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micro e pequenas empresas
Micro e pequenas empresas que solicitaram ingresso ou retorno ao Simples Nacional para 2027 têm até esta sexta-feira (30) para regularizar débitos e outras pendências que possam impedir a adesão ao regime. Na mesma data, termina o prazo para empresas do sistema optarem por recolher separadamente os novos tributos da reforma tributária, o IBS e a CBS.
O prazo para solicitar entrada ou retorno ao Simples terminou em 15 de outubro. Agora, a regularização é necessária para quem fez o pedido, mas ainda tem alguma pendência. Empresas que já estão regularmente enquadradas no regime não precisam apresentar uma nova solicitação para permanecer nele, segundo o Ministério da Fazenda.
O Simples Nacional reúne o pagamento de tributos em um sistema simplificado destinado a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Já a escolha relativa ao IBS, Imposto sobre Bens e Serviços, e à CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, permite que empresas do Simples optem por recolher esses tributos pelas regras do regime regular, separadamente do pagamento unificado.
Segundo o Ministério da Fazenda, a decisão exige avaliação de cada negócio. Para empresas que vendem a outras empresas, o regime regular pode permitir a geração e o aproveitamento de créditos tributários, mas a vantagem depende de fatores como atividade, perfil dos clientes e custos. A recomendação é simular as alternativas com o auxílio de um contador antes de decidir. As opções terão efeito a partir de janeiro de 2027.
Quem fizer uma dessas escolhas poderá cancelar a decisão entre 3 de novembro e 20 de dezembro deste ano. De acordo com o Ministério da Fazenda, porém, o cancelamento será irretratável, sem possibilidade de voltar atrás na desistência. Para os microempreendedores individuais (MEIs), o calendário é diferente. A opção pelo Simei, sistema que permite o recolhimento de tributos em valores fixos mensais por meio de uma guia única, continuará sendo realizada em janeiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Erika Hilton
"Fica cada dia mais evidente que Flávio Bolsonaro não concorreu à presidência para liderar esse país. Flávio Bolsonaro zerou o Código Penal, estava na máfia do Vorcaro, protegia milicianos e defendia um assassino de criança".
Disse a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) ao anunciar em suas redes sociais, nesta terça-feira (27), que deve ingressar na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedidos de bloqueio de bens do senador Flávio Bolsonaro (PL). A deputada vai requer o bloqueio das contas bancárias do ex-candidato a presidente e também da esposa dele.