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Artigos

Wenceslau Júnior
Grande orgulho de ser cidadão da primeira capital do Brasil
Foto: Eduardo Mafra

Grande orgulho de ser cidadão da primeira capital do Brasil

Conheci Salvador aos 18 anos, em 1988, quando fui morar na residência estudantil de Iaçu (BA), minha cidade natal. Ali, passei dois anos fazendo cursinho, quando, em 1990, fui para Ilhéus, fazer o curso de Direito na Fespi.

Multimídia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia

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O ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que, à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

mauricio pochettino

Após polêmica com Balogun, Pochettino desabafa e rejeita desculpas para eliminação dos EUA: "Estou frustrado"
Foto: YouTube / Fifa

A eliminação dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, após a goleada por 4 a 1 sofrida para a Bélgica nesta segunda-feira (6), foi acompanhada por uma das maiores polêmicas do torneio. No entanto, apesar de lamentar o ambiente criado em torno do caso envolvendo Folarin Balogun, o técnico Mauricio Pochettino garantiu que a controvérsia não serviu como justificativa para a queda da equipe nas oitavas de final.

 

Em entrevista após a partida disputada em Seattle, o treinador argentino demonstrou incômodo com as críticas, acusações e ataques direcionados ao atacante e à seleção norte-americana desde que a Fifa decidiu reverter a suspensão automática do jogador.

 

"Quero dizer uma coisa, mas é muito pessoal. Estou muito frustrado e decepcionado com as pessoas. Elas deveriam compreender a situação e não misturar as coisas. Não acredito que isso tenha afetado o nosso desempenho. Não é uma desculpa, e não podemos usar desculpas. Simplesmente não era o nosso dia", afirmou.

 

Pochettino também criticou a repercussão gerada nas redes sociais e a tentativa de associar a decisão da Fifa a interesses políticos.

 

"Qual é o sentido de insultar alguém, enviar uma quantidade enorme de mensagens ofensivas ou até ameaças? Estou muito decepcionado com muitas pessoas. Misturam política, falam em manipulação e questionam ética e integridade", completou.

 

A discussão ganhou força após o Comitê Disciplinar da Fifa anular a suspensão de Balogun, expulso na vitória sobre a Bósnia. O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus após revisão do VAR por uma entrada no zagueiro Muharemovic.

 

Nos bastidores, o caso ganhou dimensão internacional depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter conversado com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, sobre a situação do atacante. Na ocasião, Trump chegou a classificar Claus como um "árbitro suspeito", provocando reação da CBF, que saiu em defesa do brasileiro e destacou sua trajetória marcada por "excelência técnica e conduta ética".

 

Questionado sobre o tema, Pochettino evitou alimentar a controvérsia e reforçou que apenas seguiu o regulamento da entidade.

 

"Eu sou o treinador da seleção. Existe uma regra que permite à federação solicitar que um jogador fique disponível. Minha função era treinar a equipe. Se o jogador estava liberado porque o regulamento da Fifa permitia isso, então não havia problema", explicou.

 

O comandante norte-americano ainda demonstrou incômodo com a forma como o debate se desenvolveu nos últimos dias.

 

"Se começarmos a discutir a história deste jogo falando de ética ou tentando misturar esses assuntos, isso me decepciona pessoalmente. O debate deveria ser apenas sobre uma possibilidade prevista no regulamento, algo que já aconteceu com outros jogadores e outras seleções", declarou.

 

Com a derrota, os Estados Unidos encerram sua participação na Copa do Mundo disputada em casa. Já a Bélgica segue viva na competição e enfrentará a Espanha nas quartas de final.

Uefa acusa Fifa de "cruzar linha vermelha" após liberação de Balogun para enfrentar Bélgica
Fotos: Divulgação | Sarah Stier / FIFA

A classificação dos Estados Unidos às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ganhou um capítulo político e institucional antes mesmo de a bola rolar contra a Bélgica. A decisão da Fifa de liberar o atacante Folarin Balogun para a partida desta segunda-feira (6) provocou reação da Uefa, da União Europeia e da Federação Belga de Futebol.

 

Balogun havia sido expulso na vitória norte-americana por 2 a 0 sobre a Bósnia e Herzegovina, na última quarta-feira (1º), pela fase de 16 avos de final. Após revisão no VAR, o árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou cartão vermelho direto ao atacante por um pisão no tornozelo de Tarik Muharemovic.

 

Pelo regulamento disciplinar, expulsões diretas resultam em suspensão automática de uma partida. A Fifa, no entanto, decidiu suspender por um ano a aplicação da punição, em período probatório, o que permite que Balogun esteja à disposição dos Estados Unidos contra a Bélgica. O cartão vermelho segue registrado, mas a suspensão não será cumprida neste momento.

 

A decisão gerou questionamentos por causa dos relatos de intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo a imprensa internacional, Trump entrou em contato com Gianni Infantino, presidente da Fifa, para pedir uma revisão do caso. Em uma publicação nas redes sociais, o presidente norte-americano agradeceu à entidade e afirmou que a decisão corrigiu uma “grande injustiça”.

 

A reação mais dura veio da Uefa. Em comunicado oficial, a entidade europeia afirmou que a Fifa “cruzou uma linha vermelha” ao suspender a punição automática.

 

"Manifestamos nossa incredulidade diante de uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada", declarou a Uefa.

 

A crítica também chegou à União Europeia. Glenn Micallef, comissário europeu responsável por esporte, afirmou que decisões esportivas devem permanecer dentro das instituições esportivas e não sofrer interferência política.

 

"Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos", afirmou.

 

A Bélgica, adversária dos Estados Unidos nas oitavas, também protestou. Em nota, a federação belga declarou “surpresa” com a liberação de Balogun e citou o Artigo 66.4 do Código Disciplinar da Fifa, que prevê suspensão automática para a partida seguinte em caso de cartão vermelho.

 

A entidade belga também mencionou o Artigo 10.5 do regulamento da Copa do Mundo de 2026 e afirmou que a regra havia sido reforçada pela Fifa em circulares e reuniões oficiais antes dos jogos. Segundo a federação, todas as opções estão sendo avaliadas para proteger os princípios de fair play e os direitos das seleções participantes.

 

Do lado norte-americano, a decisão foi recebida como correção de um erro. O técnico Mauricio Pochettino afirmou que os Estados Unidos já haviam sido punidos durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina por atuarem cerca de 30 minutos com um jogador a menos.

 

"Fomos punidos o suficiente contra a Bósnia-Herzegovina ao jogar com um a menos por 30 minutos, em uma decisão completamente injusta. E não só porque sou o técnico da seleção dos Estados Unidos e preciso defender meu lado. É porque acredito que 99,9% das pessoas concordam que aquele cartão vermelho foi injusto", disse o treinador argentino.

 

A polêmica desloca parte da atenção do campo para os bastidores no dia do confronto. Estados Unidos e Bélgica se enfrentam nesta segunda-feira (6), às 21h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. O vencedor avança às quartas e segue na disputa pelo título.

 

Mais do que a presença de Balogun em campo, o caso abriu uma discussão maior sobre limites entre regra, interpretação disciplinar e influência política no futebol. Para os críticos da decisão, o problema não está apenas em revisar uma punição, mas no precedente criado em uma competição em andamento.

Técnico dos EUA, Pochettino é flagrado gravando arredores de CT e brinca: "Estamos na era da espionagem"
Foto: Pablo Maurer / Divulgação

O técnico da seleção dos Estados Unidos, Mauricio Pochettino, chamou atenção nos bastidores da Copa do Mundo de 2026 ao ser flagrado registrando imagens nos arredores do centro de treinamento da equipe.

 

 

O episódio foi registrado pelo jornalista Pablo Maurer, do jornal britânico The Guardian, nesta semana, e levantou comentários nas redes sociais. Segundo a publicação, o argentino parecia observar possíveis movimentações externas ao CT às vésperas do duelo contra a Austrália, pela fase de grupos.

 

A situação ganhou repercussão principalmente pelo contexto da preparação americana antes de um jogo considerado decisivo na competição. Questionado sobre o caso na entrevista coletiva pré-jogo, Pochettino confirmou o registro e tratou o assunto de forma leve.

 

"Eu queria ver porque, você sabe, estamos na era da... como se diz? Espionagem. E isso foi uma ao oportunidade de ver. Eu estava fazendo um vídeo, não tirando uma foto do arredores ", contou, em bom humor , aos jornalistas presentes durante sua entrevista coletiva. 

 

A fala remete a uma prática antiga no futebol, em que equipes tentam obter informações sobre treinos e estratégias dos adversários antes das partidas. Apesar do tom descontraído, o treinador não deu detalhes sobre a preparação dos Estados Unidos para o confronto contra os australianos.

Pochettino aceita proposta e comandará seleção americana na Copa de 2026; saiba os detalhes
Foto: Divulgação / ESPN

Mauricio Pochettino, treinador argentino ex-Chelsea e Tottenham, aceitou a proposta de futebol dos Estados Unidos e será o novo técnico dos norte-americanos no ciclo que vai até a Copa do Mundo de 2026. A informação foi divulgada inicialmente pela ESPN americana.

 

Livre no mercado desde o final da última temporada europeia, quando saiu do Chelsea, o argentino de 52 anos concordou em substituir Gregg Berhalter no comando da seleção norte-americana.

 

Os Estados Unidos serão anfitriões do próximo Mundial em parceria com Canadá e México. A ideia da federação é ter uma equipe competitiva e capaz de chegar às fases de mata-mata da competição.


É esperado que o treinador argentino assuma o cargo a tempo de comandar o time na partida contra o Canadá, que acontece no próximo dia 7 de setembro.


Confira as próximas partidas dos Estados Unidos:

 

  • Canadá (em casa) - 07/09, às 17h (de Brasília) - Amistoso
  • Nova Zelândia (em casa) - 10/09, às 20h (de Brasília) - Amistoso

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Começou a festa da democracia! Mas parece que tem gente que tá economizando até no cento de salgados. Mas entre quem chora pitanga e quem ostenta nas redes, podemos esperar de tudo até outubro. Só confesso que não esperava Cunha procurando sarna pra se coçar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Hilton Coelho

Hilton Coelho
Foto: Reprodução Antena 1 Salvador

"Jerônimo, você se comprometeu, no último debate de TV, a baixar, em uma semana, o decreto para proteger a Serra da Chapadinha. Queria perguntar: cadê o decreto, governador?"

 

Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) ao cobrar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) a publicação do decreto estadual que prevê medidas de proteção à Serra da Chapadinha, unidade de conservação planejada para uma área localizada entre os municípios de Itaetê, Ibicoara e Mucugê, na Chapada Diamantina.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista a pré-candidata ao Senado Federal Professora Delliana Ricelli (PSOL) nesta segunda

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