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A 5ª Promotoria de Justiça de Teixeira de Freitas, no Extremo Sul baiano, converteu em inquérito um procedimento que apura supostas irregularidades na contratação de uma empresa [Ktech Gestão de Software LTDA) durante a gestão do ex-prefeito João Bosco Bittencourt, entre 2013 e 2016. A medida, tomada pela promotora Michele Aguiar Silva Resga, foi comunicada nesta segunda-feira (18).
Em 2015, o então prefeito e a empresa foram alvos da Operação Águia de Haia, da Polícia Federal (PF). A época, a Ktech chegou a ter os diretores presos e vários prefeitos foram alvos da ação que investigava supostos desvios de recursos da educação.
Em 2018, com o Bosco já fora da prefeitura, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) tinha se posicionado pela devolução de R$ 1,8 milhão com recursos próprios. Segundo a Corte de Contas, o montante se refere à diferença do que foi pago a mais à empresa Ktech em um contrato no valor de R$ 2,4 milhões para a prestação de serviços de valor estimado em R$ 509,4 mil.
Ainda conforme o órgão, a contratação da Ktech ocorreu entre 2013 e 2014, ao custo de R$ 4,4 milhões.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.