Artigos
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
marin cilic
A partida entre gerações prevista para esta sexta-feira (24) no Madrid Open sofreu uma reviravolta de última hora. A cerca de uma hora do início do confronto, o croata Marin Cilic, atual 51º do ranking, anunciou sua retirada do torneio. Com a desistência, o brasileiro João Fonseca, número 31 do mundo, avança diretamente à terceira rodada.
Vencedor do US Open em 2014, Cilic explicou que a decisão foi motivada por um problema de saúde. "Olá a todos, infelizmente, tive uma intoxicação alimentar ontem. Depois de tentar me recuperar a noite toda, meu corpo está exausto e não estou em condições de entrar em campo. Peço desculpas a todos os torcedores que estavam esperando para assistir à partida. Estava muito animado para voltar a Madri. Obrigado a todos pelo apoio. Boa sorte João Fonseca! Espero que tenhamos a oportunidade de jogar juntos novamente em algum lugar!", publicou o tenista nas redes sociais.
Com a classificação assegurada sem entrar em quadra, Fonseca aguarda a definição do próximo adversário. A tendência é um confronto exigente diante do australiano Alex de Minaur, atual número 8 do mundo e um dos cabeças de chave. Antes disso, De Minaur encara o espanhol Rafael Jodar.
Se confirmado, o duelo colocará em contraste o jogo agressivo do brasileiro, especialmente no forehand, contra a consistência defensiva e a velocidade de um integrante do top 10, em um teste relevante para as ambições de Fonseca no torneio espanhol.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).