Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
leila pereira e botafogo
O Botafogo divulgou uma nota oficial, na noite desta quarta-feira (17) em repúdio à atitude dos torcedores que penduraram bonecos enforcados com o rosto da dirigente do Palmeiras, Leila Pereira e do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, na área visitante do Nilton Santos.
O Botafogo repudia veementemente as ameaças e atos criminosos manifestados contra a Presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e o Presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Tão logo tomou conhecimento, a Diretoria solicitou ao policiamento que agisse imediatamente.
— Botafogo F.R. (@Botafogo) July 17, 2024
O Clube tem como… pic.twitter.com/80JWrlOzGG
“O Clube tem como pilar fundamental de suas relações o respeito por seus adversários e entende que o futebol não pode aceitar ou dar espaço para qualquer tipo de violência. Que os responsáveis sejam identificados e punidos pelas autoridades.”, disse o perfil oficial do clube.
Dirigentes e jogadores do clube estão em constante embate desde a partida que o Verdão buscou o resultado contra o Alvinegro carioca e levou a vitória com um placar de 4 a 3. O resultado foi de grande significância para a conquista do 11° título brasileiro do clube paulista.
O próximo jogo do Fogão será contra o Palmeiras nesta quarta-feira (17), às 21h30. A partida será disputada no Nilton Santos. As equipes ainda se enfrentam pelas oitavas de final das Libertadores. O jogo de ida terá o Botafogo como mandante no Engenhão, em agosto, no dia 14. Já a volta será no Alianz, casa do Palmeiras, no dia 21 do mesmo mês.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.