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marcelo lemos
O diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), Marcelo Lemos relatou, nesta quinta-feira (11), um episódio de racismo sofrido por ele nas redes sociais. Em vídeo publicado em seu perfil, o gestor cultural conta que sofreu um ataque aos seus fenótipos negros após uma entrevista à Rádio Metrópole.
O comentário destacado do ataque dizia: “O cara não cuida nem do próprio cabelo que dirá de algo tão complexo quanto este instituto e suas demandas… Ah, antes me chamem de racista, sou pardo como ele… a realidade é que visível que esse cara não tem estoufo para gerir algo tão complexo”.
Na publicação, o diretor ressalta que compareceu ao Centro Policial de Cidadania e Diversidade (CPCD), unidade especializada da Polícia Civil que abriga a Delegacia Especializada de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa (DECRIN), para a formalização da denúncia de injúria racial.
“Tentaram questionar minha competência a partir do meu cabelo, da minha estética, da minha identidade. Não deixarei passar. Racismo é crime e o ambiente digital não é terra sem lei.”, escreveu Lemos na legenda.
E completou: “Para construirmos uma sociedade verdadeiramente antirracista, precisamos enfrentar cada violência com firmeza, responsabilidade e coragem. Seguimos?????”
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.