Artigos
Violência política segue como barreira persistente para mulheres que ousam liderar no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
ministerio da gestao e inovacao
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou, nesta segunda-feira (12), a paralisação de suas atividades entre os dias 13 e 15 de agosto, de terça a quinta-feira. Segundo o órgão, a paralisação demarca o início de um estado de greve, devido à rejeição unânime dos servidores à proposta de reajuste salarial e reestruturação da carreira formulada pelo Ministério da Gestão e Inovação (MGI).
Em negociação, o ministério sugeriu reajuste total de 14% para 2024-2026, o que é considerado insuficiente, assim como rejuste de 20% para cada ano de 2024 a 2026. A contraproposta também pede uma reestruturação de carreira separada e um cronograma claro para o Reconhecimento de Resultado de Aprendizagem (RRA).
Segundo a instituição, as reposições propostas pelo Ministério não compensam adequadamente as perdas salariais acumuladas desde 2010, que chegam a 59% para profissionais de nível superior e 75% para de nível intermediário. Eles afirmam ainda que a proposta, que inclui uma reestruturação de carreiras, é considerada prejudicial à missão e princípios da Fiocruz.
Estudos mostram que a perda salarial média da Fiocruz desde 2009 é de aproximadamente 70% para nível intermediário e 60% para nível superior. A proposta atual não cobre essas perdas. Para o órgão “O impacto financeiro da contraproposta é menor comparado ao orçamento anual da Fiocruz e ao impacto dos reajustes concedidos a outras categorias, como a Polícia Federal”, escreveram em nota.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Raimundinho da Jr
"Mulher negra de coração branco".
Disse o deputado Raimundinho da JR (PL) ao parabenizar Olívia Santana (PCdoB) durante a sessão da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desta quarta-feira (25), que a parlamentar era uma mulher “de coração branco”.