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marcelinho veiga
O deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) e o deputado estadual Marcelinho Veiga (PP) ficaram de fora da lista de candidatos vitoriosos nas urnas neste domingo (4). Sogro e genro, os parlamentares disputaram, respectivamente, a eleição e reeleição à Câmara de Deputados e Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), mas acabaram na suplência.
Para Marcelinho Veiga, a disputa foi acirrada. O parlamentar angariou 57.170 votos na disputa pela cadeira na Assembleia, mas acabou ficando na 1º suplência na Casa Legislativa.
No caso do veterano, que é deputado federal em exercício e assumiu como suplente na Câmara em 8 de abril de 2026, a eleição foi mais distante. O ex-presidente da AL-BA somou apenas 18 mil votos na campanha ao Congresso, ficando na 4ª suplência do partido Republicanos.
Em 2022, Nilo chegou a registrar 65.363 votos, ficando na primeira suplência do partido. A frente de Marcelo Nilo, o candidato Soldado Correa, a deputada Rogéria Santos e a candidata Vanuza do Cacau também ficaram na suplência.
O resultado ocorreu após o deputado em exercício alegar que foi boicotado na distribuição do espaço entre os candidatos no horário eleitoral gratuito. Em entrevista ao BN, ele chegou a dizer que não deve permanecer na legenda caso Marinho seja mantido na presidência do partido após a disputa eleitoral.
Marcelo Nilo, foi presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA) e, em 1990, se elegeu à deputado estadual pela Bahia. O parlamentar manteve o cargo por 28 anos, até 2018, quando se elegeu a deputado federal.
Na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) atuou como presidente por 10 anos, entre 2007 e 2017, e chegou assumir o governo da Bahia interinamente na ausência do então governador Jaques Wagner em mais de uma ocasião.
Já Marcelinho Veiga foi eleito ao primeiro mandato na AL-BA pelo PSB, em 2018, após somar 70.612 votos. Em 2022, pelo União Brasil chegou a ser reeleito com mais de 78 mil votos.
O deputado estadual Marcelinho Veiga deixou o União Brasil e se filiou ao Partido Progressistas (PP). A informação foi confirmada nesta segunda-feira (30).
Segundo o parlamentar, a mudança tem como objetivo fortalecer a federação União Progressista nas eleições deste ano. Ele deve disputar o terceiro mandato consecutivo.
“Vamos seguir firmes. Essa mudança foi conversada com Bruno Reis e ACM Neto, com quem tenho relação de amizade e compromisso. A intenção é fortalecer a federação e atrair mais aliados”, afirmou.
Em segundo mandato na Assembleia Legislativa da Bahia, Veiga também destacou a necessidade de ampliar a atuação no interior do estado.
“É preciso fortalecer os municípios. Em oito anos conquistamos avanços, mas queremos fazer mais, com um trabalho contínuo”, disse.
A articulação foi conduzida pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis, e pelo ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto, liderança do União Brasil.
O assunto mais comentado nos bastidores da política em Manoel Vitorino, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano, foi o afago do deputado estadual oposicionista Marcelinho Veiga (União) ao governador Jerônimo Rodrigues (PT). O fato ocorreu durante visita do chefe do Executivo estadual ao município, nesta quarta-feira (14).
Genro do ex-deputado Marcelo Nilo (Republicanos), que migrou para a oposição ao governo estadual nas eleições de 2022, Veiga fez elogios ao governador, como às ações da Embasa, no município. Ao Blog do Marcos Frahm, parceiro do Bahia Notícias, o deputado, porém, contemporizou. Disse que o fato não é um indicativo de aliança ao governo, mas sobretudo apoio ao prefeito de Manoel Vitorino, Silvany Barros (PSD).
”É um ato administrativo, institucional, num município que eu tenho uma relação grande e não poderia está de fora. Participei quatro anos do governo Rui Costa, muitas obras estão sendo inauguradas e política é assim, com responsabilidade, atuando pelo bem do município e hoje aqui não foi política. O próprio governador falou, tinha pessoal fazendo manifestação política ali atrás”, justificou ao site.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.