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João Fonseca decidiu interromper temporariamente a temporada e não disputará os próximos torneios da Ásia. O brasileiro, atual número 29 do mundo, comunicou a decisão nas redes sociais nesta sexta-feira (18), após defender o Brasil na Copa Davis. O tenista ainda não se recuperou totalmente de uma lesão abdominal e afirmou que precisa de mais tempo para cuidar da parte física e mental.
"Oi, pessoal. Queria compartilhar uma coisa com vocês. 2026 tem sido um ano muito desafiador para mim. Além de tudo o que a profissão exige, foram muitas lesões que acabaram me tirando de torneios importantes e me impedindo de jogar da maneira que eu gostaria. Sei que a vida de atleta tem dessas coisas, mas, ainda assim, não deixa de ser frustrante. Fiz um esforço grande pra retornar e defender o Brasil na Copa Davis, mas ainda preciso de mais tempo. Conversei muito com o meu time e chegamos à conclusão de que o melhor caminho, neste momento, é respeitar os sinais, dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça, e não seguir para os torneios da Ásia. Muito obrigado pela torcida e pelo apoio de todo mundo. Nos vemos em breve!", publicou João Fonseca.
O carioca estava inscrito no ATP 500 de Tóquio, entre 30 de setembro e 6 de outubro, e no Masters 1000 de Xangai, de 7 a 18 de outubro. Com a decisão, ele ficará pelo menos um mês sem disputar torneios do circuito.
Fonseca retornou às quadras nesta sexta-feira pela Copa Davis e venceu o suíço Dominic Stricker por 2 sets a 1, de virada. O resultado contribuiu para a classificação do Brasil à elite da competição. Após o triunfo, o tenista se emocionou e levou as mãos ao rosto.
Apesar do retorno pela seleção, Fonseca já havia informado ao capitão Jaime Oncins que ainda não estava totalmente recuperado. O brasileiro ainda tem compromissos previstos para o fim da temporada, como a defesa do título do ATP 500 da Basileia, a partir de 26 de outubro, e o Masters 1000 de Paris, que começa em 2 de novembro.
Neymar admitiu ter enfrentado um período de forte desgaste emocional ao longo da temporada. Após a vitória do Santos por 3 a 0 sobre o Cruzeiro, no último domingo (7), resultado que garantiu a permanência do clube na Série A, o atacante comentou à ge tv que precisou buscar ajuda profissional para lidar com a pressão e as dificuldades vividas no retorno à Vila Belmiro.
Segundo o camisa 10, o acúmulo de cobranças e a sequência de problemas dentro de campo impactaram diretamente seu estado mental. "Acho que ultrapassaram um pouco nas pancadas. Quando é comigo, sempre passam um pouquinho do limite, é dessa vez foi a primeira vez que eu pedi ajuda. Meu emocional foi para o zero, que eu não tinha mais força para me reerguer sozinho", afirmou.
Neymar detalhou que recorreu novamente ao suporte psicológico, algo que já havia feito no passado por iniciativa própria.
"Ajuda psicológica mesmo, já tinha feito terapia um tempo atrás, mas não foi nada porque eu estava mal, era porque eu queria uma autoajuda mesmo, para me ajudar mais, mas dessa vez foi a primeira vez que meu emocional foi para o zero", disse.
O atacante relatou ter sentido o peso dos desafios em 2025, marcados por lesões e pela luta contra o rebaixamento. "Confesso que sou muito forte emocionalmente. Aguento muita pancada, mas essa vez eu não aguentei, foi difícil para mim, mas as pessoas foram importantes demais para me reerguer", completou.
Neymar enfrentou a fase decisiva do campeonato jogando com uma lesão no menisco do joelho esquerdo e, mesmo com limitações físicas, tornou-se peça central na reação santista. Nos três últimos jogos, somou quatro gols e uma assistência, contribuindo para a permanência do time na elite e para a classificação à Copa Sul-Americana de 2026.
O jogador agora inicia período de descanso antes de definir seu futuro. Seu contrato com o Santos se encerra no próximo dia 31.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.