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Artigos

Adriano Sampaio
Cartografia da Erosão Eleitoral
Foto: Acervo pessoal

Cartografia da Erosão Eleitoral

Em uma janela eleitoral curta, a erosão não depende apenas do conteúdo de uma narrativa. Ela emerge da interação entre alcance, repetição, credibilidade percebida, congruência identitária, carga moral, capacidade de correção e propensão à abstenção ou mudança de escolha.

Multimídia

“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos

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Em entrevista concedida ao podcast Projeto Prisma, do portal Bahia Notícias, nesta segunda-feira (5), o cientista político Eduardo Grizenti avaliou o índice de abstenções e de votos brancos e nulos no primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (4). Durante o programa, Grizenti argumentou que o debate sobre a obrigatoriedade do voto não é a questão central para explicar a ausência dos eleitores nas urnas.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

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Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

kota atelie

Artista baiana desenvolve técnica exclusiva que transforma vidro em tela e linhas em arte; conheça o Kota Ateliê 
Fotos: Acervo Pessoal

Entre fios coloridos e superfícies transparentes, o Kota Ateliê é um espaço onde o vidro ganha nova vida e se transforma em tela para composições únicas. As peças, criadas pela baiana Angela Cosete, conhecida artisticamente como Kota, revelam uma técnica exclusiva que aplica linhas diretamente sobre o vidro, resultando em obras que unem delicadeza, cor e identidade.

 

Natural de Vitória da Conquista, ela encontrou na arte uma forma de expressar sua história, ancestralidade e sensibilidade. “Venho de uma família de artistas. Somos onze irmãos, e pelo menos seis deles também são artesãos, cada um com sua técnica e estilo”, contou em conversa com o BN Hall. Ainda na infância, aprendeu a criar com o que tinha à disposição. “Fazíamos nossos próprios brinquedos, bonecas de pano, carrinhos e até brinquedos com ossos. A criatividade nasceu da necessidade e, com o tempo, virou parte de quem eu sou”, relembrou.

 

O que começou como experimentação se tornou a marca registrada de seu trabalho. Inspirada por garrafas forradas com barbante que viu em uma feira de artesanato, Kota decidiu buscar algo mais delicado e expressivo. “Conversei com meu irmão, que também é artesão, e ele me lançou um desafio: desenvolver uma técnica mais rebuscada com as linhas. Aceitei o desafio e comecei a experimentar. Foram muitas tentativas até conseguir o resultado que eu imaginava”, contou. O resultado foi uma técnica original, posteriormente registrada oficialmente, que transforma o vidro em tela e faz das linhas o próprio desenho.

 

 

Cada peça criada por Kota é feita inteiramente à mão e carrega um sentido afetivo e simbólico. “Minha cabeça é muito inquieta. Tudo o que me inspira, eu já imagino como ficaria feito na linha. Quando algo me toca, vou para o meu ateliê, misturo cores e começo a dar vida à arte. Todo o meu trabalho é feito apenas com linhas, não há pintura. Eu aplico a linha diretamente sobre o vidro, e é isso que dá essa leveza e delicadeza a cada peça”, explicou.

 

Entre os destaques do Kota Ateliê estão coleções inspiradas na cultura nordestina, nas figuras sagradas dos orixás e nas mandalas de energia e cor. “Cada uma dessas séries representa um marco não apenas artístico, mas pessoal. É o reconhecimento de um trabalho que nasceu do improviso e se transformou em identidade”, afirmou.

 

O talento de Kota tem ganhado cada vez mais visibilidade e ultrapassado fronteiras, com participação em grandes eventos, como o Festival Nacional de Artesanato da Bahia (Fenaba), realizado no último fim de semana em Salvador. “São momentos muito especiais, pois representam mais do que uma exposição. São encontros de arte, cultura e afeto, onde cada artista tem a chance de mostrar sua história através do próprio fazer”, refletiu.

 

Para o futuro, Angela planeja seguir explorando novas possibilidades, misturando materiais e firmando parcerias com outros artistas e espaços culturais. “O público pode esperar muitas surpresas, mas sempre com a mesma essência: a delicadeza das linhas e a busca constante por inovar sem perder nossa identidade”, concluiu.

 

As criações podem ser adquiridas sob encomenda ou em feiras e lojas parceiras e são compartilhadas nas redes sociais da artista, onde o público pode acompanhar novas coleções e entrar em contato para encomendas personalizadas.

 

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Procura-se urgentemente uma marca de pijama que dê patrocínio, ou pelo menos faça um preço mais camarada, depois das eleições desse ano. A sensação que ficou é ninguém ganhou e ninguém perdeu, mas todo mundo perdeu. Pro lado do Cacique, o grupo saiu "triste-alegre". Triste com a iminente derrota do Molusco, e alegre com o novo banho que deu no Soberano - sobretudo aqui em Salvador. Já o lado do Soberano o clima é de enterro. Um monte de gente sem mandato pra acomodar, uma conta enorme pra pagar, e a PF no cangote. Teremos que esperar...

Pérolas do Dia

Navi Pillay

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"Talvez dividiria com Trump".

 

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O pesquisador trará um panorama detalhado do mapa eleitoral desenhado pelas urnas, o peso das redes sociais na definição dos votos nas disputas majoritárias e proporcionais, além dos cenários e tendências políticos para a Bahia e o Brasil nos próximos anos.

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