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macaco prego
A Polícia Federal e o Ibama resgataram um macaco-prego na casa onde o meio-campista Kayky morou, quando jogava pelo Bahia. A Operação Sapajus, cumpriu mandado judicial nesta quinta-feira (31), no condomínio Alphaville Litoral Norte, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, após uma denúncia relativa ao tráfico de animais.
De acordo com a PF, o animal silvestre do gênero "Sapajus" (Macaco-prego) era criado na casa, acobertado com documentação falsa. Chamado de Kayky de Cesar Pipico, o macaco foi apreendido e encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama para reabilitação e possível devolução à natureza. O animal tinha até perfil nas redes sociais, onde eram compartilhados vídeos e fotos, mas a conta foi desativada.
Aos 20 anos, Kayky chegou ao Bahia em janeiro deste ano emprestado pelo Manchester City, que faz parte do Grupo City, dono da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube baiano, até o final da atual temporada. No entanto, o meia sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo jogo contra o Athletico-PR, pela 15ª rodada do Brasileirão, no dia 16 de julho. Ele precisou passar por cirurgia e só voltará aos gramados em 2024. Com isso, o encerramento do vínculo com o Tricolor foi antecipado no último dia 23 e o atleta retornou à Inglaterra. Ele disputou 28 jogos com a camisa do time baiano, marcou quatro gols e deu cinco assistências.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.