Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
luiz carlos bassetto
O empresário Luiz Carlos Bassetto, acusado de ofender e ameaçar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, apareceu depois de um ano sem ser localizado pela Justiça após várias tentativas. Neste período, até o pai do empresário chegou a ser contatado, mas não colaborou. Com a intimação realizada só neste mês, a defesa de Bassetto pede uma nova audiência de conciliação. A queixa-crime, apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), já foi aceita pela 6ª Vara Criminal de Brasília.
Nesse “retorno”, o empresário apresentou um pedido de retratação pelas ofensas e ameaças que fez a Cristiano Zanin, há cerca de um ano. As informações são do O Globo.
A peça foi enviada à 6ª Vara Criminal de Brasília. Por meio de sua defesa, Bassetto diz que “retira tudo que tenha dito, de forma a declarar publicamente e perante este Ilustrado Juízo, que o QUERELANTE (Cristiano Zanin) não faz jus as ofensas perpetradas”.
O episódio aconteceu quando Zanin ainda não era membro do STF e atuava como advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, o empresário gravou e divulgou um vídeo enquanto Zanin escovava os dentes no aeroporto de Brasília. Bassetto chamou o então advogado de “bandido”, “safado” e “vagabundo”. Ele também disse que o ministro tinha de “tomar um pau de todo mundo que está andando na rua” e que sua vontade era “meter a mão na orelha” de Zanin.
Diante da retratação, a defesa do empresário solicita a extinção da pena pelo crime de difamação e afirma que o acusado não teve a intenção de difamar Zanin. Conforme os advogados, as ofensas ocorreram “dias após os famigerados acontecimentos de 8 de janeiro, troca de governo e fortes discussões ideológicas e políticas”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.