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jose mucio monteiro
Nesta terça-feira (17), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, em sua casa na cidade de São Paulo, quando ainda estava se recuperando da cirurgia que fez para evitar novos sangramentos decorrentes da queda que sofreu em Brasília. No encontro, Múcio sinalizou ao presidente que já teria cumprido a sua missão no Ministério da Defesa.
Fontes do governo, entretanto, afirmaram ao UOL, que a conversa entre os dois colegas de longa data não quer dizer, necessariamente, que Múcio deixará o governo. A informação é de que são amigos próximos e que Múcio só deixaria o cargo se quisesse, porque Lula não demitiria o amigo.
Múcio era um deputado da oposição até ser chamado pelo presidente, em 2007, para ocupar a pasta de Relações Institucionais. Depois disso, o ministro ocupou, por doze anos, o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), até aceitar compor o gabinete do petista novamente, com, novamente, um cargo de diálogo: o Ministério da Defesa.
Apesar do período de Múcio como ministro da pasta abranger momentos tensos, como os recentes projeto de lei que estabelece uma idade mínima para aposentadoria dos militares e a descoberta de um plano golpista envolvendo diversos militares em dezembro de 2022, a avaliação é de que a atuação do ministro é positiva e melhorou a relação do presidente com os militares.
A conversa entre os dois alimentou os ânimos em Brasília, onde já se discute uma possível reforma ministerial de meio de mandato. O nome do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) é um dos mais comentados. Ele, que já comanda a pasta de Indústria e Comércio, é visto como um bom interlocutor, e poderia ser uma boa aposta, segundo fontes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.