Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
miucha
O show histórico de Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Miúcha, gravado em 1978, renderá mais de R$ 100 milhões de indenização por venda sem autorização de um DVD do evento, 48 anos depois da sua realização.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), confirmou a indenização contra a gravadora Solutions2Go, antiga Sony.
De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', o processo também envolve o selo ECRA Realizações Artísticas, conhecido como Coqueiro Verde, e trata da edição e comercialização da gravação lançada em 2008, durante as comemorações dos 50 anos da Bossa Nova.
O registro que foi vendido é considerado a única apresentação ao vivo de Tom e Vinicius juntos.
Segundo a publicação, o STJ manteve o cálculo da indenização com base no total de DVDs vendidos, rejeitando o modelo de pagamento por royalties. Também foi preservada a incidência de juros desde 1º de junho de 2007.
A Corte confirmou as decisões das instâncias anteriores da Justiça do Rio.
Bebel Gilberto, filha do músico João Gilberto com Miúcha, publicou nesta quarta-feira (3), em sua conta do Instagram uma foto em que está ao lado dos pais.
“Modo família. Mamãe e papai”, escreveu Bebel, que voltou ao Rio de Janeiro depois de uma temporada que morou em Nova York, nos Estados Unidos.
De acordo com o site Veja, João Gilberto, de 87 anos, tem estado recluso nos últimos anos, e se viu no centro de uma disputa familiar. Em 2017, Bebel entrou com pedido para interditar o pai e obter a tutela de seus contratos e movimentações financeiras.
Em maio, o cantor precisou deixar o seu apartamento em que morava no Leblon, no Rio de Janeiro, pois corria o risco de ser despejado do imóvel por causa de pagamentos atrasados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.