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medica baleada em salvador
Nasceu na manhã desta sexta-feira (9) o filho da médica infectologista Vanessa Lustiago. Ela foi baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto no dia 20 de dezembro do ano passado, em Salvador. O bebê, que recebeu o nome de Adriano em homenagem ao pai, nasceu às 8h06, com 3,1 quilos e 47 centímetros.
Segundo o G1, Vanessa estava grávida de cinco meses quando foi vítima do crime, ocorrido em um trecho da BR-324, na altura do bairro de Águas Claras. Ela viajava com o marido e a filha, Antonela, de dez anos, quando o carro da família foi interceptado por dois homens em uma motocicleta.
Ao tentar fugir da abordagem, o motorista acelerou o veículo e os assaltantes atiraram. Vanessa foi atingida na cabeça e Antonela, no tórax. Ambas foram socorridas pelo marido da médica e levadas ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde ficaram internadas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Apesar da gravidade dos ferimentos, mãe e filha sobreviveram. O nascimento de Adriano, cinco meses após o episódio, foi recebido com emoção pela família. “O nome é uma forma de homenagear o pai, que salvou a vida de Vanessa e da filha ao agir rapidamente após o ataque”, informou um familiar. O caso segue sob investigação.
Até o momento, não houve confirmação oficial sobre prisões relacionadas ao crime. A polícia trabalha com imagens de câmeras da região e relatos de testemunhas para tentar identificar os autores dos disparos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.