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medalha de ouro
O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro, medalhista de ouro no slalom gigante dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, aproveita dias de descanso no Brasil ao lado da namorada, a atriz Isadora Cruz. Durante a estadia, o casal visitou os Estúdios Globo, onde conheceu a cidade cenográfica da novela Coração Acelerado. A informação foi veiculada inicialmente pelo ge.globom
A passagem pelo local também incluiu uma entrevista ao Fantástico, exibida no próximo domingo (1). Em conversa com o repórter André Gallindo, o atleta comentou, em tom descontraído, vídeos de foliões fantasiados de esquiadores durante o Carnaval.
"Agora estou vendo vídeos do Carnaval, das pessoas esquiando na praia. Que isso? Para mim esse vídeo foi tudo. Esqui alpino virar fantasia do Carnaval me deixa muito feliz", disse.
A medalha de ouro conquistada por Lucas Pinheiro marcou a primeira do Brasil na história das Olimpíadas de Inverno. Nascido em Oslo, na Noruega, o atleta é filho de mãe brasileira e passou a representar o país em competições internacionais a partir de 2024. Antes do título olímpico, ele já havia alcançado resultados expressivos em etapas da Copa do Mundo, consolidando-se como um dos principais nomes do esqui alpino brasileiro.
O nome Lucas Pinheiro Braathen deve seguir reverberando por muito tempo, principalmente após escrever o nome na história do esporte olímpico brasileiro ao conquistar a primeira medalha do país em Jogos de Inverno, na edição de Milano Cortina 2026. O atleta fará um bate e volta no Brasil nesta sexta-feira (27), para ser homenageado.
De acordo com informações divulgadas pelo UOL, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) receberá o alpinista em Brasília, na parte da manhã, como parte das homenagens pelo feito inédito.
A recepção realizada pelo Executivo Federal é uma prática comum aos medalhistas do país, acontecendo com frequência em eventos como Jogos Olímpicos e Jogos Pan-Americanos. Esta será a primeira vez que a honraria será realizada para um atleta de modalidade de inverno.
Concretizando o bate e volta, Lucas deve retornar ainda na sexta-feira para sua base na Europa, para finalizar a temporada. Restam duas etapas para o encerramento da Copa do Mundo de Esqui Alpino. A primeira em Kranjska Gora, na Eslovênia, entre 7 e 8 de março; a segunda em Lillehammer, Noruega, entre 19 e 25 do mesmo mês.
Depois disso, ele deverá retornar ao Brasil para uma estadia mais longa para aproveitar as férias e cumprir compromissos de mídia e patrocinadores.
Klaebo faz história em Milão-Cortina e vira o maior campeão de uma única edição dos Jogos de Inverno
O norueguês Johannes Klæbo ampliou seu nome na história dos Jogos Olímpicos de Inverno ao conquistar, neste sábado (21), a medalha de ouro nos 50 km do esqui cross-country em Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Atual campeão mundial da prova, o atleta de 29 anos completou o percurso em 2h06min44s8 e garantiu o sexto título nesta edição do megaevento.
Com o resultado, Klæbo se tornou o maior medalhista de ouro em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, ao alcançar seis títulos, marca inédita na história da competição. Ao todo, o esquiador da Noruega soma agora 11 vitórias olímpicas em provas da modalidade ao longo da carreira.
Na prova dos 50 km, o norueguês confirmou o favoritismo ao adotar uma estratégia de controle do ritmo imposto pelo pelotão e escolher o momento decisivo para atacar. Reconhecido pela força no sprint final, Klæbo sustentou a disputa até os quilômetros finais antes de abrir vantagem sobre os adversários.
Além da prova mais longa do programa, o atleta já havia conquistado o ouro em outras cinco disputas do esqui cross-country em Milão-Cortina: 10 km livre com largada intervalada, revezamento 4x7,5 km masculino, skiathlon (10 km clássico + 10 km livre), sprint clássico masculino e sprint por equipes no estilo livre.
O pódio dos 50 km foi completado por outros dois noruegueses. Martin Nyenget ficou com a medalha de prata, com o tempo de 2h06min53s7, enquanto Emil Iversen conquistou o bronze, ao concluir a prova em 2h07min15s5.
Na edição anterior dos Jogos, em Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, o ouro dos 50 km ficou com o russo Alexander Bolshunov. A prata foi de Ivan Yakimushkin, enquanto o bronze ficou com o norueguês Simen Krüger.
Com seis ouros em Milão-Cortina, Klæbo se tornou o atleta mais vencedor em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. O feito o coloca no seleto grupo dos maiores campeões da história olímpica, ao lado do nadador Michael Phelps, recordista de títulos em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Verão, com oito medalhas de ouro conquistadas em Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008.
Com o nome já registrado na história do esporte olímpico brasileiro, Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha do país em Jogos Olímpicos de Inverno neste sábado (14), no slalom gigante. Mas a participação do atleta em Milano Cortina 2026 não para por aí.
O brasileiro voltará à pista de Bormio para competir no slalom na próxima quarta-feira (18). Assim como na prova que trouxe o ouro para o Brasil, a disputa contará com duas descidas, em que a somatória dos tempos determina a classificação final. Lucas fará sua primeira descida a partir das 6h da manhã (horário de Brasília).
Esta é a categoria de esqui em que Lucas é considerado favorito ao pódio. Além do ouro olímpico no slalom gigante, o atleta possui 22 medalhas em etapas da Copa do Mundo de esqui alpino. Deste total, 13 foram conquistadas especificamente no slalom, a mais técnica de todas as provas.
O São Paulo Futebol Clube celebrou neste sábado (14) a conquista histórica de Lucas Pinheiro Braathen, que garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. Declaradamente são-paulino, o atleta foi parabenizado pelo clube de coração após subir ao lugar mais alto do pódio no slalom gigante, em Milão-Cortina 2026.
Torcedor do Tricolor por influência de um primo, Lucas já esteve em partidas no Morumbi e tem como maiores ídolos Ronaldo Nazário e Ronaldinho.
Filho de mãe brasileira e pai norueguês, o esquiador escolheu representar o Brasil em 2024, após disputa com a federação da Noruega. Nos Jogos de 2026, em Milão-Cortina, confirmou o favoritismo ao liderar a primeira bateria e manter o melhor desempenho na soma das duas descidas do slalom gigante. Com o tempo total de 2min45s, garantiu o ouro inédito para o país.
Ao registrar o melhor tempo do Slalom Gigante neste sábado (14), Lucas Pinheiro permite que os brasileiros sonhem com a primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Lucas foi o primeiro a descer, com a pista limpa e sem buracos na neve. Entre os 81 atletas que disputaram a primeira descida da modalidade, o brasileiro marcou 1min13s92 e assumiu a liderança da prova. O tempo não foi superado.
O também brasileiro Giovanni Ongaro terminou em 35º com 1min19s95.
Para subir ao lugar mais alto do pódio, o paulista ainda terá mais uma descida pela frente e precisa somar o menor tempo nas duas baterias. Na segunda fase, Lucas Pinheiro será o último competidor a entrar na pista, o que significa que a neve estará mais usada e com mais buracos pelo caminho, o que pode impactar o tempo final.
A competição pode ser acompanhada ao vivo por meio dos canais da Globo, sportv 2, Ge TV e CazéTV, estes dois últimos no YouTube.
O karateca Paulo Sérgio Nunes Pereira foi destaque no 6º Campeonato Pan-Americano de Karatê Shotokan, realizado entre os dias 24 e 27 de julho, em Vitória (ES). Natural de Salvador e atualmente residente no oeste baiano, ele conquistou a medalha de ouro na categoria kumite sênior (44 a 49 anos), representando a Bahia.
Além do título na modalidade de combate, Paulo também subiu ao pódio em outras duas disputas. Ao lado dos filhos, Júlio César e Ícaro Luís, conquistou a medalha de prata no kata em família. No kata individual, garantiu o bronze. Júlio e Ícaro ainda levaram a prata no kumite por equipe, contribuindo para o bom desempenho da delegação baiana.
Com cerca de 300 atletas de 10 países das Américas, o torneio contou com provas individuais e por equipe nas modalidades de kata e kumite. A competição também foi marcada por um seminário técnico com instrutores renomados, como Masao Kagawa (9º DAN, JKS) e Kosho Kanayama (7º DAN, JKS).
Paulo Sérgio é fundador da Associação de Karatê Tigres & Dragões, que atua nos municípios de São Félix do Coribe e Santa Maria da Vitória, utilizando a arte marcial como ferramenta educativa e de inclusão social.
“Foi uma emoção enorme conquistar essa medalha. Representar a Bahia e trazer esse ouro para nosso estado é algo que me enche de orgulho”, afirmou. “Essa vitória não é só minha, é de todos os meus alunos, da minha família, dos colegas que treinam comigo e da nossa comunidade que me apoia todos os dias”, completou.
Ao comentar a prova em família, o atleta também destacou o reconhecimento recebido: “Ficamos em segundo lugar, por apenas dois décimos, atrás de uma família do Chile, mas recebemos muitos elogios. Ganhei até camisas das delegações do Chile e da Argentina como lembrança. Isso mostra que nosso trabalho está sendo reconhecido além das fronteiras”.
Paulo já se prepara para o Campeonato Nacional, previsto para outubro, no Maranhão. Em caso de nova medalha, poderá integrar a seleção brasileira no Mundial de Karatê, que deve ser realizado ainda este ano.
Um nome de Feira de Santana foi palco do Campeonato Sul-Americano da FIJJD (Federação Internacional de Jiu-Jitsu Desportivo) no último domingo, no último domingo (15). A competição reuniu atletas de diversas regiões e consagrou talentos locais, como a feirense Victória Brandão Barros, de 25 anos, que conquistou o primeiro lugar em sua categoria.
A atleta é publicitária, designer e social media, Victória encontrou no jiu-jitsu uma paixão recente. Ela começou a competir em 2022 e, desde então, já participou de mais de 10 competições oficiais. As informações são do Acorda cidade, parceiro do Bahia Notícias.
"É sempre uma alegria competir em Feira, porque aqui é a minha casa. Poder lutar diante da minha família, dos amigos e de tantas pessoas que acompanham e apoiam o esporte é especial demais. Fico muito feliz em contribuir para o crescimento do jiu-jitsu aqui em Feira e fazer parte desse movimento que fortalece cada vez mais a modalidade", conta a atleta.
Com a nova conquista, Victória acumula agora um total de 6 medalhas de ouro, 5 de prata e 1 de bronze em sua carreira.
Victória planeja continuar se dedicando ao esporte e tem como um de seus principais objetivos fortalecer o jiu-jitsu, especialmente o jiu-jitsu feminino. "Meu sonho é poder participar de mais competições, conquistar novas vitórias e trazer mais medalhas para casa. Mas, mais do que isso, desejo ajudar a fortalecer o jiu-jitsu feminino, dando ainda mais visibilidade e espaço para as mulheres nesse esporte", destaca Victória.
O brasileiro Vitor Tavares garantiu, no último domingo (18), a medalha de ouro na classe SH6 (baixa estatura) do Torneio Internacional de Badminton, realizado no Bahrein. O paranaense superou o sul-coreano Daesung Lee na final por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 21/14.
A vitória consolida uma sequência positiva para o atleta, que uma semana antes já havia conquistado o título do Torneio Internacional de Dubai. No torneio anterior, Tavares venceu o número 1 do ranking mundial, Man Kai Chu, de Hong Kong, em uma reedição da disputa pelo bronze na Paralimpíada de Paris 2024, ocasião em que o brasileiro também levou a melhor.
Além de Tavares, outros dois brasileiros participaram da competição no Bahrein. Vinicius Costa, também da classe SH6, chegou às quartas de final, onde foi eliminado pelo indiano Sivarjan Solaimalai, que em seguida caiu na semifinal diante de Tavares. Já João Gabriel Carabajal, da classe SU5 (deficiência nos membros superiores), encerrou sua participação ainda na fase de grupos.
O estudante Enzo Gabriel Dias, de 14 anos, do 9º ano do Colégio da Polícia Militar da Bahia (unidade Dendezeiros), em Salvador, conquistou duas medalhas de ouro na Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (OBFEP) 2024, uma na competição regional e outra na nacional.
Enzo já acumula 18 prêmios em olimpíadas do conhecimento com vitórias desde o ano de 2022. O estudante falou sobre sua preparação e a importância das conquistas: "Além da escola, eu me preparo estudando em casa, assisto videoaulas e reviso provas antigas das olimpíadas. Eu me sinto orgulhoso de mim mesmo por estas conquistas, pois mostra que o esforço foi recompensado e reconhecido. Essas olimpíadas são importantes para o futuro por trazer benefícios, como bolsas em programas de iniciação científica e vagas olímpicas em universidades".
Segundo Enzo, seu interesse pelas olimpíadas foi despertado pela Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) em 2022. "Após ser classificado para a segunda fase e ter conquistado Medalha de Ouro, me interessei ainda mais pelas olimpíadas, em especial pelas de Matemática", disse o estudante, que sempre teve aptidão para a área de exatas.
No currículo de Enzo, também constam conquistas como medalhas de ouro na OBMEP (2022 e 2024), na Olimpíada Mandacaru de Matemática (2023), na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) (2014) e na Olimpíada Matemática do Estado da Bahia (OMEBA), além de medalhas de prata na Olimpíada Canguru de Matemática (2023 e 2024) e menção honrosa na Olimpíada de Matemática da UNICAMP (OMU).
A OBFEP é um projeto apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Sociedade Brasileira de Física (SBF). A iniciativa é voltada para estudantes do Ensino Médio e do 9º ano do Ensino Fundamental de escolas públicas. Os alunos com melhor classificação podem receber bolsas de Iniciação Científica Júnior.
A World Athletics, Federação Internacional de Atletismo, vai pagar uma premiação de 50 mil dólares, o equivalente a R$ 250 mil, para cada medalhista de ouro do esporte, que conta com 48 modalidades, nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10). O valor total chega a US$ 2,4 milhões (R$ 12 milhões).
"Se eu achasse que os atletas competem apenas por dinheiro, eu poderia ter uma visão diferente. Mas o mundo mudou, e isso é apenas um reconhecimento de que podemos contribuir em todas as nossas modalidades. Eu quero aumentar a premiação se a gente conseguir crescer como esporte", afirmou Sebastian Coe, presidente da World Ahletics.
A iniciativa da Federação quebra uma tradição olímpica de 128 anos em que os atletas não são premiados financeiramente na disputa dos Jogos. O atletismo será o primeiro esporte a adotar a medida. O Comitê Olímpico Internacional (COI) não distribui dinheiro aos medalhistas sob o argumento que competir no evento é premiação suficiente.
Para os Jogos Olímpicos de 2028, que serão realizados em Los Angeles, nos Estados Unidos, a World Athletics prometeu premiar também os medalhistas de prata e bronze.
Comandada pelo técnico Ramon Menezes, a Seleção Brasileira masculina de futebol enfrenta o Chile na noite deste sábado (4), às 20h, no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, valendo a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos. Com uma campanha de 100% de aproveitamento até agora, o Brasil tem a chance de conquistar o título pela quinta vez. A final será transmitida na CazéTV e no Canal Olímpico do Brasil, no YouTube.
Há 36 anos o Brasil não vence a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos. A última vez em que a Seleção Brasileira saiu campeã do torneio foi na edição de Indianápolis, nos Estados Unidos, em 1987, contando com nomes como Taffarel, Ricardo Rocha, Washington e Evair. Um provável Brasil na decisão tem: Mycael; Miranda, Arthur Chaves, Michel e Patryck; Matheus Dias, Guilherme Biro, Marquinhos, Igor Jesus e Pirani; Matheus Nascimento.
Donos da casa, o Chile tem retrospecto idêntico ao Brasil. Os chilenos têm quatro vitórias nos quatro jogos até aqui, com oito gols marcados e nenhum sofrido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Aqui não existe puro sangue, está todo mestiço".
Disse o recém-chegado ao Republicanos após deixar o PSD, senador Angelo Coronel ao falar sobre o andamento das articulações para a definição da chapa majoritária encabeçada por ACM Neto (União) para a eleição de outubro na Bahia.