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lancamento de dardo
O finalista olímpico Luiz Maurício da Silva (Praia Clube-Cemig-Exército-MG) começou a temporada de 2025 com desempenho promissor. O atleta venceu o lançamento do dardo no Troféu Adhemar Ferreira da Silva, realizado neste sábado (29), com a marca de 82,03 m, o 8º melhor resultado do mundo no ano.
O técnico Fernando Barbosa de Oliveira esperava que Luiz iniciasse a temporada com um desempenho próximo ao de 2024, e o lançador superou as expectativas. O atleta de 25 anos bateu o recorde sul-americano durante a Olimpíada de Paris (85,91 m), recolocando o Brasil em uma final olímpica da prova após 92 anos. Em sua estreia no ano passado, havia alcançado 76,63 m. Desta vez, todas suas tentativas válidas superaram essa marca.
"Foi o meu melhor começo de temporada. O trabalho vem sendo bem-feito, e eu vou continuar mantendo essa constância, que vem sendo muito legal. Lancei várias vezes acima de 80 metros, mas ficou um gostinho de que poderia ser um pouco melhor. Achei que poderia atingir os 83, 84 metros."
Com o índice garantido para o Mundial de Tóquio, em setembro, Luiz Maurício poderá focar sua preparação em outras competições. Seu próximo desafio será o Campeonato Sul-Americano, em abril, na Argentina, seguido de um período de competições na Europa.
Na disputa do Troféu Adhemar Ferreira da Silva, o também olímpico Pedro Henrique Nunes (Pinheiros-SP) ficou com a prata ao lançar 74,61 m, enquanto Arthur Monteiro Curvo (AABB-MT) conquistou o bronze, com 70,43 m.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.