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O Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) determinou a suspensão de todos os atos relacionados a um pregão, modalidade de concorrência, da Superintendência Municipal de Trânsito de Feira de Santana (SMT), que prevê a contratação de serviços de monitoramento eletrônico do trânsito.
A decisão, publicada nesta quarta-feira (26), foi tomada pelo conselheiro Plínio Carneiro Filho, que deferiu parcialmente uma medida cautelar. Com isso, a SMT fica impedida de assinar contrato com a empresa declarada vencedora da licitação até uma nova deliberação do tribunal.
Segundo informações do tribunal, o processo foi aberto após denúncia apresentada pela empresa GCT - Gerenciamento e Controle de Trânsito S.A., que apontou suspeita de irregularidades no Pregão Eletrônico nº 026/2026.
A licitação prevê a contratação de serviços para implantação e manutenção de equipamentos eletrônicos e sistemas destinados ao controle, gerenciamento e modernização do trânsito.
Entre os serviços estão o monitoramento de velocidade, o registro de infrações por avanço de sinal vermelho e parada sobre faixa de pedestres, além da fiscalização de restrição veicular, classificação de veículos e captura de imagens em vídeo.
O contrato também envolve infraestrutura de comunicação, equipamentos, programas de computador e serviços de administração e processamento de multas de trânsito para atender às demandas da SMT.
Além de suspender os atos da licitação, o conselheiro determinou que a SMT encaminhe ao TCM-BA a cópia integral do processo administrativo, referente ao pregão eletrônico citado, no prazo de cinco dias a partir da publicação da decisão no Diário Oficial Eletrônico do tribunal.
O superintendente municipal de Trânsito, Ricardo da Cunha Oliveira, deverá ser notificado para cumprir a determinação e apresentar os esclarecimentos que considerar necessários sobre a denúncia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"Agora que o relatório está pronto, vamos pautar na reunião da próxima quarta".
Disse o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ao confirmar que o relatório sobre a PEC 18/2025, que reorganiza o sistema de segurança pública no país, será lido e votado na reunião do dia 2 de setembro.