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milli magalhaes
A influencer Milla Magalhães expôs em seu Instagram experiências que havia passado em uma igreja que promovia a “cura gay”. Segundo ela, a decisão de contar tudo que sofreu foi tomada após ela entender que agora seria o melhor momento para receber ajuda e conseguir denunciar.
"Eu espero que essa seja a primeira e a última vez que eu faço isso aqui. Porque vamos ter resolvido, porque vou acordar e não vou precisar me preocupar mais em carregar o peso da minha dor e de todos que perdemos nessa guerra que é a ‘cura gay’”, escreveu ela na legenda.
No vídeo, ela explica que esse é o “assunto da vida” dela e que, por isso, usa suas redes sociais para denunciar coisas desse tipo há quatro anos, desde quando abandonou a igreja e se mudou. “Eu não consigo nem falar, eu vou ler um negócio aqui, porque eu preciso que isso chegue, eu preciso que o que eu tenho falado desde 9 de dezembro de 2019, que foi quando eu saí da igreja, chegue, sabe? Chegue nas pessoas que podem fazer alguma coisa sobre isso”.
Segundo a influencer, ela sempre soube que era lésbica e essa era a única coisa que ela sabia sobre si mesma. Todavia, por causa do seu período na igreja aprendeu a negar isso. “Eu só aprendi a me negar, a me culpar e eu faço isso até hoje”, prosseguiu.
“Eu neguei a mim mesma. Porque eles diziam: ‘Deus ama o pecador, não o pecado’. Eu tentava separar mas um não existia sem o outro. Negar a mim mesma, era negar a mim, e a minha vida, a minha existência e é assim que eles matam”, contou.
“Eu preciso falar, preciso me manifestar agora que tem uma abertura para falar do que eu já falava antes. Preciso me manifestar e dar minha cara a tapa, dizer nome, dizer procedimento, dizer o que eles fazem porque eu tenho informação para dar”, finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.