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lionel scaloni
Eulalia Marzetti, mãe do técnico da Seleção Argentina, Lionel Scaloni, morreu aos 74 anos, na noite da última terça-feira (27), em Pujato, na província de Santa Fé, na Argentina. A informação foi confirmada por familiares à imprensa argentina e divulgada nesta quarta-feira (28). A Associação do Futebol Argentino (AFA) também se manifestou sobre o falecimento.
Eulalia enfrentava problemas de saúde desde 2021, situação que havia sido mencionada publicamente pelo treinador em diferentes oportunidades. A causa específica da morte não foi informada oficialmente pela família.
Natural de Pujato, onde residia com o marido, Ángel Scaloni, Eulalia trabalhou como juíza de paz no município. Além de Lionel, era mãe de Mauro e Corina Scaloni. Segundo o portal argentino Rosario3, a cerimônia de despedida será reservada a familiares e pessoas próximas.
Em publicação nas redes sociais, a AFA prestou solidariedade ao treinador e aos seus familiares. O presidente da entidade, Claudio Tapia, também divulgou uma mensagem de condolências.
"A Associação do Futebol Argentino, com seu presidente Claudio Tapia à frente, envia suas condolências ao nosso treinador Lionel Scaloni e a toda sua família pelo falecimento de sua mãe, Eulalia Marzetti", informou a federação.
TÍTULO DEDICADO à MÃE
A situação de saúde de Eulalia já havia sido abordada por Scaloni em julho de 2021, após a Argentina conquistar a Copa América diante do Brasil, no Maracanã. Na ocasião, o treinador dedicou o título à mãe, que enfrentava problemas de saúde.
"Quero dedicar à minha mãe, que há alguns dias teve um problema bastante grave e está lutando", declarou o técnico, na época, em tradução livre.
Em outubro daquele ano, após uma vitória da Argentina sobre o Peru pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, Scaloni voltou a comentar o momento familiar durante uma entrevista coletiva.
"Não estou em condições de pensar na Copa do Mundo", afirmou, ao abordar a situação de saúde dos pais.
Scaloni, de 48 anos, comanda a Seleção Argentina desde 2018. Durante sua passagem, conquistou as Copas América de 2021 e 2024, a Finalíssima de 2022 e a Copa do Mundo do Catar, também em 2022.
A seleção argentina está próxima de confirmar a permanência de Lionel Scaloni no comando técnico até a Copa do Mundo de 2030. Segundo a imprensa argentina, o treinador chegou a um acordo com a Associação do Futebol Argentino (AFA) para prolongar seu vínculo, que termina em dezembro deste ano. A negociação está encaminhada, mas ainda depende da assinatura do novo contrato e do anúncio oficial da entidade.
De acordo com o jornal argentino Doble Amarilla, o acordo prevê inicialmente mais dois anos de contrato, até a Copa América de 2028, com extensão automática por outras duas temporadas, desde que haja concordância entre as partes. A expectativa é de que a renovação seja oficializada durante a próxima Data Fifa, em novembro.
As conversas entre Scaloni e a AFA foram intensificadas em setembro, quando o presidente da entidade, Claudio Tapia, iniciou formalmente as tratativas com o treinador. Questões financeiras e detalhes do planejamento esportivo estavam entre os pontos discutidos antes do entendimento.
A continuidade do técnico ocorre em um momento de transição para a seleção argentina. Após a despedida de Lionel Messi da equipe nacional, Scaloni terá a responsabilidade de conduzir a reformulação do elenco e preparar uma nova geração de jogadores para as próximas competições internacionais.
No comando da seleção desde 2018, Scaloni se consolidou como um dos treinadores mais vitoriosos da história do futebol argentino. O principal resultado de sua passagem foi a conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar, encerrando um período de 36 anos sem títulos mundiais para o país.
Além do Mundial, o treinador conquistou duas edições da Copa América, em 2021 e 2024, e a Finalíssima de 2022, disputada contra a Itália.
A permanência também poderá colocar Scaloni entre os técnicos com maior número de partidas à frente da Argentina. Segundo o Doble Amarilla, o treinador soma 107 jogos desde que assumiu o cargo, com 79 vitórias, 18 empates e dez derrotas.
O próximo objetivo será a preparação para a Copa América de 2028 e, posteriormente, para o Mundial de 2030, que terá partidas na Espanha, em Portugal e no Marrocos, além de jogos comemorativos do centenário da competição na América do Sul.
PRÓXIMA DATA FIFA
A seleção argentina voltará a campo durante a Data Fifa de novembro, quando enfrentará o Uruguai, no dia 13, na Bombonera, em Buenos Aires, e a Costa Rica, no dia 17, no Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba.
A expectativa é de que a AFA aproveite o período para anunciar oficialmente a continuidade de Scaloni e apresentar os detalhes do novo contrato.
Lionel Messi fará nesta terça-feira (6) sua última partida com a camisa da Seleção Argentina. Aos 39 anos, o camisa 10 enfrentará Benim, às 20h, no horário de Brasília, no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, em um amistoso organizado como despedida oficial do maior artilheiro e recordista de jogos da Albiceleste.
A partida terá transmissão do sportv e da ge TV, pelo YouTube. Os ingressos para o Monumental se esgotaram em menos de duas horas após o início das vendas, e a Associação de Futebol Argentino (AFA) preparou uma programação especial para a última atuação de Messi.
O atacante foi poupado dos dois compromissos anteriores da Argentina nesta Data Fifa para se concentrar na despedida. Sem Messi, a equipe comandada por Lionel Scaloni venceu a Bolívia por 4 a 0 e depois goleou a equipe sub-23 de Burkina Faso por 7 a 0.
HOMENAGENS E CAMISA ESPECIAL
A AFA convidou jogadores que integraram a conquista da Copa do Mundo de 2022 para participar das homenagens. Dentro de campo, Messi deverá atuar ao lado de nomes que fizeram parte daquele título, como Emiliano Martínez, Cristian Romero, Rodrigo De Paul, Enzo Fernández, Lautaro Martínez e Julián Álvarez.
A Argentina também utilizará uma camisa especial para a ocasião. O uniforme mantém o azul-celeste e o branco como referências principais, acrescenta detalhes dourados e traz uma representação do Sol de Maio, símbolo da bandeira argentina.

Foto: Divulgação / Adidas

Foto: Divulgação / Adidas
Outra ação organizada para a despedida é o Fan Fest “Gracias, Leo”, montado pela AFA na Cidade Universitária de Buenos Aires. A programação começa ao meio-dia e terá música, gastronomia, atrações interativas e transmissão da partida em um telão.
MESSI NA ARGENTINA
Messi chega ao último compromisso pela Argentina com 207 partidas e 125 gols, recordes de jogos e de bolas na rede pela seleção. O camisa 10 também soma 66 assistências.
Pela equipe principal, conquistou a Copa América de 2021 e 2024, a Finalíssima de 2022 e a Copa do Mundo de 2022. Na última Copa, em 2026, marcou oito gols e deu quatro assistências na campanha que levou a Argentina à final, perdida por 1 a 0 para a Espanha.
Messi anunciou oficialmente sua aposentadoria da seleção no dia 31 de agosto, pouco mais de um mês após a decisão do Mundial. Posteriormente, a AFA acertou com o jogador e Lionel Scaloni seu retorno pontual para a partida de despedida em Buenos Aires.
Argentina x Benim - Amistoso Internacional
Data: terça-feira, 6 de outubro
Horário: 20h, de Brasília
Local: Estádio Monumental de Núñez, Buenos Aires
Transmissão: sportv e ge TV, pelo YouTube
Um levantamento publicado pelo jornal alemão BILD nesta semana apontou que Carlo Ancelotti é o técnico de seleção mais bem pago do mundo. De acordo com as informações do jornal alemão, o treinador da Seleção Brasileira recebe cerca de 10 milhões de euros por ano, valor que corresponde a aproximadamente R$ 58 milhões.
A remuneração coloca o italiano isolado no topo da relação dos dez treinadores de seleções com os maiores vencimentos anuais. O levantamento considera valores estimados de salários pagos pelas federações.
Ancelotti tem uma vantagem de 3 milhões de euros para o segundo colocado, o alemão Jürgen Klopp, que recebe cerca de € 7 milhões por ano no comando da seleção de seu país. Veja o ranking:
- 1º — Carlo Ancelotti (Brasil): € 10 milhões
- 2º — Jürgen Klopp (Alemanha): € 7 milhões
- 3º — Mauricio Pochettino (Estados Unidos): € 6,8 milhões
- 4º — Thomas Tuchel (Inglaterra): € 6 milhões
- 5º — Luis de la Fuente (Espanha): € 5 milhões
- 6º — Jorge Jesus (Portugal): € 4 milhões
- 7º — Zinedine Zidane (França): € 3,6 milhões
- 8º — Xavi Hernández (Holanda): € 3 milhões
- 9º — Lionel Scaloni (Argentina): € 2,3 milhões
- 10º — Ralf Rangnick (Áustria): € 2 milhões
O salário de Ancelotti é superior ao dos outros treinadores que aparecem nas primeiras posições do levantamento. Klopp ocupa a segunda colocação, enquanto Mauricio Pochettino, técnico dos Estados Unidos, aparece logo atrás, com € 6,8 milhões anuais.
Thomas Tuchel, da Inglaterra, fecha o grupo dos quatro primeiros, com vencimentos estimados em € 6 milhões por temporada. Entre os nomes conhecidos do futebol brasileiro, Jorge Jesus aparece na sexta posição. O português recebe cerca de € 4 milhões por ano no comando da seleção de Portugal.
O ranking reúne treinadores com diferentes históricos no futebol de seleções. Lionel Scaloni, campeão da Copa do Mundo de 2022 com a Argentina, aparece na nona posição, com € 2,3 milhões anuais. Zinedine Zidane, que comandará a França, é o sétimo colocado, com € 3,6 milhões, enquanto Xavi Hernández aparece em oitavo, com € 3 milhões no comando da Holanda.
Os valores apresentados pelo BILD são estimativas e podem não representar integralmente bônus, premiações e outros ganhos previstos nos contratos dos treinadores.
O técnico Lionel Scaloni se emocionou durante a entrevista coletiva concedida após a derrota da Argentina para a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, disputada neste sábado (19), em Nova Jersey. Visivelmente abalado, o treinador chorou ao comentar o vice-campeonato e exaltou o desempenho do grupo ao longo da competição.
"Tentamos até o final dar o nosso melhor. Esse lugar é maravilhoso. Para seguir, se necessita de um monte de coisas. Principalmente voltar a formar um grupo como este, que dificilmente se volta a formar. Me dói a alma. Desculpe", declarou Scaloni, interrompendo a fala em meio às lágrimas.
Ao analisar a decisão, o comandante argentino reconheceu os méritos da seleção espanhola e destacou a trajetória da equipe no torneio. "Chegamos à final com peito aberto. E não pôde ser. Eles foram vencedores justos, temos que reconhecer. Foi por pouco. Tem que seguir. Quando se perde, nem tudo é mau. São momentos também para fortalecer todo o país", afirmou. Scaloni também agradeceu aos torcedores que viajaram aos Estados Unidos para apoiar a seleção durante a campanha.
Questionado sobre o futuro da equipe e uma possível aposentadoria de Lionel Messi da seleção, o treinador disse não ter conversado com o camisa 10 sobre o tema. Embora tenha indicado a intenção de cumprir seu vínculo, evitou confirmar a permanência no cargo.
"Não, [Messi] não me disse. Não falei com Leo. Vou falar com o presidente. Sei o que quero fazer. Vou cumprir o contrato. Sinto a necessidade também de pensar, porque não sei se vou poder fazer algo tão grande. Tenho que falar. Tenho que agradecer ao presidente por estar nesse lugar", disse.
Antes de encerrar a coletiva, Scaloni deixou uma mensagem aos argentinos e reforçou o orgulho pelo desempenho do elenco. "Estou orgulhoso de todos os jogadores do elenco. Aos argentinos, lembro das palavras de [Alejandro] Sabella, que disse que lhe doía alma. Se eu pudesse repetir as palavras, é que dói na alma. Mas é um orgulho competir e chegar à final nas condições que tivemos, que poderiam ser melhores, e ainda assim não deixamos de competir. O treinador está satisfeito com os jogadores. O único que se pode pedir aos jogadores é dar tudo até o final, e eles fizeram isso", concluiu.
No comando da Argentina desde 2018, Scaloni soma conquistas importantes pela seleção, incluindo a Copa do Mundo de 2022, a Finalíssima de 2022 e os títulos da Copa América de 2021 e 2024.
Argentina e Espanha decidem neste domingo (19) quem será a campeã da Copa do Mundo de 2026. Às 16h, no horário de Brasília, as seleções se enfrentam no MetLife Stadiun, em Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, na grande final do torneio.
A decisão coloca frente a frente a atual campeã mundial e sul-americana contra a atual campeã europeia. De um lado, a Argentina tenta conquistar o quarto título de sua história e levantar a taça pela segunda edição consecutiva. Do outro, a Espanha busca o bicampeonato mundial e tenta voltar ao topo pela primeira vez desde 2010.
Além de garantir a taça da Copa do Mundo, quem sair vencedor receberá as medalhas de ouro e entrará para a história como o primeiro campeão da edição com 48 seleções. A final também marcará o encerramento do Mundial realizado em Estados Unidos, México e Canadá.
A Argentina chega à decisão após eliminar a Inglaterra na semifinal, com vitória por 2 a 1. Antes disso, a equipe comandada por Lionel Scaloni passou pela Suíça nas quartas de final, pelo Egito nas oitavas e por Cabo Verde nos 16 avos.
A Espanha garantiu vaga na final ao vencer a França por 2 a 0 na semifinal. No mata-mata, a seleção espanhola também passou por Bélgica, Portugal e Áustria até chegar à decisão.
Ambas as Seleções já foram escaladas pelos seus respectivos treinadores. Confira abaixo:
Luis de La Fuente segue para o embate sem mudanças, e vai mandar a campo o que tem de melhor. La Roja está escalada com Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Já Lionel Scaloni vem com mudança na escalação. Nico González entra na equipe titular para se juntar aos seus dez companheiros restantes e Paredes vai para o banco. A Seleção Argentina foi montada com Emiliano Martínez; Montiel, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Mac Allister, Enzo Fernandez e Gonázalez; Lionel Messi e Julian Álvarez.
A final da Copa do Mundo de 2026 ainda não começou, mas a Argentina já se prepara para um possível dia seguinte de celebração. Nos bastidores, o governo de Javier Milei discute a possibilidade de decretar feriado nacional na segunda-feira (20), caso a seleção argentina vença a Espanha e conquiste o título mundial.
A medida, segundo o jornal argentino Clarín, ainda não está oficializada e depende diretamente do resultado da decisão deste domingo (19). A avaliação, no entanto, é de que o feriado tem chances de ser adotado em caso de vitória da equipe comandada por Lionel Scaloni.
O cenário em análise repete o modelo adotado após a conquista da Copa do Mundo de 2022, no Catar. Na época, o governo de Alberto Fernández decretou feriado nacional para permitir que a população acompanhasse a chegada da delegação e participasse das comemorações pelo título vencido contra a França.
Além da discussão sobre o feriado, a Casa Rosada também se movimenta para organizar a parte logística de uma eventual festa. O governo argentino já mantém contato com a Associação do Futebol Argentino (AFA) para tratar do retorno da delegação ao país, caso a seleção levante novamente a taça.
A articulação envolve segurança, deslocamento da equipe e possíveis celebrações nas ruas. O chefe de Gabinete, Diego Santilli, afirmou que o governo não pretende definir o formato da comemoração, mas estará à disposição para colaborar com a organização.
"A decisão é dos jogadores e da comissão técnica. Não cabe ao governo decidir como será a comemoração. Nós vamos respeitar e acompanhar a decisão que eles tomarem", declarou.
Santilli também afirmou que ele e Karina Milei, secretária-geral da Presidência e irmã do presidente Javier Milei, são os responsáveis por manter o diálogo direto com dirigentes da AFA.
A expectativa é de que uma eventual conquista provoque nova mobilização popular em Buenos Aires e em outras cidades argentinas. Em 2022, milhões de torcedores foram às ruas para celebrar o tricampeonato mundial, em uma festa que chegou a alterar o planejamento inicial do desfile da seleção.
Argentina e Espanha se enfrentam neste domingo, às 16h, no horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey. A seleção argentina busca o quarto título mundial de sua história e tenta conquistar a Copa pela segunda edição consecutiva.
O técnico da Argentina, Lionel Scaloni, voltou a negar que a seleção seja beneficiada pela arbitragem na Copa do Mundo de 2026. Em entrevista coletiva antes do duelo contra a Suíça, pelas quartas de final, o treinador afirmou que as acusações acompanham a equipe há décadas e disse que elas servem de motivação para os jogadores.
Segundo Scaloni, o discurso sobre um possível favorecimento à Argentina não surgiu nesta edição do Mundial.
"Não sei se falo em nome da Argentina, mas há muito tempo, desde 1986, dizem que somos favorecidos. Não é algo recente. Há críticas, e isso vem sendo usado, desde que me lembro, sempre contra a Argentina", afirmou.
O treinador reconheceu que as críticas chegam ao elenco, mas disse que o grupo transforma a situação em combustível dentro de campo.
"Levamos isso em consideração e, sim, isso afeta os jogadores. Usamos isso como uma espécie de rebeldia, incentivando-os a se rebelarem para que joguem ainda melhor", declarou.
Scaloni também saiu em defesa da arbitragem e do uso do árbitro de vídeo (VAR). Para ele, a tecnologia reduz a possibilidade de erros e torna improvável qualquer tipo de favorecimento.
A Argentina chega às quartas de final cercada por questionamentos após decisões da arbitragem favoráveis à equipe durante a competição. A seleção teve três pênaltis marcados a seu favor no Mundial, embora Lionel Messi tenha desperdiçado duas cobranças. Os lances geraram reclamações, especialmente após a vitória sobre o Egito nas oitavas.
A equipe argentina enfrenta a Suíça neste sábado (11), às 22h (horário de Brasília), em busca de uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo de 2026.
A Seleção Argentina recebeu uma boa notícia na última segunda-feira (25). Exames realizados em Lionel Messi descartaram lesão muscular na coxa esquerda do camisa 10 após o susto na vitória do Inter Miami sobre o Philadelphia Union, pela MLS.
Apesar da ausência de lesão, o clube norte-americano confirmou em comunicado oficial que o craque sofreu uma “sobrecarga associada à fadiga muscular”, situação que ainda gera preocupação às vésperas da Copa do Mundo.
Messi deixou o gramado aos 28 minutos do segundo tempo, logo após sentir o desconforto na parte posterior da coxa esquerda. A substituição imediata ligou o alerta na comissão técnica da Argentina, que estreia no Mundial no dia 16 de junho, diante da Argélia.
O duelo contra o Philadelphia Union foi o último compromisso do Inter Miami antes da paralisação da MLS para a disputa da Copa do Mundo. A equipe venceu por 6 a 4, com grande atuação de Luis Suárez.
Em nota, o clube informou que o retorno do argentino aos treinamentos dependerá de sua evolução clínica e física, sem estabelecer prazo para recuperação.
A tendência é que Messi seja preservado dos amistosos preparatórios da Argentina antes do Mundial. A equipe comandada por Lionel Scaloni encara Honduras no dia 6 de junho e a Islândia no dia 9, ambos em solo norte-americano.
O cenário aumenta a preocupação da comissão técnica argentina, que já monitora outros atletas em recuperação física na reta final da temporada europeia. Entre os nomes observados estão Emiliano Martínez, Cristian Romero, Nahuel Molina e Julián Álvarez.
A Seleção Argentina tem motivos para se preocupar às vésperas da Copa do Mundo. Neste domingo (24), Lionel Messi sentiu dores na parte posterior da coxa esquerda durante a partida entre Inter Miami e Philadelphia Union, no Nu Stadium, pela MLS, e precisou ser substituído no segundo tempo.
O camisa 10 deixou o gramado com pouco mais de 25 minutos da etapa final e seguiu direto para o vestiário. Segundo informações do jornalista Gastón Edul, da TyC Sports, Messi pediu a substituição por precaução após sentir o desconforto muscular, mas não sofreu lesão.
?????????? Lionel Messi PIDIÓ EL CAMBIO en Inter Miami y SE FUE DIRECTO AL VESTUARIO, con una molestia física.
— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) May 25, 2026
Que no sea nada, por favor. ???????? pic.twitter.com/8gxoDrZhh0
Ainda de acordo com o repórter argentino, o craque preferiu não permanecer em campo para evitar um agravamento da situação a poucas semanas da estreia da Argentina na Copa do Mundo.
Mesmo sem Messi na reta final da partida, o Inter Miami venceu o Philadelphia Union por 6 a 4, com atuação decisiva de Luis Suárez, autor de três gols.
A Argentina estreia no Mundial no dia 16 de junho, diante da Argélia, pela fase de grupos. A convocação oficial do técnico Lionel Scaloni deve ser divulgada nesta semana.
Caso a lesão não o tire da Copa, Lionel Messi disputará mais uma edição, aos 38 anos, pela Argentina. Campeão mundial em 2022 e bicampeão da Copa América, o atacante vive a expectativa de sua última participação em Mundiais.
A Asociación del Fútbol Argentino (AFA) divulgou, na manhã desta segunda-feira (11), a pré-lista de convocados da Argentina para a Copa do Mundo de 2026. O torneio será disputado entre Estados Unidos, México e Canadá.
A relação elaborada pelo técnico Lionel Scaloni conta com dois jogadores que atuam no futebol brasileiro: Agustín Giay e Flaco López, ambos do Palmeiras. Lionel Messi, do Inter Miami, também está entre os nomes presentes na lista.
Outro jogador que aparece na pré-convocação é Rodrigo De Paul, que disputou a Copa do Mundo de 2022 pela Argentina e atualmente também defende o Inter Miami.
Entre os clubes sul-americanos, o River Plate é o que tem mais representantes na pré-lista, com seis jogadores. Boca Juniors e Racing aparecem em seguida, com quatro nomes cada.
A Argentina estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 16 de junho, uma terça-feira, contra a Argélia. A seleção está no Grupo J e será cabeça de chave da chave.
Nas Eliminatórias Sul-Americanas, a Albiceleste terminou na primeira colocação, com 38 pontos, dez a mais que o Brasil, que encerrou a campanha em quinto lugar. A seleção somou 12 vitórias, quatro derrotas e dois empates, com aproveitamento de 70%.
Leia abaixo na íntegra a lista dos pré-convocados:
- EMILIANO MARTÍNEZ - Aston Villa
- GERÓNIMO RULLI - Olympique de Marsella
- JUAN MUSSO - Atlético de Madrid
- WALTER BENÍTEZ - Crystal Palace FC
- FACUNDO CAMBESES - Racing Club
- SANTIAGO BELTRAN - River Plate
- AGUSTÍN GIAY - Palmeiras
- GONZALO MONTIEL - River Plate
- NAHUEL MOLINA - Atlético de Madrid
- NICOLÁS CAPALDO - Hamburgo SV
- KEVIN MAC ALLISTER - Union Saint Gilloise
- LUCAS MARTINEZ QUARTA - River Plate
- MARCOS SENESI - Bournemounth
- LISANDRO MARTÍNEZ - Manchester United
- NICOLÁS OTAMENDI - SL Benfica
- GERMÁN PEZZELLA - River Plate
- LEONARDO BALERDI - Olympique de Marsella
- CRISTIAN ROMERO - Tottenhman Hotspur
- LAUTARO DI LOLLO - Boca Juniors
- ZAID ROMERO - Getafe CF
- FACUNDO MEDINA - Olympique de Marsella
- MARCOS ACUÑA - River Plate
- NICOLÁS TAGLIAFICO - Olympique de Lyon
- GABRIEL ROJAS - Racing Club
- MÁXIMO PERRONE - Calcio Como 1907
- LEANDRO PAREDES - Boca Juniors
- GUIDO RODRÍGUEZ - Valencia CF
- ANÍBAL MORENO - River Plate
- MILTON DELGADO - Boca Juniors
- ALAN VARELA - FC Porto
- EZEQUIEL FERNÁNDEZ - Bayer Leverkusen
- RODRIGO DE PAUL - Inter de Miami
- EXEQUIEL PALACIOS - Bayer Leverkusen
- ENZO FERNÁNDEZ - Chelsea
- ALEXIS MAC ALLISTER - Liverpool
- GIOVANI LO CELSO - Real Betis Balompié
- NICOLÁS DOMÍNGUEZ - Nottingham Forest
- EMILIANO BUENDIA - Aston Villa
- VALENTÍN BARCO - Racing Club de Estrasburgo
- LIONEL MESSI - Inter de Miami
- NICOLÁS PAZ - Calcio Como 1907
- FRANCO MASTANTUONO - Real Madrid
- THIAGO ALMADA - Atlético de Madrid
- TOMÁS ARANDA - Boca Juniors
- NICOLÁS GONZÁLEZ - Atlético de Madrid
- ALEJANDRO GARNACHO - Chelsea
- GIULIANO SIMEONE - Atlético de Madrid
- MATÍAS SOULÉ - AS Roma
- CLAUDIO ECHEVERRI - Girona Fútbol Club
- GIANLUCA PRESTIANNI - SL Benfica
- SANTIAGO CASTRO - Bologna FC
- LAUTARO MARTÍNEZ - Internazionale de Milán
- JOSÉ MANUEL LÓPEZ - Palmeiras
- JULIÁN ÁLVAREZ - Atlético de Madrid
- MATEO PELLEGRINO - Parma Calcio
A punição aplicada a Gianluca Prestianni por insultos discriminatórios contra Vinicius Junior ganhou alcance mundial e pode afetar diretamente a participação do atacante argentino na Copa do Mundo de 2026. Segundo o jornal espanhol AS, a Fifa estendeu para todas as competições a sanção imposta ao jogador do Benfica, inicialmente determinada pela Uefa.
Com a decisão, Prestianni terá que cumprir suspensão em jogos oficiais reconhecidos pela entidade máxima do futebol. Caso seja convocado por Lionel Scaloni para defender a Argentina no Mundial, o atacante ficará fora das duas primeiras partidas da seleção, contra Argélia e Áustria. Ele só estaria disponível na terceira rodada da fase de grupos, diante da Jordânia.
A punição original foi aplicada pela Uefa no fim do mês passado. O órgão disciplinar da entidade enquadrou o caso como comportamento discriminatório e suspendeu o jogador por seis partidas. Desse total, três jogos são de punição efetiva e outros três ficam condicionados a um período probatório de dois anos, ou seja, só serão aplicados caso o atleta volte a cometer infração semelhante.
Prestianni já cumpriu um jogo de suspensão de forma provisória. Na prática, restam duas partidas a serem cumpridas, desde que ele não volte a ser punido pelo mesmo tipo de conduta.
Inicialmente, o atacante cumpriria a pena na próxima edição da Liga dos Campeões. No entanto, com a extensão determinada pela Fifa, a suspensão passa a valer em competições internacionais, incluindo a Copa do Mundo. Se não for chamado por Scaloni, a punição será cumprida em partidas europeias pelo Benfica.
O episódio ocorreu no dia 17 de fevereiro, durante o duelo entre Benfica e Real Madrid, pelos playoffs da Liga dos Campeões, no Estádio da Luz, em Lisboa. Na denúncia, Vinicius Junior afirmou ter sido chamado de “mono”, termo que significa “macaco” em espanhol.
Prestianni negou a acusação. Segundo relato de Tchouaméni, o argentino teria dito que chamou Vini Jr. de "maricón", e não de "mono".
Após análise preliminar, o Órgão de Controle, Ética e Disciplina da Uefa decidiu suspender o jogador de forma provisória por uma partida. Por causa disso, Prestianni ficou fora do jogo de volta contra o Real Madrid. O Benfica voltou a ser derrotado pela equipe espanhola e acabou eliminado da competição.
A vitória por 5 a 0 da Argentina sobre a Zâmbia, em amistoso disputado no La Bombonera, em Buenos Aires, na última terça-feira (31), terminou com um episódio incomum na coletiva do técnico Lionel Scaloni. Um torcedor invadiu o local da entrevista para questionar o nível dos adversários escolhidos na preparação para a Copa do Mundo de 2026.
Um torcedor argentino invadiu a conferência de imprensa de Lionel Scaloni e reclamou sobre o nível dos amistosos da Seleção Argentina.
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) April 1, 2026
“Quero que vocês estejam preparados pq a França é uma equipe muito boa, melhor que o Brasil e a Espanha."
?????Reproduçãopic.twitter.com/aGWC9rVfqf
O homem, que vestia uma camisa com "La Mano de Dios", escrita homenagem a Diego Maradona, interrompeu a entrevista e cobrou confrontos considerados mais exigentes. Na mesma Data-Fifa, a equipe argentina também enfrentou a Seleção Mauritana de Futebol e venceu por 2 a 1 no mesmo estádio.
Durante a intervenção, o torcedor comparou o nível dos possíveis adversários do Mundial e citou seleções europeias como referência.
"Quero que a seleção esteja preparada. A França é muito forte, mais que Brasil e Espanha, com todo respeito. Mbappé é o melhor do mundo, junto com Messi e Dibu Martínez", afirmou, antes de ser contido.
Surpreendido com a situação, Scaloni não respondeu ao questionamento e permaneceu em silêncio diante da interrupção. O episódio ocorre em meio a críticas relacionadas ao nível dos amistosos disputados pela atual campeã mundial desde a conquista do título no Copa do Mundo de 2022.
Um levantamento feio pelo jornal francês L’Equipe aponta que, desde então, a Argentina ainda não enfrentou seleções posicionadas entre as 20 primeiras do ranking da FIFA em partidas preparatórias.
Lionel Scaloni se emociona em coletiva de imprensa antes de possível despedida de Messi na Argentina
O treinador argentino Lionel Scaloni se emocionou durante a coletiva de imprensa pela possível despedida de Messi com a camisa da Seleção Argentina em casa, no duelo contra a Venezuela, nesta quinta-feira (4). O técnico afirmou que tentou mudar a mente do craque da equipe, mas não sucedeu.
"Amanhã (quinta-feira) será uma partida emotiva e espero que a torcida a desfrute. Se é verdade que será o último jogo dele aqui, então vai ser especial. Mas vamos tentar garantir que amanhã não seja seu último jogo aqui. Seguramente, não será", completou.
Apesar de ser a provável despedida do jogador em competições oficiais no país, o argentino não descreveu seus próximos passos. A Seleção ainda possui 4 amistosos até o começo da Copa do Mundo de 2026, mas os duelos serão em outros locais.
"Vai ser especial, porque para mim é o meu último jogo de Eliminatórias. Não sei se depois vai ver amistosos ou outros jogos, mas vai ser muito especial. Por causa disso, minha família vai me acompanhar. Minha mulher, meus filhos, meus pais, meus irmãos e todos da parte da minha mulher que possam. Vamos viver dessa maneira. Depois, não sei o que vai acontecer, mas vamos com essa intenção", disse Messi em entrevista à Apple TV, após a partida do Inter Miami na última sexta-feira (29).
A Associação Argentina de Futebol anunciou três apresentações musicais para o evento: La Banda de Carlitos, Uriel Lozano e Q´Lokura.
Além disso, o Estádio Monumental, palco do duelo entre Argentina e Venezuela a partir das 20h30, deve ter lotação máxima para o duelo do adeus do argentino.
Lionel Scaloni, técnico da Argentina, respondeu os comentários provocativos de Raphinha, atacante da Seleção Brasileira, nesta segunda-feira (24). Em entrevista com Romário, publicada no último domingo (23), o camisa 11 do Barcelona foi perguntado sobre o clima para o clássico entre Brasil e Argentina, e o ponta não titubeou ao responder que seria ‘porrada neles”, e complementou dizendo “Porrada neles! dentro e fora de campo se tiver que ser”.
"Não me aprofundei sobre a declaração, mas sei mais ou menos o que me comentaram. É um Argentina x Brasil, sempre é um jogo importante, mas é um jogo de futebol. Recordo a imagem da final da Copa América de 2021, Messi e Neymar sentados na escada do Maracanã. Essa é a imagem que temos que lembrar a todos”, disse o técnico.
Scaloni pregou o respeito e a amizade entre brasileiros e argentinos. O treinador comentou que tem boas lembranças dos jogadores do Brasil, além de citar a relação entre Neymar e Messi.
"O melhor jogador e possivelmente o segundo melhor jogador do mundo juntos e sendo amigos. É a imagem que temos que enviar a todos. São 90 minutos, um jogo dentro de campo que todos querem ganhar. Todos temos um conhecido ou um amigo brasileiro, joguei com um montão e me dei muito bem com eles, não temos por que passar daí. E não vai passar daí. E o tema racismo está totalmente fora de nossa cabeça, não existe essa palavra. Espero que as pessoas que vão ao estádio estejam apoiando a seleção argentina e não temos que dar mais volta”, disse o comandante da argentina.
Argentina e Brasil se enfrentam na próxima terça-feira (25), às 21h, em partida da 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo 2026, no estádio Más Monumental. Até agora, os argentinos lideram a classificação com 28 pontos, enquanto a Seleção Canarinho ocupa a terceira posição da tabela com 21 pontos ganhos.
O técnico campeão mundial Lionel Scaloni divulgou nesta segunda-feira (19) a lista de convocados para os próximos jogos das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. O destaque ficou por conta da ausência de Lionel Messi, que ainda se recupera de uma lesão sofrida na final da Copa América, em um lance envolvendo Santi Arias, do Bahia. A Argentina enfrentará Chile e Colômbia nos dias 5 e 10 de setembro, respectivamente.
Além de Messi, outros nomes importantes que estiveram presentes na campanha da Copa América de 2024 também não foram convocados, como Lucas Martínez Quarta, Marcos Acuña, Palacios e Ángel Correa.
Entre as novidades na lista, estão o retorno de Leonardo Balerdi e Valentín Barco, além da convocação de Giuliano Simeone, filho mais novo de Diego Simeone, que participou dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Veja a lista dos convocados por Scaloni para as duas próximas rodadas das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026:

Foto: Divulgação/AFA
O técnico Lionel Scaloni deixou seu futuro aberto na seleção da Argentina. Na entrevista coletiva após vitória sobre o Brasil por 1 a 0, no Maracanã, na noite desta terça-feira (21), pela sexta rodada das eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, o treinador deu a entender que pode deixar o cargo.
"Uma coisa importante que eu queria dizer é que quero parar a bola, me colocar para pensar neste tempo. Preciso pensar muito o que vou fazer, não é um adeus nem outra coisa, mas preciso pensar porque o sarrafo está muito alto. Está muito complicado seguir e está complicado seguir ganhando. Eu direi isso ao presidente (da AFA) e aos jogadores. Essa seleção precisa de um treinador que tenha todas as energias possíveis", afirmou.
Lionel Scaloni assumiu o comando da seleção argentina em setembro de 2018. De lá para cá, foram 67 jogos, com 46 vitórias, 15 empates e apenas seis derrotas. Sob o seu comando, a Albiceleste conquistou a Copa do Mundo de 2022, além da Copa América de 2021. O selecionado lidera o ranking da Fifa. Na atual temporada de 2023, a equipe venceu nove das 10 partidas disputadas, marcou 21 gols e sofreu dois, que foram justamente na derrota para o Uruguai por 2 a 0, na última quinta (16).
"Sinto um orgulho enorme de dirigir esses meninos, de ter um grupo assim. Voltamos a competir, que é o que queremos e o que pedimos a eles. Acredito que essa equipe deu demonstrações de caráter muitas vezes. É uma marca sua: compromisso e caráter", disse o treinador.
A Argentina é a líder isolada da tabela de classificação das eliminatórias com 15 pontos, dois a mais do que o Uruguai, que é a segunda colocada. Com sete, o Brasil ocupa o sexto lugar completando o G-6 que garante vaga direta para a Copa de 2026.
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"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.