, durante confronto com a polícia.
Gana foi visto no Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança registraram a presença dele em uma residência localizada no alto do Morro do Vidigal, nos dias 18 e 19 de abril.
De acordo com informações, o imóvel reunia dezenas de traficantes durante a festa de aniversário de uma criança de três anos, filha de Ednaldo Pereira Souza, conhecido como “Dada”. Ele também é foragido da Justiça, após escapar do Conjunto Penal de Eunápolis em dezembro de 2024.
A Polícia do Rio de Janeiro realizou uma operação para capturar os suspeitos, mas, ao chegar ao local, os agentes não encontraram os envolvidos, que já haviam deixado a área.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Silvio Humberto
"Importa destacar que registros da própria Câmara Municipal de Salvador confirmam que a denunciante jamais integrou o quadro funcional do gabinete do vereador Silvio Humberto, nem de qualquer outro gabinete da Casa".
Disse o vereador de Salvador Silvio Humberto (PSB) após rebater as acusações da prática de “rachadinha” e negar todas as acusações. Em publicação nesta segunda-feira (27), a equipe do vereador apresentou um atestado da Câmara Municipal que comprova a ausência de vínculo com Ingrid da Silva de Jesus, a denunciante.