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lava jato do rio
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu afastar, nesta terça-feira (28), o juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. O magistrado é investigado por supostas irregularidades na condução dos processos em que atuou. As informações são da Folha de S. Paulo.
O colegiado do CNJ decidiu, por unanimidade, instaurar um processo administrativo disciplinar (PAD) contra Bretas. Os conselheiros também determinaram, por 11 votos a quatro, o afastamento do juiz até o término das investigações. As decisões foram tomadas durante uma sessão sigilosa.
O PAD deve investigar duas denúncias de negociações irregulares de Bretas para delações premiadas de advogados, além de uma suposta atuação política do juiz nas eleições de 2018, em favor do ex-magistrado Wilson Witzel, que acabou eleito governador do Rio de Janeiro.
Com o afastamento de Bretas, os processos da Lava Jato do Rio serão conduzidos pela juíza substituta da 7ª Vara Federal Criminal, Caroline Vieira, até a conclusão do PAD, quando o CNJ analisará o destino do magistrado.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.