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marino hinestroza
O Atlético Nacional terá dois desfalques de peso para a partida contra o Bahia, marcada para o dia 24 de abril, pela terceira rodada do Grupo F da Copa Conmebol Libertadores. Além do atacante Marino Hinestroza, suspenso após ser expulso na derrota por 3 a 0 para o Internacional, o técnico Javier Gandolfi também cumprirá suspensão e estará fora do banco de reservas diante do Tricolor.
Hinestroza é o principal nome ofensivo do time colombiano em 2025. Em 12 jogos nesta temporada, o jogador soma sete participações diretas em gols — três gols marcados, incluindo um contra o Nacional na estreia da Libertadores, e quatro assistências. Titular absoluto, o atacante vinha sendo uma das principais armas do "Rey de Copas".
Já o treinador, também expulso no duelo no Beira-Rio, não comandará a equipe à beira do campo na Casa de Apostas Fonte Nova. No corpo de auxiliares, a equipe colombiana conta com Santiago Raymonda, Cristian Pellerano e Giuliano Lauri, únicos aptos a substituirem o comandante.
Sem Marino, o técnico do Atlético Nacional terá outras sete opções no setor ofensivo: Kilian Toscano, Alfredo Morelos, Kevin Viveros, Andrés Sarmiento, Faber Gil, Dairon Asprilla e Billy Arce.
Revelado nas categorias de base do Palmeiras, o atacante colombiano passou pelo sub-20 do clube paulista, onde fez 38 jogos, marcou oito gols e deu três assistências.
Antes do confronto na Libertadores, o Bahia terá uma sequência de três jogos pelo Campeonato Brasileiro. Neste domingo (13), enfrenta o Mirassol em casa, seguido de um duelo contra o Cruzeiro, no Mineirão, na quinta-feira (17), e depois encara o Ceará, novamente na Fonte Nova, no dia 21.
Do lado colombiano, o Atlético Nacional também terá compromissos pela liga local: enfrenta o Millionarios, Boyacá Chicó e Deportivo Cali nas próximas rodadas do Campeonato Colombiano. O duelo diante do Bahia pode ser decisivo para a disputa por vaga nas oitavas de final da Libertadores.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Leite
"Não estamos diante de uma eleição comum".
Disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) ao anunciar sua pré-candidatura à Presidência. Em "manifesto ao Brasil", o chefe estadual avaliou o cenário nacional e afirmou que o país tem um "problema de direção". Durante o anúncio realizado nesta sexta-feira (6) o gestor também defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.