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O empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, possui uma participação estimada em R$ 30 milhões na Liga Forte União (LFU), entidade responsável pela negociação dos direitos de transmissão de partidas de 35 clubes do futebol brasileiro, sendo 13 da Série A. Entre as equipes envolvidas estão Corinthians, Vasco, Fluminense, Botafogo e Cruzeiro. A informação foi veículada pela Folha de São Paulo, nesta segunda-feira (26).
Segundo as informações, a entrada de Vorcaro no negócio ocorreu por meio de uma debênture conversível em ações, adquirida pelo fundo Astralo 95. Esse tipo de instrumento financeiro prevê remuneração fixa acrescida de um componente variável, atrelado ao desempenho da empresa que recebe o aporte, além da possibilidade de conversão do valor investido em participação acionária após determinado prazo.
O fundo Astralo 95 integra um conjunto de fundos que, segundo apuração revelada pela Folha, são investigados por possível ligação com o esquema de fraudes financeiras atribuídas a Vorcaro. Apesar disso, o investimento na LFU é considerado regular e não faz parte diretamente das investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Banco Central. Ainda assim, o valor aplicado deverá constar entre os ativos a serem liquidados para pagamento de credores do Banco Master.
Os direitos de transmissão negociados pela Liga Forte União pertencem à Sports Media, empresa que opera em modelo de condomínio com os clubes participantes. Para viabilizar a operação, a companhia captou recursos por meio de três fundos de investimento. Dois deles possuem participação societária direta na Sports Media, com acionistas conhecidos pela diretoria da empresa e da liga.
O terceiro fundo levantou recursos no mercado por meio da emissão de debêntures, comercializadas junto a parceiros. Foi por meio da aquisição de um desses títulos que Vorcaro passou a integrar o projeto. Ao todo, cerca de 8.000 cotistas participam dessa estrutura financeira.
A Sports Media investiu aproximadamente R$ 2,2 bilhões na operação, que tem como objetivo estruturar o futebol brasileiro em moldes semelhantes ao da Premier League, principal liga do futebol inglês.
Além da participação na LFU, Vorcaro também mantém investimentos no futebol por meio do Atlético-MG. Ele detém cerca de 20% do clube via o fundo Galo Forte, cujo cotista é igualmente o Astralo 95. O aporte total no projeto gira em torno de R$ 300 milhões, o que garantiu ao empresário uma cadeira no conselho do clube. No entanto, ele foi afastado do cargo em novembro, após ser preso em uma operação da Polícia Federal.
Vorcaro é um dos alvos da Operação Compliance Zero, conduzida pela PF. Deflagrada inicialmente em 18 de novembro de 2025, a investigação apura um suposto esquema bilionário de fraudes financeiras que teria utilizado estruturas do mercado de capitais para desviar recursos do Banco Master e ocultar prejuízos.
Na primeira fase da operação, o foco foi a venda de cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado consideradas fraudulentas ao BRB (Banco de Brasília). Já a segunda fase, deflagrada em 14 de janeiro, concentrou-se no uso de fundos de investimento para aquisição de chamados "ativos podres", como certificados de ações do extinto Besc (Banco do Estado de Santa Catarina).
Segundo os investigadores, esses ativos inflavam artificialmente o patrimônio dos fundos, que eram utilizados para desviar recursos do Banco Master e, ao mesmo tempo, retroalimentar o balanço da instituição, permitindo a continuidade da captação de recursos no mercado por meio da venda de CDBs.
De acordo com a Folha, as duas fases da operação deveriam ter ocorrido simultaneamente, mas entraves judiciais atrasaram a deflagração conjunta. O pedido da primeira etapa foi apresentado à Justiça de Brasília, com base em denúncia encaminhada pelo Banco Central ao Ministério Público Federal. Já a solicitação de buscas e apreensões relacionadas às fraudes envolvendo fundos de investimento foi protocolada na Justiça Federal de São Paulo, em outubro do ano passado.
A Liga Forte União (LFU) apresentou aos clubes filiados, em reunião nesta semana, os resultados financeiros referentes à venda dos direitos de transmissão da temporada 2025. Os números indicam crescimento relevante em relação ao ano anterior, tanto no volume total arrecadado quanto na distribuição entre as equipes.
De acordo com a LFU, a comercialização dos direitos de TV gerou um aumento de R$ 460 milhões em comparação com 2024. A receita média por clube cresceu 55%, refletindo o impacto direto do novo modelo de negociação adotado pela liga.
Outro ponto destacado foi a redução na diferença de arrecadação entre os clubes. Em 2025, a distância entre o clube que mais faturou e o que menos recebeu foi de 1,97 vez, a menor já registrada pela LFU. Em 2024, essa diferença havia sido de 6,25 vezes. O índice atual aproxima o modelo brasileiro de ligas como a Premier League, que registra diferença de cerca de 1,7 vez entre seus participantes, e se distancia da LaLiga, onde a relação chega a aproximadamente 3,5 vezes.
Segundo os dados divulgados, todos os clubes da LFU tiveram incremento de receita. Dos 11 participantes, dez alcançaram faturamento igual ou superior a R$ 100 milhões, enquanto cinco superaram a marca de R$ 150 milhões em direitos de transmissão.
A entidade também informou que o crescimento foi mantido mesmo quando considerada a participação de investidores nos clubes. Para a LFU, o resultado reforça o conceito de investidor estratégico, que contribuiu para a profissionalização do processo de venda e para a valorização dos ativos.
Entre os clubes da LFU, estão Corinthians, Internacional, Cruzeiro, Fluminense, Vasco, Athletico-PR, Atlético-GO Botafogo, Fortaleza, Cuiabá, Criciúma e Juventude.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) prorrogou por mais dez dias úteis o prazo para que os clubes integrantes da Liga do Futebol Brasileiro (Libra) apresentem esclarecimentos sobre o processo que apura possível prática de gun jumping — quando empresas formalizam uma fusão ou parceria antes da aprovação do órgão antitruste.
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O caso foi aberto em outubro de 2023, após a Superintendência-Geral do CADE apontar que a criação da Libra, em 2022, configuraria uma joint venture contratual que deveria ter sido submetida à análise prévia do conselho.
Entre os clubes representados estão Bahia, Vitória, Flamengo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Grêmio, Atlético Mineiro, Ponte Preta, Ituano, Mirassol, Red Bull Bragantino, Paysandu, Novorizontino, ABC e Sampaio Corrêa, além da própria Libra.
A decisão, assinada pelo conselheiro-relator Victor Oliveira Fernandes, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (14). O despacho determina que todos os representados enviem documentação complementar, como estatutos, contratos e acordos relativos à venda de direitos de transmissão e eventuais entendimentos com a Liga Forte União (LFU).
O CADE também advertiu que o não cumprimento do pedido dentro do prazo pode gerar multa diária de R$ 5 mil por clube.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) abriu um procedimento para apurar possíveis irregularidades na constituição e operação da Liga Forte União do Futebol Brasileiro (LFU), grupo que reúne atualmente 25 clubes da Série A e B do Campeonato Brasileiro. As informações constam no Diário Oficial da União, publicado nesta terça-feira (7).
O processo, registrado sob o número 08700.005511/2023–37, pretende verificar se a criação da LFU e os contratos firmados com investidores institucionais, como Life Capital Partners (LCP), XP Investimentos e General Atlantic, configuraram atos de concentração sem notificação prévia ao CADE, o que seria uma infração à Lei de Defesa da Concorrência (Lei n.º 12.529/2011).
Segundo o despacho do conselheiro-relator Victor Oliveira Fernandes, a LFU surgiu em 2022 como associação civil, conhecida inicialmente como “Liga Forte Futebol do Brasil”, reunindo clubes como América-MG, Chapecoense, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Cruzeiro e outros. Em 2023, novos clubes, como Botafogo, Vasco, Cruzeiro e Coritiba, se uniram à liga através do chamado “Grupo União”, consolidando a atual LFU.
Entre agosto e novembro de 2023, a LFU estruturou operações financeiras com investidores institucionais, incluindo a alienação de 20% dos direitos comerciais de transmissão dos clubes pelos próximos 50 anos, em transação que movimentou R$ 2,6 bilhões. A governança da liga prevê um comitê condominial com sete representantes (cinco dos clubes e dois dos investidores), conferindo liderança empresarial aos investidores, mesmo com participação econômica limitada a 20%.
O procedimento busca esclarecer se houve “gun jumping”, termo usado para atos de concentração consumados sem autorização prévia do CADE, o que poderia levar à nulidade dos atos e sanções financeiras significativas.
O CADE determinou que a LFU, bem como as empresas Life Capital Partners e Sports Media Participações S.A., apresentem documentos detalhando a constituição, evolução societária, contratos de transmissão e acordos com investidores, todos preferencialmente em formato digital, sob pena de multa diária de R$ 5.000 em caso de descumprimento.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, voltou a subir o tom ao falar sobre a possível criação de uma liga nacional no futebol brasileiro. Em entrevista à Flamengo TV, canal oficial do clube, no último domingo (13), ele criticou duramente os modelos de divisão de receitas que estão sendo discutidos e deixou claro que, nas condições atuais, o Rubro-Negro não aceitará fazer parte do projeto.
"Sabe quando vou aceitar receber 3,5 vezes a mais do que os clubes pequenos? Nunca! Isso é a desapropriação de um ativo que é nosso, sem razão, sem critério, sem mérito. O Flamengo não será desapropriado", disparou Bap, em referência à proposta da Liga Forte União (LFU), que defende um teto de 3,5 vezes entre o que o clube que mais recebe fatura e o que o menor arrecada, com o argumento de reduzir o abismo financeiro entre os participantes e equilibrar a competição.
Bap, presidente do Flamengo, sobre a Liga:
— Planeta do Futebol ???? (@futebol_info) July 13, 2025
“Sabe quando vou aceitar receber 3,5 vezes a mais do que os clubes pequenos? Nunca! Não haverá acordo nessas condições. O discurso é lindo, mas vai todo mundo ganhar dinheiro e o Flamengo perder?”
???? Flamengo TV pic.twitter.com/65u3m2aind
Já a Libra, bloco ao qual o Flamengo é filiado, propõe uma divisão diferente:
- 30% do valor total distribuído de forma igualitária;
- 22% conforme o desempenho esportivo;
- 48% com base em audiência.
Bap reforçou que, para o Flamengo, abrir mão de receitas não está em negociação: "Se o Flamengo abrir mão desse direito, não vai haver liga no Brasil. Não somos idiotas. Eu não vou endossar isso."
Na última semana, inclusive, o Fla não participou do acordo entre Libra e LFU para a venda conjunta dos direitos internacionais do Brasileirão até 2027, sinalizando o descontentamento do clube com os termos debatidos.
Apesar das críticas, Bap reafirmou que o clube é favorável à criação da liga, mas com regras claras e reconhecimento de méritos de mercado.
"Uma liga é importante no Brasil? Claro. Toda a parte de governança, organização do campeonato, arbitragem, fair play financeiro... O Flamengo é completamente a favor. Mas tem muito clube posando de bonzinho que não paga ninguém. O Flamengo paga todo mundo em dia, até a CBF tem pendências com a gente", finalizou.
A criação de uma liga única para organizar o Campeonato Brasileiro deu um passo importante nesta quinta-feira (12), com a elaboração de um Memorando de Entendimento (MOU) por clubes da Libra e da Liga Forte União (LFU). O documento, que funciona como um pré-acordo, define princípios de governança, estrutura e diretrizes comerciais para um novo organismo gestor do futebol nacional a partir de 2030. No entanto, o Flamengo resiste a assinar o texto por discordar dos termos relacionados à distribuição de receitas comerciais.
De acordo com a informação do jornalista Rodrigo Mattos, do UOL Esporte, a aproximação entre os grupos Libra e LFU já vem sendo construída há meses, com negociações conjuntas envolvendo, por exemplo, os direitos de transmissão da Série B e do Campeonato Brasileiro no exterior. A união culminou na elaboração do MOU, que já foi distribuído aos 40 clubes das Séries A e B. O objetivo é que todos assinem o documento.
O pré-acordo é abrangente e propõe que os clubes negociem de forma coletiva direitos de transmissão, publicidade (como placas ao redor do campo), marketing digital durante os jogos, entre outras propriedades comerciais, a partir de 2030 — quando terminam os contratos vigentes. O modelo de divisão de receitas segue a fórmula que combina partes igualitárias, desempenho esportivo e audiência, inspirada nos padrões já utilizados por LFU e Libra. Os critérios detalhados, porém, ainda serão definidos posteriormente.
Além da parte comercial, o MOU também prevê um prazo de até seis meses para a estruturação jurídica da nova liga. O documento será analisado em reuniões internas das duas organizações nas próximas semanas. De acordo com apuração de bastidores, há boa aceitação da proposta entre a maioria dos clubes.
O Flamengo, porém, se recusa a assinar o MOU em sua forma atual. A diretoria rubro-negra, liderada por Luiz Eduardo Baptista (BAP), defende que apenas os pontos ligados à governança e à fundação da liga sejam tratados neste momento. A parte comercial, no entendimento do clube, deveria ser debatida separadamente e em uma etapa futura.
O principal ponto de resistência está na obrigatoriedade de negociar conjuntamente receitas nas quais o Flamengo é amplamente dominante, como direitos de TV, publicidade em campo e canais próprios, como a recém-lançada Flamengo TV. A diretoria alega que já foi prejudicada com o modelo de divisão atual no acordo com a Globo, e teme novas perdas ao diluir sua arrecadação com outros clubes.
A postura do Flamengo tem gerado certo desconforto entre integrantes da Libra e da LFU, que esperam consenso para consolidar a liga.
A Globo fechou um acordo com a Liga Forte União para obter os direitos de transmissão dos clubes que fazem parte do grupo. O negócio fechado com a LFU faz menção às edições de 2025 a 2029, do Brasileirão.
Além disso, no contrato ainda costa a possibilidade de transmissão das partidas através das diversas plataformas da emissora. Os jogos constados serão os que contam com Botafogo, Botafogo, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude, Mirassol, Sport e Vasco como mandantes.
Os canais Globo pretendem exibir cinco partidas por rodada dessas equipes, sendo quatro delas exclusivas. Em março, a Rede Globo já havia fechado acordo com os nove times da Libra para obter os direitos de transmissão, com isso, a emissora poderá contar com 20 times brasileiros.
Portanto, com a confirmação de ambos os blocos comerciais do país, no total, o canal terá a exibição de 342 dos 380 jogos do Brasileirão, sendo 304 deles exclusivos.
A Record parece estar pronta para iniciar sua nova fase nas transmissões de futebol. A emissora, que adquiriu os direitos de transmissão do Brasileirão dos clubes da Liga Forte União (LFU) a partir de 2025, já definiu sua programação. Segundo o jornalista Flávio Ricco, do Portal Léo Dias, serão transmitidos 30 jogos aos domingos e oito nas quartas-feiras.
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Os mandantes dos clubes da LFU terão seus jogos exibidos exclusivamente como mandantes. A Record transmitirá os confrontos das 18h30 aos domingos e os das 20h às quartas-feiras. Os horários foram escolhidos para evitar concorrência direta com a Rede Globo.
Vale lembrar que a Liga Forte União é composta por Corinthians, Internacional, Cruzeiro, Fluminense, Vasco, Athletico-PR, Atlético-GO, Botafogo, Fortaleza, Cuiabá, Criciúma e Juventude entre as equipes da Série A. A Record desembolsou R$ 210 milhões para garantir os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro até 2027.
A Rede Globo, por sua vez, possui um acordo com a Libra, que reúne Atlético-MG, Bahia, Flamengo, Grêmio, Palmeiras, Red Bull Bragantino, São Paulo e Vitória.
É importante ressaltar que, mesmo que os jogos dos clubes da LFU sejam transmitidos como mandantes na Record, as equipes da Libra que forem visitantes também terão - consequentemente - seus jogos exibidos na emissora.
Os dirigentes formadores da Liga Forte União (LFU) se reuniram na última segunda-feira (23), para alterar o contrato com os investidores Life Capital Partners (LCP) e XP Investimentos. O acordo foi fechado entre ambas as partes, contudo, ainda falta a assinatura.
Todos os clubes concordaram em diminuir o percentual dos direitos comerciais referentes aos próximos 50 anos do Campeonato Brasileiro. No início, os investidores obtinham 20% das receitas durante esse período, após a reunião, decidiram reduzir para 10%.
Os clubes da série A que fazem parte do grupo são: Athletico-PR, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Botafogo, Cruzeiro e Vasco.
Apesar das vantagens, a decisão altera o fluxo de caixa da LFU e da contabilidade. A situação se aplica a todos os clubes da LFU, que podem registrar prejuízos em massa nas demonstrações de 2024 devido às reversões.
As multinacionais Warner e Disney estão tendo conversas com a Liga Forte União para adquirir os direitos televisivos do Campeonato Braisliero de 2025. Além deles, a Globo e a DAZN também estão tentando entrar em acordo com a Liga.
Alguns acordos com grandes empresas já foram fechados, como é o exemplo do Youtube, Amazon e Record, que pretendem transmitir os jogos na TV aberta. A Liga planeja fechar todos os acordos pendentes até outubro deste ano.
Até então já foram arrecadados R$900 milhões com os acordos fechados por 3 grupos de mídias. A expectativa da LFU é bater a meta de R$1,7 bilhão.
A Warner tinha acordo com algumas partidas do Brasileirão até 2021, mas desistiu por falta de visibilidade até então.
Os clubes que fazem parte da Liga Forte União são: Athletico-PR, América-MG, Atlético-GO, Avaí, Botafogo, Brusque, Chapecoense, Ceará, Corinthians, Criciúma, CRB, Cruzeiro, CSA, Cuiabá, Figueirense, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sport, Tombense, Vasco e Vila Nova.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.