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A arbitragem do clássico Re-Pa disputado no último domingo (8), no Estádio Mangueirão, foi alvo de protestos da torcida do Paysandu, especialmente após a expulsão do volante Brian Macapá, ainda no fim do primeiro tempo da partida válida pela quarta rodada do Campeonato Paraense.
De acordo com a súmula do árbitro Rodrigo de Lima, torcedores arremessaram objetos na direção da equipe de arbitragem no momento em que os profissionais se dirigiam ao vestiário, localizado abaixo do setor conhecido como “Lado B”, ocupado majoritariamente pela torcida bicolor. Entre os itens lançados estavam copos plásticos, sandálias e uma pedra.
O documento relata que o objeto atingiu a cabeça do quinto árbitro, Luís Diego Nascimento Lopes, que precisou de atendimento médico antes de retornar para a etapa final do jogo.
O episódio pode gerar punições ao clube mandante. O artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) prevê multa de até R$100 mil e a perda de até dez mandos de campo em casos de arremesso de objetos no campo ou em áreas adjacentes.
Dentro de campo, a expulsão de Brian foi seguida por um desentendimento entre jogadores das duas equipes. O atleta do Remo Yago Pikachu empurrou e discutiu com o camisa 23 do Paysandu, lance que causou confusão também fora das quatro linhas. O telão do estádio chegou a indicar a expulsão do jogador azulino, mas apenas o atleta bicolor recebeu o cartão vermelho naquele momento.
Após o apito final, o presidente do Paysandu, Márcio Tuma, manifestou insatisfação com a condução da arbitragem.
Paysandu e Remo empataram por 1 a 1 no Re-Pa de número 781. Ítalo marcou para o time bicolor, que atuou em desvantagem numérica após a expulsão de Brian. O empate do Remo saiu em gol contra de Quintana, após finalização de Diego Hernández, que também acabou expulso nos minutos finais da partida.
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"Precisamos jogar fora o complexo de vira-lata, de achar que somos pequenos e que não temos nada. A gente precisa querer ter para poder fazer".
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