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molotov
Um grupo de seis indivíduos foi detido pela Polícia Militar no final da manhã deste domingo (23), em São Caetano, após ser flagrado portando coquetéis molotov, fogos de artifício e outros objetos perigosos. Os suspeitos, que seriam membros de uma torcida organizada, foram interceptados pela CIPT/Rondesp BTS durante ações de intensificação do policiamento para prevenir conflitos entre torcedores.
Dentre os seis indivíduos, três são adolescentes e foram apreendidos. A operação foi iniciada após uma denúncia recebida pelo Centro Integrado de Comando e Controle (Cicom) sobre a presença de um grupo armado na Rua da Cobal.
Ao chegarem ao local, os policiais avistaram os indivíduos, que tentaram fugir ao perceber a aproximação das equipes. Três adultos e três adolescentes foram detidos.
Com os suspeitos, foram apreendidos 18 coquetéis molotov, uma faca, um bastão de aço, duas réplicas de arma de fogo, um rojão e bolas de gude, entre outros objetos. Os adultos foram encaminhados à Central de Flagrantes, enquanto os adolescentes foram levados à Delegacia de Atendimento Inicial (DAI).
A Justiça decretou, nesta segunda (21), prisão preventiva de Eduardo Fauzi, um dos acusados pelo atentado à sede do Porta dos Fundos na véspera do Natal do ano passado (relembre aqui). A decisão, segundo a Folha, ocorre após a Justiça do Rio de Janeiro ter recebido denúncia feita pelo Ministério Público.
No início desse mês, a Polícia Federal comunicou que a Interpol tinha prendido Fauzi em Moscou, na Rússia, para onde ele fugiu após cometer o ataque ao prédio da produtora (clique aqui e aqui).
Segundo a publicação, em comunicado enviado ao Porta dos Fundos, o agente Alexandre Alves Santos diz que foram iniciados "os procedimentos para dar início ao processo de extradição pelas vias diplomáticas conforme solicitação da nossa congênere em Moscou".
Motivado por uma produção do Porta dos Fundos em que Jesus é retratado vivendo um relacionamento homoafetivo, Fauzi teria, de acordo com o MP, assumido o risco de matar o vigilante do imóvel que foi alvo do arremesso de coquetéis molotov. Isso porque o profissional contratado para vigiar a sede da produtora poderia ser visto pelos responsáveis do atentado no momento do ataque.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o vigilante não morreu porque agiu com rapidez, "conseguindo controlar o incêndio causado e fugir do imóvel, mesmo a portaria sendo pequena, com apenas uma saída".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Dr Kakay
"Não se pode fazer uma medida simplesmente com base em delação".
Disse o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay ao criticar a decisão que autorizou mandados de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP) no âmbito da Operação Compliance Zero.