Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
lava jato de feira
Um policial militar acusado de assassinar um homem em um lava jato de Feira de Santana se apresentou em uma delegacia na tarde desta terça-feira (23). O agente – que não teve a identidade informada estava acompanhado de dois advogados – foi liberado em seguida.
PM apontado como autor de morte em lava jato de Feira de Santana se apresenta em delegacia; agente foi liberado em seguida
— BN Municípios (@BNMunicipios) July 24, 2024
Veja ? pic.twitter.com/YMxl34TZsR
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, o policial é apontado como autor dos disparos que mataram José Luiz Borges Santos, de 41 anos. A vítima era dona de um posto de lavagem, no bairro Brasília. Câmeras de segurança registram o momento em que o acusado chega e vai em direção à vítima, que lavava um veículo. Ele atira várias vezes. Depois sai, mas volta em seguida e passa a desferir outros disparos
Conforme a polícia, a vítima não aceitava o namoro da filha com o PM, que era lotado na 33ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) na cidade de Valença, no Baixo Sul.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.