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A última música da cantora e compositora Dolly Parton, de 80 anos, só será lançada ao público daqui a duas décadas. Parton, que teve a morte anunciada na última terça-feira (25), revelou ter deixado um projeto preparado para ser sua última canção no mundo.
Em entrevista ao programa 'The Kelly Clarkson Show', em 2022, Dolly revelou que a faixa 'My Place in History', foi escrita e guardada em uma caixa dos sonhos, feita de madeira, no Dollywood's DreamMore Resort em Pigeon Forge, Tennessee.
"Coloquei todas as coisas que tinham a ver com a época – coloquei um toca-fitas e um toca-CDs, coloquei tudo nessa caixa. Mas eu tive que escrever essa música que ninguém ia ouvir até então. E eu te digo, você não tem ideia de como isso me incomodou. Eu quero muito desenterrá-la e pensar: 'Bem, eu preciso usar essa música', porque ela é... é uma música muito boa."
De acordo com um representante da Dollywood, em entrevista à CNN, a caixa só será aberta no centésimo aniversário de Parton, dia 16 de janeiro de 2046.
Uma música do cantor Liam Payne será lançada de maneira póstuma nas plataformas de áudio na próxima sexta-feira (1). O artista morreu ao cair do terceiro andar de um prédio no último dia 16 de outubro.
A canção ‘Do No Wrong’ se trata de um dueto com o músico Sam Pounds. Segundo o músico, o objetivo da música é ser “uma bênção para o mundo, como Liam sempre sonhou”.
O ex-integrante da One Direction foi encontrado morto, aos 31 anos, após cair de uma sacada do terceiro andar de um hotel na Argentina. Liam estava no país na companhia da namorada Kate Cassidy desde o início do mês e era conhecido pela sua participação no grupo formado por Harry Styles, Niall Horan, Zayn Malik e Louis Tomlinson.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.