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jynneos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) renovou a dispensa de registro sanitário da vacina Jynneos e da vacina Imvanex, ambas compradas pelo o Ministério da Saúde para prevenção da mpox. Segundo a medida publicada nesta terça-feira (27), no Diário Oficial da União, a diretoria colegiada da agência decidiu, por unanimidade, permiti, em caráter excepcional e temporário, a renovação da dispensa de registro sanitário das vacinas por um prazo de 180 dias, contados a partir da última sexta-feira (23).
O imunizante Jynneos é fabricado pela Bavarian Nordic, na Dinamarca, enquanto a Imvanex é desenvolvida pela IDT Biologika GmbH, na Alemanha. A Anvisa disse que as duas doses se referem a um mesmo produto, com nomenclatura distintas na Europa e nos Estados Unidos.
O Ministério da Saúde já tinha comunicado no último dia 15, que realiza negociação para adquirir de forma emergencial cerca de 25 mil doses de vacinas contra a mpox junto à Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). A enfermidade foi declarada emerg?ncia em saúde pública de importância internacional.
A agência de saúde já autorizou o uso emergencial da vacina Jynneos durante a primeira emergência global por mpox no ano passado, quando o insumo ainda não era licenciado no país.
De acordo com a Anvisa, a vacina é destinada a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e tem prazo de validade de até 60 meses quando conservado em temperatura que varia entre -60 graus Celsius (°C) e -40°C.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.