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A edição de número 27 do Big Brother Brasil terá a maior duração da história, com 103 episódios ao longo da temporada, somando o “pré-BBB”, mostrando a seleção dos participantes anônimos do programa. O BBB27 ficará no ar entre os dias 8 de janeiro e 20 de abril. Além da novidade, a Globo também está em busca de uma maior arrecadação publicitária para a próxima edição do reality show.
A Globo disponibilizou 27 cotas de patrocínio ao mercado publicitário, com a mais cara, com três vagas disponíveis, custando R$ 141 milhões. Somando os outros 24 possíveis espaços, a empresa espera arrecadar até R$ 1,2 bilhão. Esse valor ainda pode crescer, em decorrência de oportunidades extras disponíveis, como ações de publicidade pontuais e espaços durante os intervalos comerciais em datas especiais, como o episódio final, que costuma atrair um público maior.
Em relação à programação, a atração terá algumas novidades. O primeiro bate-papo com o eliminado irá acontecer após o programa na TV aberta, contando com os apresentadores, além da presença de dois membros da plateia: um fã e um hater do participante eliminado.
Outra mudança grande na programação acontecerá aos domingos, com duas exibições do reality no mesmo dia: pela tarde, depois da exibição do Temperatura Máxima, e depois, no horário tradicional, logo depois do Fantástico. A emissora anunciou que também vai realizar um reality vertical, com criadores de conteúdo que são fãs do reality, em que os seus conhecimentos sobre o universo do reality serão testados. O vencedor ganhará uma vaga na equipe de criadores de conteúdo oficial da emissora.
O filme Velozes e Furiosos 9 ganhou um novo trailer. Com cenas de ação e mostrando os personagens se arriscando em missões aéreas, a prévia ainda traz o personagem de John Cena - Jakob Toretto, irmão de Dom (Vin Diesel) - ameaçando a união da Família.
A produção do longa ainda revelou o cartaz inédito, que reúne os personagens da sequência.
Velozes e Furiosos 9 tem direção de Justin Lin, que comandou a franquia do terceiro ao sexto filme. O filme terá Vin Diesel, John Cena, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris e Helen Mirren.
Com estreia marcada para 25 de junho nos EUA, o longa ainda não tem data de estreia confirmada aqui no Brasil.
Confira o trailer:
A quarta edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, que este ano acontece em formato online, faz, entre os dias 22 e 28 de março, uma homenagem à cineasta brasileira Adélia Sampaio. Celebrando a vida e a obra da artista, o evento vai exibir, logo em sua estreia, o filme Amor Maldito, produção brasileira pioneira em trazer temática lésbica para as telas.
A homenageada, Adélia Sampaio, tem 75 anos, é mineira de Belo Horizonte se tornou conhecida por ser a primeira cineasta negra a dirigir um longa-metragem no Brasil, em 1984. Sampaio começou sua carreira nos anos 1970, levada por sua irmã para a Difilm, empresa brasileira distribuidora de filmes.
A sua primeira obra audiovisual é o curta-metragem "Denúncia Vazia", de 1979. No filme "Amor Maldito", ela inovou ao trazer uma perspectiva feminina sobre uma relação homossexual entre duas mulheres, construindo uma narrativa que não não é erotizante e nem animalesca, algo apontado por críticos e teóricos do audiovisual como uma marca em outros filmes.
Para que houvesse a circulação do longa, Adélia aceitou a proposta do dono do Cine Paulista para transvesti-lo com uma divulgação na porta como filme pornô, já que nenhum dono de cinema queria exibi-lo à época. A filmografia de Adélia, apesar do pioneirismo, nunca chegou à mídia física ou ao streaming e ficou invisibilizada.
Atualmente, Adélia Sampaio tenta viabilizar seus novos projetos, o longa-metragem "A Barca das Visitantes" e os curtas "Meu Nome é Carretel" e "Amor em Estado Terminal".
Dirigido por Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme “Bacurau” saiu como principal vencedor do 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado de forma online neste domingo (11).
Segundo o Estadão, a obra conquistou seis Troféus Grande Otelo nas categorias “Melhor Longa-Metragem de Ficção”, “Melhor Direção”, “Melhor Efeito Visual”, “Melhor Roteiro Original”, “Melhor Montagem Ficção”, “Melhor Efeito Visual”, além de “Melhor Ator”, prêmio conquistado por Silvero Pereira e dividido com o ator baiano Fabrício Boliveira pela atuação em “Simonal”.
O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro contou, ao todo, com 32 categorias. Trinta e cinco filmes nacionais e outros 10 internacionais concorreram aos troféus. Pelo papel protagonista em “Hebe”, Andréa Beltrão venceu na categoria “Melhor Atriz”. Fernanda Montenegro venceu na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante” por “A Vida Invisível”. Já o prêmio de “Melhor Ator Coadjuvante ficou com Chico Diaz, pela atuação em “Cine Holliúdy”.
Dirigido Karim Aïnouz, “A Vida Invisível” ganhou ao todo cinco Troféus Grande Otelo. Além do prêmio conquistado por Montenegro, o filme conquistou as categorias “Melhor Direção de Arte”, “Melhor Direção de Fotografia”, “Melhor Figurino” e “Melhor Roteiro Adaptado”.
O 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro teve apresentação de Marina Person e Adriana Couto. As atrações musicais ficaram por conta de Paulinho Moska e Gilberto Gil.
Confira a lista completa de premiados:
Melhor longa-metragem de ficção
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Melhor longa-metragem documentário
Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes
Melhor longa-metragem infantil
Turma da Mônica Laços, de Daniel Rezende
Melhor longa-metragem comédia
Cine Holliúdy - A Chibata Sideral, de Halder Gomes
Melhor direção
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau
Melhor atriz
Andréa Beltrão, como Hebe Camargo, por Hebe Camargo
Melhor ator
Fabrício Boliveira, como Simonal, por Simonal
Silvero Pereira, como Lunga, por Bacurau
Melhor atriz coadjuvante
Fernanda Montenegro, como Eurídice, por A Vida Invisível
Melhor ator coadjuvante
Chico Diaz, como Véi Gois, por Cine Holliúdy
Melhor direção de fotografia
Hélène Louvart, por A Vida Invisível
Melhor roteiro original
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau
Melhor Roteiro Adaptado
Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray, baseado no livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha, por A Vida Invisível
Melhor direção de arte
Rodrigo Martirena, por A Vida Invisível
Melhor figurino
Marina Franco, por A Vida Invisível
Melhor maquiagem
Simone Batata, por Hebe - a Estrela do Brasil
Melhor efeito visual
Mikaël Tanguy e Thierry Delobel, por Bacurau
Melhor montagem ficção
Eduardo Serrano, por Bacurau
Melhor montagem documentário
Karen Harley, por Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar
Melhor som
Marcel Costa, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond, Armando Torres Jr., ABC e Renan Deodato, por Simonal
Melhor trilha sonora
Wilson Simoninha e Max de Castro, por Simonal
Melhor longa-metragem estrangeiro
Parasita | Parasite, de Bong-Joon-ho
Melhor longa-metragem ibero-americano
A Odisséia dos Tontos | La Odisea de los Giles, de Sebástian Borensztein
Melhor longa-metragem de animação
Tito e os Pássaros, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto
Melhor curta-metragem animação
Ressurreição, de Otto Guerra
Melhor curta-metragem documentário
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner
Melhor curta-metragem ficção
Sem Asas, de Renata Martins
Melhor série de animação TV paga / OTT
Turma da Mônica Jovem, 1ª temporada, de Marcelo de Moura
Melhor série de documentário TV paga / OTT
Quebrando o Tabu, 2ª temporada, de Katia Lund e Guilherme Melles
Melhor série de ficção TV Paga / OTT
Sintonia, 1ª temporada, de Kondzilla e Johnny Araújo
Melhor série de ficção TV aberta
Cine Holliúdy, 1ª temporada, de Halder Gomes e Renata Porto D’ave
Melhor primeira direção de longa-metragem
Leonardo Domingues, por Simonal
Melhor filme voto popular
Eu Sou Mais Eu, de Pedro Amorim
Com a exibição de 130 filmes em oito dias de evento, o XV Panorama Internacional Coisa de Cinema, que foi realizado entre os dias 30 de outubro e 6 de novembro, anunciou os vencedores avaliados em 8 júris, com o total de 25 categorias.
De acordo com a Secult, sediado nas cidades de Salvador e Cachoeira, o encontro homenageou o cineasta Glauber Rocha e proporcionou debates entre produtores e público sobre cada obra apresentada entre longas e curtas-metragens.
Os filmes apresentados durante o projeto foram subdivididas em três modalidades, entre elas, baiana, nacional e internacional. Além disso, estudantes do curso de Cinema da Universidade Federal do Recôncavo Baiano marcaram presença no Panorama, apresentando produtos próprios e concorrendo às premiações.
Em Cachoeira, as exibições dos filmes foram feitas no Cine Theatro Cachoeirano. Em Salvador, os espaços escolhidos foram a Sala Walter da Silveira e o Cinema Glauber Rocha, este último, também sediou a cerimônia de entrega dos prêmios, ocorrida na última quarta-feira (6). Entre os convidados para compor o “Júri Oficial Nacional” estiveram a atriz Luciana Souza, a diretora Cristina Nord e o crítico Marcus Mello.
O XV Panorama Internacional Coisa de Cinema teve como realizadora a produtora Coisa de Cinema. O evento contou com a parceria do Governo do Estado da Bahia, que concedeu apoio financeiro por meio do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia, além do apoio do Ministério da Cidadania, através do Fundo Setorial de Audiovisual.
Confira os vencedores:
Júri Oficial Nacional
Melhor Longa-metragem: A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro (SP)
Prêmio Especial: A Rainha Nzinga Chegou, de Júnia Torres e Isabel Casimira (MG)
Melhor Curta-metragem: Quantos Eram pra Tá?, de Vinícius Silva (SP)
Júri Oficial Baiana
Melhor Longa-metragem: Cinema de Amor, de Edson Bastos e Henrique Filho
Melhor Curta-metragem: Arco do Tempo, de Juan Rodrigues
Destaque: Miúda e o Guarda-Chuva, de Amadeu Alban
Menção Honrosa: Victor Marinho por Vigia – Um Olhar para a Morte e Enjoy Your Sunday
Júri Oficial Internacional
Melhor Longa-metragem: Retablo, de Álvaro Delgado-Aparicio (Peru/Alemanha/Noruega)
Menção Honrosa: In Search…, de Beryl Magoko (Alemanha/Quênia)
Melhor Curta-metragem: Dante vs. Mohammed Ali, de Marc Wagenaar (Holanda)
Menção Honrosa: Flow, de Adriaan Lokman (Holanda/França)
Júri Oficial Cachoeira
Melhor Longa-metragem: Selvagem, de Diego da Costa (SP)
Melhor Curta-metragem: Enquanto Eu For Lembrado, de Allan Maia (BA)
Menção Honrosa: Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Menção Honrosa: Arco do Tempo, de Juan Rodrigues (BA)
Júri APC Nacional
Melhor Longa-metragem: A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro (SP)
Melhor Curta-metragem: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Marcos e Eduardo Carvalho (RJ)
Júri APC Baiana
Melhor Longa-metragem: Cinema de Amor, de Edson Bastos e Henrique Filho
Melhor Curta-metragem: Joderismo, de Marcus Curvelo
Júri Jovem Nacional
Melhor Longa-metragem: Casa, de Letícia Simões (PE)
Melhor Curta-metragem: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Marcos e Eduardo Carvalho (RJ)
Júri Jovem Baiana
Melhor Longa-metragem: Cinema de Amor, de Edson Bastos e Henrique Filho
Melhor Curta-metragem: Vigia – Um Olhar pra a Morte, de Victor Marinho
Menção Honrosa: Joderismo, de Marcus Curvelo
Prêmio Elo Company
Sem Asas, de Renata Martins (SP)
Prêmio IndieLisboa
Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha (Brasil/França/Argentina)
O projeto de longa-metragem baiano “Madalena”, da produtora O Candeeiro Filmes, foi um dos 12 trabalhos selecionados para o Pitching público da Expocine 2019. A ser realizado em São Paulo, entre os dias 1º e 4 de outubro, o evento, considerado o segundo maior do mundo voltado ao executivos do cinema terá como tema, na sua sexta edição, “O Hub da Tela Grande”.
“Madalena”, que conta a história de uma mãe solteira envolvendo o garimpo, o coronelismo, a política e o jornalismo combativo, tem como pano de fundo a Chapada Diamantina, região do centro baiano conhecida pelas riquezas minerais. Com a autoria, direção e roteirização de Sophia Mídian, o projeto será apresentado pela cineasta a um grupo de compradores nacionais e internacionais durante o evento.
Sophia, que também é CEO da produtora baiana registrada na Ancine desde 2011, contou que vem elaborando o projeto há alguns anos e analisou que em 2019 seria o momento ideal para que ela apresentasse ao público o trabalho. “Venho amadurecendo o projeto há alguns anos e chegou a hora de mostrá-lo para um público especializado, a fim de conseguir recursos para a sua realização”, disse.
Em relação ao tema tratado no projeto ela também revelou inspirações próximas, com um embasamento em fatos reais: “O roteiro, escrito por mim e iniciado durante uma oficina com o veterano Orlando Senna, já passou por algumas consultorias e é levemente inspirado na história dos meus pais, que se conheceram no final da década de 70, em Seabra, capital da Chapada e centro geográfico da Bahia”.
Estrelado por Sônia Braga e grande elenco, o filme “Bacurau”, dos diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, arrecadou no último final de semana, entre os dias 5 e 8 de setembro, cerca de R$ 1,4 milhão nas bilheterias do Brasil, de acordo com o colunista Lauro Jardim, do O Globo.
Com a cifra, “Bacurau” ficou na sexta colocação dos filmes mais assistidos no período segundo levantamento realizado pela Comscore. Durante os quatro dias, o filme foi exibido em 356 salas e contou com a presença de 79 mil espectadores. No geral, desde a sua estreia, “Bacurau” arrecadou, até então, R$ 4,2 milhões nas bilheterias e pouco mais de 250 mil pessoas assistiram ao filme.
Entre os dias 5 e 8 de setembro o filme “It - Capítulo Dois” foi quem encabeçou a lista como filme mais assistido e com melhor arrecadação nacionalmente. O longa americano atingiu a marca de exibição em 509 salas, 1,03 milhão de espectadores e bilheteria na casa dos R$ 17 milhões.
Em segundo lugar, no mesmo período, ficou o filme religioso “Nada a perder 2”. Apesar de grande procura nas bilheterias, mas presença abaixo do esperado nas salas de cinema, o longa, segunda parte da história sobre o bispo Edir Macedo, foi exibido em 1.061 salas, com presença de 394 mil espectadores e R$ 3,5 milhões de bilheteria.
Dirigido pelo ator e diretor baiano Wagner Moura, o filme biográfico “Marighella” foi selecionado para participar de mais quatro festivais internacionais.
De acordo com o portal Gente, após passagem no Berlinale Palast, no Festival de Berlim, na Alemanha (relembre aqui), o longa seguirá para eventos do mesmo porte na França, com o Festival do Cinema Brasileiro de Paris (16 de abril), partindo logo em seguida para o Bari International Film Festival, na Itália (27 de abril até 4 de maio).
Fora da Europa, “Marighella” marcará presença na Austrália com o 66º Sydney Film Festival (de 6 a 16 de junho) e depois a equipe de atores e produtores desembarca na capital chilena para o Santiago Festival Internacional de Cine (de 18 a 28 de agosto).
Primeiro trabalho de Moura à frente da direção de um longa, “Marighella” trata sobre os último anos de vida do guerrilheiro Carlos Marighella, interpretado pelo cantor e ator Seu Jorge. Personagem da história do Brasil, o baiano foi um dos principais opositores que lutaram contra o regime militar no país na década de 1960. Além do cantor carioca, estão no elenco atores como Humberto Carrão, Bruno Gagliasso e Adriana Esteves.
Com direção de César Rodrigues, Paulo Gustavo conta que a personagem retorna mais moderna e repaginada, além de rica, chique e apresentadora de TV. Acompanhando os passos da mãe, os filhos Marcelinha (Mariana Xavier) e Juliano (Rodrigo Pandolfo) também querem ser mais independentes e conquistar a liberdade, decisão que desagrada Dona Hermínia. "Está sendo uma delícia fazer o filme, a equipe toda é ótima, está leve e em sintonia. Isso contribui pra que as cenas fiquem mais engraçadas, mais divertidas e aí, consequentemente, o público em casa se diverte mais ainda", conclui o ator. O elenco do segundo filme conta ainda com Herson Capri, Samantha Schmütz, Suely Franco e Alexandra Richter.
No filme, Roberto (Chico Diaz) e Júlio (Caio Castro) têm um relacionamento conturbado de amor e ódio. Um incidente altera a rotina de Roberto e o leva a repensar a vida e tentar se reaproximar do filho. Pouco interessado neste contato, Júlio divide seu tempo entre a diversão e seu envolvimento com o tráfico de drogas.
No elenco, ainda dá para encontrar os baianos Caco Monteiro, que interpreta o melhor amigo de Roberto e a atriz Cyria Coentro, cuja personagem se envolve com Roberto. O filme será apresentado nas quatro salas do complexo de cinema, sendo que uma delas (sala 1) recebe o debate com o diretor e a atriz Camila Camargo. Logo após o debate tem início a noite de premiação do festival. No momento serão anunciados os vencedores das mostras competitivas.
Os ingressos para as sessões do Panorama no Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
A história de “Ralé” é sobre o casamento de Barão, personagem de Ney, ex-viciado em heróina, com um dançarino, em uma vila rural criada por ele. No entanto, o filme é mais amplo, é sobre as minorias. “Esse filme precisa existir nesse momento de nosso país que está tomando um rumo tão estranho, ele é necessário”, afirmou o cantor. Desde o início do longa, Ignez coloca essa questão. “Já no começo, ele traz os indígenas, que estão sendo massacrados e ninguém fala disso”, contou Ney, sendo aplaudido prontamente pela plateia.

Ney Matogrosso, Djin Sganzerla (que teambém está no elenco) e Helena Ignez: exibição e bate-papo com o público | Foto: Milena Palladino
“Ralé” nasceu de um média-metragem também dirigido por Ignez, que era sobre uma única minoria, como ela fala. “Começou exatamente com a ideia do beijo, do Ney. E conseguiu bastante sucesso”, explicou a cineasta. Por conta do sucesso, a diretora conseguiu um orçamento, que garantiu a produção do longa. “Era exatamente o que eu queria, falar sobre mulheres, sobre os gays”, contou. Além das duas, há cenas de “Ralé” que demonstram apoio da cineasta à causa trans (uma das personagens trans do filme é a celebrante do casamento de Barão e seu noivo).
Ralé mostra também como Ignez continua ligada ao bom cinema e à sua relação com a sétima arte, que vai além do casamento com Glauber Rocha. A atriz de “Copacabana Mon Amour” se coloca em um espelho temporal dentro de seu próprio filme. Sonia Silk, personagem de Ignez no filme de Rogério Sganzerla, ressurge em uma releitura, como uma ode à geração que revolucionou o cinema nacional.
Ralé tem feito carreira em festivais e estreia nacionalmente em abril de 2016, com distribuição pela Pandora Filmes.
Ainda assim, Mora viu vantagens na troca das grandes câmeras por iPhones. "Com elas, precisaríamos de uma pré-produção muito maior. Com celulares, em lugares públicos, ninguém reparava que estávamos gravando", afirmou. "A maior limitação técnica não eram os iPhones, mas o orçamento. Sempre vi as vantagens de se fazer dessa forma muito maior do que os pontos negativos". No quesito financeiro, o diretor tem razão. "Charlote SP", que conta a história de uma modelo e um cineasta redescobrindo a cidade de São Paulo, custou muito menos que outros filmes de baixo custo.
Veja a carta assinada pelos diretores, para dividir o prêmio de melhor longa-metragem:
- Guerra Mundial Z: o filme, baseado no livro “Guia de Sobrevivência a Zumbis” de Max Brooks, retrata a missão de um oficial nas Nações Unidas, Gerry Lane (Brad Pitt), recrutado para investigar sobre uma misteriosa doença que se espalha pelo mundo. O filme mostra uma guerra entre Gerry e uma legião de humanos que morreram e ressuscitaram como zumbis.
- Os Amantes Passageiros: dirigido pelo espanhol Pedro Almodóvar, o filme se passa dentro de um avião fora de controle e, em meio ao desespero geral, eles começam a fazer confissões sobre seus pecados e suas últimas vontades. Num misto com comédia, o longa busca criticar a heteronormatividade.
- Todo Mundo em Pânico 5: embora dê continuidade as sátiras da televisão, e mais precisamente da internet, como “Gagnam Style”, o 5º filme da franquia conta com um novo diretor, Malcolm D. Lee. O longa aproveita para parodiar filmes como Mama, Cisne Negro, Atividade Paranormal e Planeta dos Macacos.
Confira o trailer:
“Os Homens que Não Amavam as Mulheres” é baseado em um dos livros da trilogia de romances escritos por Stieg Larsson, um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país. O autor morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo. Faz parte da saga também os títulos “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”.
O esperado documentário 'Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio' tem estreia marcada para a próxima segunda-feira (17). A exibição acontecerá durante a programação do ‘Festival do Rio’. Dirigido por Walter Carvalho ('Cazuza') e Evaldo Mocarzel, o filme aprofunda assuntos polêmicos sobre a carreira do cantor, segundo informa a ‘Folha de S. Paulo’, "O Raul era um artista que tinha pressa, inquieto, provocador e libertário. A ideia foi filmar o mito do jovem artista que se consome e morre por sua obra", diz Walter Carvalho.
A obra conta com participação de todas as herdeiras de Seixas, que toparam participar por meio de seus depoimentos. São cinco ex-mulheres e três filhas, cujo relacionamento não é lá dos mais amenos. Outro que aceitou fazer parte do documentário foi Paulo Coelho, eterno parceiro de composições e esoterismo de Raul. O escritor fala de como foi difícil sua relação com Raul, que rendeu clássicos como 'Gitã', 'Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás' e 'Sociedade Alternativa'.
"Era um casamento com tudo menos sexo. Mas era complicado, havia competição", revela Paulo Coelho durante entrevista. "Não me arrependo de ter apresentado as drogas a ele. Um cara com aquela idade (25 ou 27) já sabia o que estava fazendo. Maconha, ácido, chá de cogumelo - aquilo fazia parte da minha cultura", publicou a ‘Folha’ que teve acesso ao filme.
Confira o trailer de 'Raul Seixas - O Início, o Fim e o Meio':

A atriz Camila Pitanga estrela cenas de nudizmo no filme “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”. Escrito por Beto Brant e Renato Ciasca, o longa é baseado no romance homônimo de Marçal Aquino, que conta a história de um triângulo amoroso entre Cauby (Gustavo Machado), um fotógrafo de passagem pela Amazônia, a instável Lavínia (Camila Pitanga) e seu marido, Ernani (Zecarlos Machado). O filme, que é protagonizado pela artista global, traz cenas sensuais com Gustavo e Zecarlos. A exibição será realizada durante o ‘Festival do Rio’, a partir do dia 6 de outubro. Confira o trailer de “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, estrelado por Camila Pitanga:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.
