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manifestacao em feira
Uma manifestação de professores da rede estadual foi realizada nesta segunda-feira (29) em Feira de Santana. O protesto faz parte da paralisação de 48 horas deflagrada pelo sindicato da categoria [APLB].
O ato que representou os docentes de Feira de Santana e mais 26 cidades cobra reajuste salarial de 10%, além de pagamento da terceira parcela de precatórios não quitados e reestruturação do plano de carreiras.
A contraproposta do governo, de 5,69% de reajuste, não foi aceita em assembleia da categoria, realizada na última quinta-feira (25). Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, a manifestação em Feira de Santana ocorreu em frente ao Núcleo Territorial de Educação (NTE-19).
Uma manifestação cobra melhorias na alimentação do restaurante universitário e na segurança da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uesf). O protesto ocorre desde as 5h desta terça-feira (9) e reúne moradores da residência universitária como também outros estudantes.
Devido ao ato, os portões da universidade ficaram fechados. Ao Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, um estudante relatou que as reclamações já foram encaminhadas para a reitoria da instituição diversas vezes, mas até o momento as providências não teriam sido tomadas.
No protesto, os manifestantes relataram a experiência de servirem um frango estragado no restaurante. Também foi lembrado o caso do estudantes que foi agredido por seguranças da universidade.
Os estudantes pedem o fim do contrato com as empresas que prestam serviços de segurança e alimentação, além da tomada de posição da Uefs sobre casos de racismo e assédio no campus, entre outros pontos. A reitoria da universidade ainda não respondeu sobre a manifestação.
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Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).