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me respeite
O capítulo que marca mais um ano de celebrações da Independência do Brasil na Bahia está diretamente ligado à participação marcante das mulheres, que desempenharam papéis cruciais na luta pela liberdade. Para celebrar a data, a Secretaria das Mulheres do Estado (SPM) se juntou a milhares de pessoas percorrendo as principais ruas da Lapinha ao Campo Grande, nesta terça-feira (2), promovendo ações de combate à misoginia e a todas as formas de violência de gênero.
Por meio da campanha “Oxe, me Respeite”, foram distribuídos materiais educativos, como ventarolas e adesivos, orientando sobre as diversas formas de abuso e importunação sexual e disponibilizando o número 180, do Disque Denúncia.
A secretária das Mulheres do Estado, Elisangela Araújo, lembrou que o momento é de reverenciar lideranças inspiradoras, combatentes destemidas, que foram fundamentais para a conquista da liberdade, sem esquecer das heroínas da atualidade, a exemplo das mães solo, mulheres que enfrentam trabalho exaustivo e incontáveis batalhas diárias em busca de igualdade, respeito e reconhecimento. “Hoje, nós homenageamos todas essas mulheres. Por essa razão, neste dia tão simbólico, saímos às ruas para levar informações para a população sobre a luta pela igualdade de gênero, pelo combate a todos os tipos de violência e reforçar o papel do Estado na defesa de direitos, da autonomia e da liberdade”, declarou a secretária.
Para a chefe de gabinete da SPM, Aldinha Sena, o momento é um símbolo de reconhecimento e valorização do legado das mulheres na luta pela independência e a participação ativa e representatividade de todas as mulheres durante o cortejo do 2 de julho inspira a continuidade da busca por igualdade e reconhecimento dos direitos femininos na sociedade. “Caminharam hoje conosco, centenas de Marias Quitéria e Joanas Angélica, que lutam pela liberdade nos dias atuais”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.