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O ex-jogador do Bahia, Léo Pelé, marcou presença, nesta segunda-feira (27), na Delegacia Móvel de Atendimentos a Futebol e Eventos para registrar o Boletim de Ocorrência após ter sido vítima de racismo. O caso aconteceu durante uma partida entre Athletico-PR, atual clube do atleta, e Coritiba. Léo havia sido expulso e foi chamado de “macaco” por um dos torcedores presente no Couto Pereira.
“Momento difícil. Eu luto por essa causa e passar por isso não é legal. Neste momento eu fiquei muito próximo da minha família. Agora é fazer o que tem que ser feito para que essa pessoa não cometa mais isso com ninguém. A gente não pode ocupar um lugar de vítima em momento nenhum. Que a pessoa pague pelos seus atos. O que peço é respeito e igualdade”, afirmou o zagueiro.
Depois do apito final do jogo, o jogador do Athletico foi ao Demafe do estádio, junto a um segurança do clube, no entanto, no momento não havia nenhum responsável no local. Por conta desse evento, o caso só foi relatado nesta segunda-feira.
Segundo o delegado do Demafe, assim que a pessoa for identificada, um pedido de prisão preventiva será expedido de forma imediata.
“Nosso trabalho é difícil, de identificação, não é fácil. Muito provavelmente até o meio da semana já estaremos com a identificação desse torcedor, o responsabilizando e pedindo sua prisão preventiva, tendo em vista que não é mais permissível que tenhamos, no século XXI, atos de racismo e de injúria racial. As pessoas têm que se conscientizar que o suor e o sangue são da mesma, seja qual for a etnia”, disse o delegado.
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Pérolas do Dia
Luciano Sandes
"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".
Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).