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O documentário Môa, Raiz Afro Mãe, sobre o capoeirista e músico Môa do Katendê, estreia nesta quinta-feira (3) nos cinemas. O filme tem direção e roteiro de Gustavo McNair e é produzido pela Kana Filmes. Em Salvador, ele poderá ser assistido no cinema Glauber Rocha, na Praça Castro Alves.
O longa conta a história da vida e da trajetória do compositor, mestre de capoeira e símbolo de resistência cultural, denominado um dos responsáveis pela ascensão dos blocos afro no Carnaval baiano. Môa foi assassinado em outubro de 2018, em um bar de Salvador, o crime foi motivado pela forte intolerância política.
O filme começou a ser gravado antes da morte do mestre de capoeira, que chegou a gravar entrevistas para o documentário. Em complemento aos relatos de Môa, a história é contada por meio de imagens e depoimentos de artistas como Gilberto Gil, Letieres Leite, Lazzo Matumbi, BaianaSystem e Fabiana Cozza.
"O filme propõe uma reconexão com as nossas raízes culturais. As múltiplas atuações do Môa com manifestações de matriz africana, que ele ensinava pelo mundo por meio de aulas e oficinas, são caminhos para nos unirmos em volta de uma identidade comum, originária do Brasil", destaca o diretor e roteirista Gustavo McNair.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Dizer que somos povo de Deus".
Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.