Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
kimmich
A eliminação da seleção da Alemanha para o Paraguai nos pênaltis, na última segunda-feira (29), no Gillette Stadium, em Boston, pela fase 16 avos da Copa, ganhou novos detalhes após a partida. Segundo relato divulgado pelo Bild, jornal alemão, a definição dos cobradores foi marcada por recusas e hesitação entre jogadores alemães.
Após o goleiro Manuel Neuer defender a cobrança de Fabián Balbuena, o capitão Joshua Kimmich iniciou a busca por um atleta que assumisse uma das cobranças restantes da disputa.
O primeiro nome procurado foi Leon Goretzka, companheiro de Kimmich no Bayern de Munique. Apesar da experiência acumulada pela seleção alemã, o volante recusou a responsabilidade.
Na sequência, Kimmich consultou o zagueiro Waldemar Anton, além dos estreantes Nathaniel Brown e Malick Thiaw. De acordo com o relato, os três também demonstraram insegurança para realizar a cobrança.
Sem alternativas, o capitão voltou a conversar com Goretzka, explicando que os demais jogadores também não haviam aceitado a tarefa. Mesmo assim, o meio-campista manteve a decisão de não bater o pênalti em razão da pressão do momento.
Diante da situação, o zagueiro Jonathan Tah se ofereceu para a cobrança, embora nunca tivesse executado um pênalti em partidas oficiais ao longo da carreira. O defensor desperdiçou a tentativa, e, na cobrança seguinte, o Paraguai converteu o chute decisivo para garantir a classificação e eliminar a Alemanha da competição.
Agora, Los Guaranis Paraguaios se preparam para enfrentar o vencedor do confronto entre França e Suécia, que vai acontecendo neste momento, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Passado isso, o próximo jogo vai ser no sábado (4), às 18h (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O futuro de Joshua Kimmich no Bayern de Munique permanece indefinido. Após meses de negociações para a renovação de seu contrato, o clube alemão teria decidido retirar a proposta que havia apresentado ao jogador. Segundo o jornal Bild, o meio-campista de 30 anos pode deixar a equipe sem custos ao fim da temporada.
Conforme a publicação, o Bayern comunicou Kimmich no início desta semana que a oferta não estava mais disponível, citando sua falta de resposta como motivo. O clube deseja uma definição sobre o futuro do jogador sem prolongar as tratativas.
Inicialmente, a diretoria bávara buscava reduzir o salário do atleta. No entanto, seu desempenho nesta temporada levou a uma reavaliação dessa postura, e a última proposta oferecida superava os valores do contrato atual, estimado em cerca de 20 milhões de euros anuais. A situação foi tema de uma reunião do conselho de supervisão do Bayern na última segunda-feira, onde ficou decidido que não haveria novas melhorias na oferta e que ela seria retirada.
Apesar do impasse, as negociações entre as partes continuam, mas não há garantia de que o Bayern volte a oferecer os mesmos termos. Enquanto isso, o nível de interesse de outros clubes ainda é incerto. No passado, Kimmich foi especulado como possível reforço de Real Madrid e Barcelona, além de outros gigantes europeus.
Embora a possibilidade de renovação ainda não esteja descartada, cresce a chance de o Bayern perder um de seus principais jogadores sem compensação financeira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).