Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
macaco prego
Polícia Civil resgata dois macacos-prego e prende suspeito de venda ilegal de silvestres em Salvador
Dois macacos-prego foram resgatados pela Polícia Civil nesta quinta-feira (6) em residências nos bairros da Liberdade e Uruguai, em Salvador. Na ação, um homem de 35 anos foi preso em flagrante, suspeito de envolvimento na comercialização ilegal de animais silvestres e por uso de documentação irregular.
O resgate aconteceu durante diligências que apuravam uma falsa comunicação de crime. No curso da investigação, os policiais encontraram indícios da venda clandestina de animais silvestres e localizaram os dois primatas nos imóveis. Segundo a apuração, o suspeito teria negociado pelo menos três macacos-prego, por valores aproximados de R$ 20 mil, R$ 16 mil e R$ 15 mil. O terceiro animal não foi localizado, e levantamentos iniciais apontam a possível venda de outros bichos.
As investigações indicam ainda a possível existência de uma cadeia criminosa formada por fornecedores, transportadores, intermediários e compradores de animais silvestres. Além dos primatas, foi apreendido um celular, que passará por perícia para aprofundar a apuração. O homem foi levado à unidade policial, onde passou pelos procedimentos legais, e permanece à disposição da Justiça.
Segundo a Polícia Civil, o trabalho continua para identificar a origem dos animais, localizar outros que possam ter sido comercializados e responsabilizar os envolvidos. A ação foi conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), com apoio da Polícia Militar, por meio da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), e do Ibama.
A Polícia Federal e o Ibama resgataram um macaco-prego na casa onde o meio-campista Kayky morou, quando jogava pelo Bahia. A Operação Sapajus, cumpriu mandado judicial nesta quinta-feira (31), no condomínio Alphaville Litoral Norte, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, após uma denúncia relativa ao tráfico de animais.
De acordo com a PF, o animal silvestre do gênero "Sapajus" (Macaco-prego) era criado na casa, acobertado com documentação falsa. Chamado de Kayky de Cesar Pipico, o macaco foi apreendido e encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama para reabilitação e possível devolução à natureza. O animal tinha até perfil nas redes sociais, onde eram compartilhados vídeos e fotos, mas a conta foi desativada.
Aos 20 anos, Kayky chegou ao Bahia em janeiro deste ano emprestado pelo Manchester City, que faz parte do Grupo City, dono da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do clube baiano, até o final da atual temporada. No entanto, o meia sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo jogo contra o Athletico-PR, pela 15ª rodada do Brasileirão, no dia 16 de julho. Ele precisou passar por cirurgia e só voltará aos gramados em 2024. Com isso, o encerramento do vínculo com o Tricolor foi antecipado no último dia 23 e o atleta retornou à Inglaterra. Ele disputou 28 jogos com a camisa do time baiano, marcou quatro gols e deu cinco assistências.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.