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mariana de souza
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) barrou, nesta sexta-feira (11), por unanimidade, a candidatura de Mariana de Souza (PP) à Câmara dos Deputados.
A impugnação, apresentada pelo Ministério Público (MP-RJ) Eleitoral (MPE), evidenciou suspeitas de vínculos da candidata com o alto escalão do Comando Vermelho (CV). Entre os indícios citados pelo MPE está a relação com o marido, Wilson Marques de Albuquerque, conhecido como "Zé Dirceu", apontado pela Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) como número dois da facção no estado.
Após a conclusão do julgamento, o presidente do tribunal, Cláudio Mello Tavares, declarou que a decisão representa uma resposta da Justiça Eleitoral à atuação da criminalidade na política.
"Mais uma vez, o tribunal está dando uma resposta contra a criminalidade", disse o presidente.
Segundo o pedido de impugnação do MPE, Wilson foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão por tráfico de drogas e a mais 12 anos e 7 meses por associação para o tráfico. Ele está foragido e tem mandados de prisão pendentes.
Além disso, a Procuradoria afirma que relatórios de inteligência apontam "vínculos profundos" de Mariana com membros da alta cúpula da facção criminosa.
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Ronaldo Caiado
"Nos curvamos à decisão da maioria".
Disse o candidato derrotado no primeiro turno do pleito, Ronaldo Caiado (PSD) ao reconhecer o resultado e fazer declaração após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite do último domingo (25).