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los lobos
A polícia do Equador prendeu nesta segunda-feira (22) um dos líderes da facção criminosa Los Lobos, responsável por uma onda de violência que fez o país decretar estado de emergência em janeiro deste ano.
A facção foi responsável por criar um clima de terror em diferentes cidades equatorianas. A polícia informou por meio das redes sociais, que o criminoso preso nesta segunda, era conhecido como capitão Pico e tinha fugido da prisão em que estava, em Riobamba, na região central andina, em 9 de janeiro, durante um ataque do tráfico de drogas que deixou vinte mortos.
"A @PoliciaEcuador em coordenação com a @FiscaliaEcuador acaba de capturar #ColónPico em um setor de #PuertoQuito", uma pequena cidade a noroeste da capital, informou o Ministério do Interior na rede social X, antigo twitter.
O criminoso também é acusado de organizar um plano para assassinar a procuradora-geral do Equador, Diana Salazar. Ele foi preso anteriormente, por conta do plano que foi descoberto pela polícia antes de sua execução e que era uma tentativa de retaliação a Salazar, que indicou vínculo destes grupos com políticos, juízes e entidades do Estado.
Antes de Pico, Adolfo Macías, conhecido como 'Fito', chefe de outra temida organização criminosa que estava preso desde 2011, também fugiu de uma prisão no porto de Guayaquil, no Sudoeste do país, cumprindo pena de 34 anos por crime organizado, tráfico de drogas e assassinato.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.