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lucas musetti
A possibilidade de Neymar voltar a vestir a camisa da Seleção Brasileira na Copa do Mundo ganhou força nos bastidores nos últimos dias. De acordo com informação publicada pelo jornalista Lucas Musetti, do UOL, o atacante deve aparecer entre os 26 nomes escolhidos por Carlo Ancelotti para o torneio.
Nos bastidores do Santos, o entendimento é de que a presença do camisa 10 na convocação está muito próxima de ser confirmada. A lista oficial será anunciada na próxima segunda-feira (18), em evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.
Ainda segundo a informação, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entrou em contato recentemente com o Peixe para solicitar atualizações sobre as condições físicas e clínicas do atacante, movimento interpretado internamente como um forte indicativo de convocação.
Apesar do otimismo, Neymar ainda não recebeu qualquer confirmação oficial. Pessoas próximas ao jogador afirmam que ele vive a expectativa pela divulgação da lista e aguarda a definição da comissão técnica.
Caso seja confirmado no Mundial, o atacante pode até ser preservado pelo Santos nas próximas semanas para focar totalmente na preparação física. Com isso, o confronto diante do Coritiba, neste domingo, na Neo Química Arena, pode acabar sendo sua última partida antes da apresentação à Seleção.
Neymar não atua pelo Brasil desde outubro de 2023, quando sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo em partida contra a Seleção Uruguaia, pelas Eliminatórias. Desde então, o atacante enfrentou um longo processo de recuperação, passou pelo Al Hilal e retomou a carreira no Santos.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.