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marco aurelio ribeiro
O ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, decidiu deixar a campanha de Lula após a divulgação do empréstimo dele com a empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF). As informações são do g1.
Ao PT, ele informou que é decisão política e não jurídica, na tentativa de blindar o presidente na campanha e evitar disputas internas. Segundo o blog da jornalista Andréia Sadi, Marcola conversou com o presidente do PT, Edinho Silva, nesta quarta-feira (5) e já comunicou a decisão ao presidente Lula, que teria exigido pessoalmente explicações sobre o caso.
O ex-assessor ainda divulgou a seguinte nota: “Sempre pautei minha atuação pública pela ética, compromisso e transparência. A quem apresenta especulações e ilações, respondo com fatos, documentos e a minha inteira disposição e tranquilidade de colaborar com a Justiça”.
Nesta terça-feira (4), o jornalista Valdo Cruz noticiou que a Polícia Federal identificou o repasse da empresária Roberta Luchsinger a Marcola. O valor não foi divulgado.
A PF identificou a operação ao analisar dados do celular de Roberta, que está sob investigação no âmbito da Operação Sem Desconto. Apontada como lobista, Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República.
Marcola reconheceu ter contraído o empréstimo com Roberta e disse ter pago a dívida, no valor de R$ 249 mil.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.