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O Ministério Público Eleitoral da Paraíba apresentou uma representação contra Wesley Safadão após uma apresentação do forrozeiro no São João de Campina Grande no último final de semana.
A movimentação do órgão teve como motivação uma possível propaganda eleitoral antecipada feita pelo artista após um gesto feito por Wesley durante o show, que é amplamente associado ao senador e pré-candidato ao governo da Paraíba, Efraim Filho.
Durante a apresentação no dia 5 de junho, o cantor falou no palco que “o foguete, está aqui o foguete”, frase que, segundo o entendimento do Ministério Público, teria sido direcionada ao parlamentar, que acompanhava o evento.

Na avaliação do órgão, a manifestação ocorreu em uma festa financiada com recursos públicos e pode ter extrapolado os limites estabelecidos pela legislação eleitoral para o período pré-campanha.
Durante o mesmo show, uma outra declaração do artista foi noticiada como uma movimentação de Safadão sobre o período de eleição. Na ocasião, antes de um momento já ensaiado do show do artista, no qual ele fala sobre a cidade onde ele se apresenta ter o maior número de homens fiéis, o artista deu um recado ao público:
"Presta atenção na escolha que você vai tomar porque vai ser um diferencial na sua vida para o resto da vida. Então, se você fizer uma escolha errada esse ano, você pode, enfim...", declarou o cantor.
O artista não chegou a citar o período eleitoral nem o nome de nenhum candidato. Porém, a situação não foi citada pelo MP-BA na representação. A assessoria de Wesley Safadão afirmou que o artista não iria se pronunciar sobre o caso.
Na ação foi requerido a aplicação de multa de R$ 25 mil a Efraim Filho, Wesley Safadão e Bruno Cunha Lima por propaganda eleitoral antecipada.
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"O recado que eu mando é que a gente vai continuar trabalhando contra as facções de forma firme. Eu posso garantir em relação a isso".
Disse o secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, rebateu as críticas de quem classificou como "chacina" a operação da Polícia Militar que resultou na morte de nove suspeitos no bairro de Cajazeiras 11, em Salvador, na tarde de terça-feira (15).