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A apresentação de réveillon do cantor Zezé Di Camargo em Marabá, no sudeste do Pará, terminou cercada por críticas do público. O show, contratado por cerca de R$ 1 milhão com recursos de um convênio com o governo federal, foi marcado por acusações de uso de playback em músicas do repertório mais antigo do artista.
Desde o início da apresentação, espectadores relataram que as canções não estariam sendo executadas ao vivo. Segundo quem acompanhava o espetáculo, a voz reproduzida durante as músicas parecia pré-gravada, sem variações compatíveis com uma performance em tempo real. Para parte do público, apenas os momentos de fala entre as músicas, além de respirações e pausas pontuais, indicavam som ao vivo.
A situação gerou reação imediata de insatisfação entre os presentes, que passaram a comentar a suposta dublagem ainda durante o show. A percepção de playback vocal do próprio cantor acabou dominando as críticas feitas ao espetáculo.
A repercussão ganhou força após a transmissão ao vivo realizada pela Prefeitura de Marabá ser interrompida antes do fim da primeira música. Uma nova live foi iniciada apenas quando o cantor já se aproximava do encerramento da apresentação. Nos comentários da transmissão retirada do ar, internautas levantaram a hipótese de que a interrupção teria ocorrido porque, no ambiente digital, a dublagem ficava ainda mais evidente.
Após a queda da live, as críticas se intensificaram nas redes sociais, ampliando a repercussão negativa do show e reforçando a avaliação de parte do público de que a apresentação não correspondeu às expectativas criadas para a virada do ano.
Um voo da Azul com destino a Marabá (PA), programado para decolar às 13h15 da sexta-feira (26) do Aeroporto Internacional de Belém, foi cancelado após um passageiro anunciar que transportava uma bomba a bordo. A ameaça foi descartada pela Polícia Federal após inspeção na aeronave.
De acordo com as informações, durante o procedimento de embarque, um passageiro informou à tripulação que carregava um artefato explosivo dentro de uma caixa. O homem foi detido no local e conduzido para prestar depoimento na delegacia da Polícia Federal instalada no aeroporto.
A Norte da Amazônia Airports (NOA), concessionária que administra o terminal, afirmou que acionou imediatamente o plano de contingência previsto nos protocolos de segurança aeroportuária. A companhia aérea Azul confirmou que o cancelamento do voo foi uma "medida preventiva de segurança".
"As autoridades competentes, incluindo a Polícia Federal, realizaram a inspeção da aeronave e das bagagens, e descartaram a presença de qualquer artefato explosivo", informou a NOA em nota. A concessionária acrescentou que as demais operações no aeroporto seguiram normalmente, sem impactos em outros pousos e decolagens.
Em comunicado, a Azul disse que "lamenta eventuais transtornos e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações". A empresa informou que os clientes afetados pelo cancelamento serão reacomodados em um voo extra programado para sábado (27).
As informações são do g1.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).