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manuel alejandro bordon
O Tribunal do Júri condenou o argentino Manuel Alejandro Bordon a 78 anos, 6 meses e 15 dias de prisão pelos crimes de feminicídio, homicídio qualificado e tentativa de feminicídio cometidos em dezembro de 2024 no município de São Desidério, no oeste da Bahia. A decisão ocorreu na última segunda-feira, dia 8, e a acusação foi sustentada no júri pelo promotor de Justiça Audo da Silva Rodrigues.
Segundo a denúncia, o réu matou a companheira, Hiasmin Nogueira Weber, assassinou o sogro, Carlos Sérgio Weber, e tentou matar a cunhada, Hyndira Nogueira Weber, durante ataque na noite de 14 de dezembro de 2024. O crime aconteceu na residência da família, localizada no povoado de Roda Velha. Após o ataque, o acusado fugiu para uma área de mata, onde foi encontrado posteriormente com ferimentos.
Manuel Alejandro Bordon cumprirá a pena em regime inicial fechado. Na sentença, a magistrada Bianca Pfeffer destacou as circunstâncias que evidenciaram a gravidade dos fatos, “incluindo a motivação marcada por sentimento de posse e ciúme, a violência empregada contra a vítima e os impactos causados aos filhos menores do casal”.
O sogro da vítima foi morto ao tentar socorrer a filha durante o ataque, enquanto a irmã da vítima conseguiu escapar após buscar ajuda, o que impediu a consumação do feminicídio tentado.
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.