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lula em ilheus
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou por volta do meio-dia desta segunda-feira (3) em Ilhéus, no Litoral Sul, a retomada das obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste, a Fiol. O trecho autorizado, Fiol 1, terá um percurso de 537 quilômetros e ligará Ilhéus a Caetité, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano.
Durante o discurso, Lula convocou os empresários a entregar a obra antes de 2027, como ficou acertado, e fez uma espécie de alerta político. “Vocês têm que entregar essa obra antes do 31 dezembro de 2026. Façam um pouco de hora extra. Trabalhem no final de semana se for necessário para a gente poder inaugurar logo se não a gente corre o risco de outra coisa ruim voltar e essa obra ficar parada outra vez”, discursou.
O primeiro trecho a ser construído, identificado como 1F, tem 127 km e sai de Ilhéus passando por municípios como Uruçuca, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Aurelino Leal e Aiquara. O projeto completo da Fiol compreende 1.527 km de ferrovia e liga o futuro Porto de Ilhéus a Figueirópolis (TO), fazendo a conexão com a Ferrovia Norte-Sul.
Além do Fiol 1, a ferrovia tem ainda dois trechos: Fiol 2, entre Caetité e Barreiras, com obras em andamento, e Fiol 3, de Barreiras a Figueirópolis, que aguarda licença de instalação. O governo estuda a concessão desses dois trechos.
A cerimônia de retomada das obras da Fiol teve as presenças do governador Jerônimo Rodrigues, do ministro da Casa Civil, Rui Costa, do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, do senador Jaques Wagner, entre outros.
Em Ilhéus, Lula apela para entrega da Fiol antes do prazo: “façam hora extra se não corre o risco de outra coisa ruim voltar”
— BN Municípios (@BNMunicipios) July 3, 2023
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Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.