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A jornalista Miriam Leitão passou mal ao vivo nesta quarta-feira (28), enquanto fazia comentários sobre economia em um programa de televisão. No meio da fala, ela parou, disse que estava se sentindo um pouco tonta e pediu para mudar de lugar no estúdio. Depois, seguiu com o comentário.
O episódio aconteceu durante a programação da GloboNews, canal em que Miriam atua como comentarista. Ao perceber a pausa, a apresentadora do programa perguntou: “Você está bem?”. “Não, eu estou bem, estou bem”, respondeu Miriam.
Em seguida, a jornalista pediu para se sentar ao lado da apresentadora. “Posso ficar ao seu lado? Como a Malu fica”, disse, referindo-se a Malu Gaspar, outra comentarista do canal, que costuma ocupar uma bancada ao lado da apresentadora porque usa um tablet durante as participações. “Sim, é claro”, respondeu a apresentadora. Em seguida, Miriam continuou o comentário.
eita, caiu a pressão da miriam leitão na globo news e ainda assim ela continuou falando por cinco minutos https://t.co/cl4zzHBTHb
— Dayrinho (@Dayrells) October 28, 2026
A jornalista Fátima Bernardes revelou nas redes sociais seu voto para o segundo turno das eleições. Após 37 anos de Globo, respeitando uma regra da própria emissora de não se pronunciar politicamente, a ex-âncora do Jornal Nacional e apresentadora do 'Encontro', declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente.
Por meio de um vídeo publicado no Instagram, Fátima defendeu seu voto e explicou o motivo pelo qual escolheria Lula.
"Oi, o vídeo é longo, mas eu peço que você fique comigo até o fim. Afinal, somos amigos e, principalmente, amigas de longa data. Sempre me senti respeitada e tive grande respeito pelo que nós construímos juntos na TV e, agora, nas diversas plataformas. Você não precisa ser lulista nem petista para votar no Lula e no Alckmin. Basta você ser um defensor da democracia, das liberdades, dos direitos que já conquistamos, do respeito a todas as famílias e credos”, afirmou.
A apresentadora pontuou ainda que sua escolha era baseada nos ensinamentos recebidos dos pais. “Diante de tudo que eu aprendi com meu pai militar e com a minha mãe dona de casa, eu tô preocupada. Com eles aprendi sobre respeito ao próximo, sobre trabalhar pela minha independência, pela minha liberdade, sobre viver e resolver os problemas na base da conversa sem violência”, declarou.
Fátima não foi a única ex-jornalista da Globo a se posicionar politicamente. O ex-apresentador do Bom Dia Brasil declarou apoio ao presidente e participou do Ato Pela Democracia no último domingo (18).
Os posicionamentos só puderam ser feitos após deixar a emissora. Entre os princípios editoriais da Globo está escrito de forma explícita:
"Os jornalistas do Grupo Globo na?o podem se engajar em campanhas poli?ticas, de forma alguma: nelas trabalhando, anunciando publicamente apoio a candidatos ou usando aderec?os que os vinculem a partidos. Em seus manuais de redac?a?o, os vei?culos devem criar normas de quarentena para receber de volta jornalistas que tenham pedido demissa?o a fim de trabalhar para partidos, candidatos ou governos."
Conversas atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do já extinto Banco Master, e à então responsável pelo marketing da instituição, Ana Matos, indicam que os dois discutiram a combinação prévia de perguntas para uma entrevista na CNN Brasil, em abril do ano passado.
Segundo reportagem do ICL Notícias, os diálogos também mencionam contratos publicitários de R$ 10 milhões por ano e negociações envolvendo o canal CNN Money e eventos da emissora.
Em 3 de abril de 2025, Vorcaro cogitou conceder uma entrevista para falar sobre o balanço do banco e a negociação de venda ao Banco de Brasília (BRB). Nas mensagens, Ana Matos defendeu que as perguntas do jornalista Fernando Nakagawa fossem discutidas previamente. Depois, Vorcaro decidiu enviar o economista-chefe do Master, Paulo Gala, em seu lugar.

Foto: Reprodução / ICL Notícias
A entrevista foi exibida ao vivo no CNN Money. Procurado pelo ICL Notícias, Nakagawa afirmou que conduziu a conversa normalmente e negou se lembrar de interferências na pauta. Segundo ele, foram abordados temas sensíveis ao banco, como a sustentabilidade da oferta de CDBs com remuneração de 140% do CDI e as críticas ao uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Foto: Reprodução / ICL Notícias
As mensagens também tratam das negociações para o lançamento do CNN Money, em 2024. Ana Matos mencionou uma proposta de R$ 12 milhões por 12 meses para uma cota de sócio fundador e sugeriu direcionar para o novo canal os R$ 10 milhões anuais que, segundo ela, já eram destinados à publicidade na CNN News.
Em uma das conversas, afirmou que gostaria de indicar alguém para acompanhar o conteúdo editorial do canal e avaliar os interesses do banco. Outro assunto foi o patrocínio do evento CNN Talks. Inicialmente, a emissora teria solicitado R$ 4 milhões, mas Ana informou a Vorcaro que negociou o valor para R$ 1 milhão. As mensagens também registram discussões sobre pedidos adicionais de recursos por executivos da CNN.

Foto: Reprodução / ICL Notícias
CNN
Em nota, a CNN Brasil afirmou que Vorcaro nunca foi sócio da emissora ou do CNN Money e que o único controlador é Rubens Menin. A empresa confirmou que o Banco Master foi anunciante, mas declarou que os contratos comerciais são protegidos por cláusulas de confidencialidade.
Também declarou que mantém separação entre as áreas comercial e editorial e que anunciantes não interferem nas decisões jornalísticas. A emissora acrescentou que os executivos responsáveis pela CNN Brasil e pela área comercial durante o período deixaram a empresa em agosto de 2025.
Ainda segundo a nota, os eventos patrocinados são identificados como conteúdo comercial, e a redação participa apenas da cobertura jornalística. O Banco Central rejeitou, em setembro de 2025, a compra do Master pelo BRB.
Em novembro daquele ano, decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira. A reportagem do ICL Notícias informou que procurou João Camargo, então presidente do conselho da CNN Brasil, mas não obteve resposta.
Mensagens interceptadas pela Polícia Federal na investigação sobre o celular do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, revelaram diálogos com Frederic Kachar, CEO da Editora Globo, Infoglobo e Globo Condé Nast. O material apreendido contém conversas entre o executivo e o ex-banqueiro sobre a linha editorial e o trabalho de jornalistas do conglomerado.
Segundo informações da TV Pop e O Antagonista, as trocas de mensagens mostram reclamações de Vorcaro em relação a uma reportagem publicada pela colunista Malu Gaspar em abril de 2025. Diante do descontentamento do ex-banqueiro, Kachar respondeu: “Oi Tava tentando falar com a Malu, mas antes saíram duas colunas Ela entrou na CBN”. O executivo complementou: “Eu te entendo, mas é uma questão subjetiva. Esse eh o estilo dela com todo mundo, não somente com vc.” e “Eu acho cansativo e desnecessário”.
Na sequência da conversa, Vorcaro desabafou: “Ficamos impotentes com essa chuva de ataques assim”, ao que o diretor-geral respondeu: “Vou falar com ela”. O ex-dono do Banco Master prosseguiu: “Entendo que bater gera mais cliques mas podia intercalar. Até hoje ela so me atacou. Fica ate feio pra ela” e acrescentou: “Me pinta como se eu fosse um membro do pcc ou de alguma organização criminosa e esquece toda e qualquer coisa que fizemos de bom”.
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Foto: Reprodução / Redes sociais
Além de discussões editoriais, as mensagens mostram proximidade entre o executivo e Vorcaro, envolvendo convites para festas privadas, organização do Baile da Vogue e comentários sobre celebridades e funcionárias da empresa.
O material também registra interações no início de 2024 sobre eventos particulares organizados pelo ex-banqueiro. Procurados pelos veículos de imprensa, nem o conglomerado Globo nem o executivo Frederic Kachar se manifestaram até a publicação dos dados.
A professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e doutora em Comunicação, Malu Fontes, é a mais nova adição da rádio Antena 1. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (8), durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, apresentado por Rebeca Menezes e Mauricio Leiro, e no Linha de Frente por Pablo Reis e Bianca Ribeiro no Bahia Notícias no Ar às sextas-feiras.
Confira em vídeo:
A partir de agora, Malu passa a integrar a programação da Antena 1 com uma coluna voltada à análise e ao comentário de temas de interesse público. Durante a entrevista, a professora falou sobre a importância do jornalismo para a compreensão da política e dos acontecimentos da sociedade.
Ao conversar com os apresentadores, a professora relembrou que o tema não é algo novo. Tendo em vista a teoria da ação política surgida na Guerra Fria, os meios de comunicação funcionam como instrumentos de transmissão de uma ideologia específica, demonstrando que o jornalismo não é por completo neutro, pois serve a agendas de grupos dominantes ou de elites intelectuais.
A parceria também prevê novos conteúdos produzidos em conjunto entre a rádio e o Bahia Notícias (BN). A partir de novembro, será lançado o podcast "Pauta Aberta", que terá formato de diálogo e abordará assuntos gerais a partir da participação de diferentes convidados e perspectivas.
Além da participação no Bahia Notícias no Ar, Malu Fontes terá uma coluna na homepage do portal, publicada todas as quartas-feiras. Os textos também serão adaptados para as redes sociais, ampliando a distribuição do conteúdo.
Bem como comentários em formato de áudio para a programação da Antena 1. Com a chegada de Malu Fontes, o BN amplia a produção de conteúdo em diferentes formatos, unindo análise, opinião e jornalismo em plataformas digitais e no rádio.
UMA "BIJUTERIA"
Para a especialista, o jornalismo é frequentemente alvo de críticas de ambos os lados do espectro político. Por um lado, "quem é de esquerda sempre vai ver os mídias, de um modo geral, os meios, o jornalismo, como um grande porta-voz, um conjunto de porta-vozes do capitalismo para oprimir as classes subalternas". Por outro lado, grupos de direita acusam os meios de comunicação de serem "comunistas que querem derrubar o sistema e querem impor seu ponto de vista".
Ao analisar o cenário contemporâneo de desinformação, Malu Fontes comparou a posição da imprensa na sociedade a uma figura sobre a qual todos descarregam frustrações. "Eu costumo dizer que a imprensa é para a sociedade e, agora, mais do que nunca, com esses conceitos todos, fake news e pós-verdade, a imprensa se tornou cada vez mais a Geni universal, ou seja, todo mundo taca pedra", disse.
A professora ressaltou o dever de neutralidade do profissional de imprensa diante da polarização das audiências. "A gente que está do lado de cá, que tem a obrigação de olhar para os dois lados e não é nem direita, nem esquerda, na hora de narrar as coisas", observou, resumindo que "é da natureza da imprensa, todo mundo fala mal".
Para saber mais sobre a entrevista é só reassistir logo abaixo ou no canal do Youtube do BN:
A TV Bahia terá um novo desfalque nos próximos meses. O jornalista Costta Filho deixa a emissora rumo a Belo Horizonte, mesmo destino de Beatriz Oliveira, para atuar na filial mineira da Globo.
A informação, que estava sendo ventilada nas redes sociais desde a última quinta-feira (1º), foi confirmada pelo Bahia Notícias com fontes ligadas à emissora.
Um dos nomes do esporte na emissora, Costta deixa a filial baiana da Globo dois anos após sua estreia. Antes da TV Bahia, o jornalista era o nome do Esporte na TVE Bahia, onde atuou por três anos, de 2021 a 2024.
A "ponte" entre Bahia e Minas Gerais estaria sendo feita por Ana Raquel Copetti, ex-diretora de Jornalismo da TV Bahia e atual responsável pelo jornalismo da Globo Minas.
Ana Raquel deixou o cargo em Salvador em outubro de 2025, após o convite da Globo para o novo desafio profissional. A jornalista assumiu a direção de jornalismo da emissora baiana no início de 2023, após a saída de Eurico Meira da Costa, que estava há cinco anos no cargo.
Não foram reveladas novas movimentações envolvendo a TV Bahia e a Globo Minas.
O documentário “Entre a Caneta e o Poder: Mulheres no Jornalismo da Bahia”, dirigido pelo cineasta Daniel Talento, foi selecionado para a mostra competitiva do 8º FestCine Pedra Azul, que acontece nos dias 25 e 26 de setembro, em Pedra Azul, distrito de Domingos Martins, no Espírito Santo. A exibição será realizada no sábado (26), a partir das 9h, na Sala Malu Mader, no Hotel Vista Azul.
Produzido pela Tia Maria Filmes, em coprodução com a Arpoador Audiovisual, o longa revisita a trajetória de mulheres que fizeram carreira na imprensa baiana a partir da década de 1970. O documentário acompanha a passagem dessas jornalistas por editorias como política, polícia, esporte e economia, em um período em que as redações eram ocupadas majoritariamente por homens e o país vivia sob a censura do regime militar.
A ideia do filme surgiu a partir da história de Carmela Talento, mãe do diretor, que também participa do documentário. Ao lado dela, estão as jornalistas Mariluce Moura, Joana D’Arck, Isabel Santos, Mônica Bichara e Jaciara Santos. O projeto conta ainda com a participação especial do jornalista e escritor Emiliano José.
A exibição em Pedra Azul contará com a presença de Joana D’Arck, Isabel Santos, Mônica Bichara e Jaciara Santos.

Foto: Divulgação / Sinjorba
TRAJETÓRIA
Em maio, “Entre a Caneta e o Poder” foi selecionado para o ICJ International Film Award 2026, na Ucrânia, entre mais de 2.500 obras inscritas de diferentes países. O documentário também passou a integrar o programa Cinema nas Escolas, com exibições previstas em 100 instituições de ensino ucranianas.
No Brasil, o longa foi selecionado para o Panorama Estadual da 9ª Mostra SESC de Cinema, representando a Bahia.
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Morreu na tarde desta sexta-feira (18), aos 61 anos, José Pacheco Maia Filho, jornalista, colunista e comunicador com atuação em diferentes áreas da imprensa e da comunicação da Bahia. Segundo apuração do BN, ele estava com leucemia e morreu em decorrência de complicações da doença.
Pacheco Maia ocupou funções públicas e participou de projetos ligados à comunicação. Em 2018, foi secretário de Comunicação de Salvador durante a gestão do então prefeito ACM Neto (UB). Em 2021, assumiu a direção-geral da Fundação Paulo Jackson. No ano seguinte, comandou a assessoria do então candidato ao governo da Bahia João Roma (PL).
Já em 2023, exerceu o cargo de coordenador-geral de jornalismo da Secretaria de Comunicação Social (Secom). Ao longo da carreira, Pacheco também publicou textos e crônicas em veículos baianos. Em 2025, participou como mediador do projeto Café com História, da Ademi-BA, voltado ao registro de histórias e memórias do mercado imobiliário baiano.
Fã de Raul Seixas, Pacheco também colaborou com o Bahia Notícias em uma série de artigos sobre o cantor. Nos textos, apresentava aspectos menos conhecidos do ícone do rock brasileiro e compartilhava sua visão sobre a trajetória do artista.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta sexta-feira (17), que está proibindo os veículos de comunicação MSNBC, CNN e Politico de acessar a Casa Branca, alegando que a cobertura deles sobre seu governo é "desonesta" e "tendenciosa."
"Veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou divulgar continuamente ficção e mentiras quando estão cobrindo o presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América", escreveu o presidente na Truth Social.
Trump também prometeu que "outros veículos de Fake News virão em seguida", mas sem detalhar quais.
O governo já havia avançado contra outros veículos de comunicação no mandato do presidente. Em fevereiro de 2025, a Casa Branca proibiu jornalistas da Associated Press de acessar espaços como o Salão Oval e o Air Force One.
O SBT decidiu rescindir o contrato do apresentador Rodrigo Bocardi, determinando seu desligamento definitivo do “SBT Cidades”, telejornal que apresentava, nesta sexta-feira (11). Essa atitude vem depois da denúncia de um ex-secretário da cidade de Embu das Artes, cidade da região metropolitana de São Paulo, afirmando que o comunicador teria cometido extorsão, mesmo motivo que o fez ser demitido da Rede Globo.
Antes da demissão, os executivos do SBT já haviam restringido ações promocionais da BocaTV, canal digital de Bocardi, durante a exibição do SBT Cidades, já que categorizavam a exposição da iniciativa privada do apresentador como “excessiva”. Nos bastidores do canal, essa saída já era considerada iminente em decorrência das falas de Bocardi sobre o caso.
A polêmica começou quando Jones Donizete, ex-secretário de Tecnologia e Comunicação de Embu das Artes, acusou Bocardi de ter cobrado prefeituras para que falem bem das gestões municipais na BocaTV. O ex-secretário disse ainda que Bocardi ameaçava falar mal das prefeituras caso não o pagassem.
A emissora disse em nota que soube do assunto por meio das redes sociais. "Como a parceria entre SBT e BocaTV foi encerrada, Rodrigo Bocardi e emissora resolveram encerrar por completo o contrato", diz.
Bocardi confirmou a saída para a Folha de S.Paulo, negando irregularidades e dizendo que está “revoltado” com a emissora. "Minha prioridade é o BocaTV. Sei que não fiz nada de errado. Onde está o vídeo? A prova? Não tem nada", afirmou.
O jornalista questionou a emissora, em vídeo publicado nas redes sociais, citando ainda a relação de Fabio Faria, marido de Patricia Abravanel, com Daniel Vorcaro. "Eu demiti o SBT da minha vida. Eles não foram capazes de segurar as forças que estavam atuando contra mim. O SBT não suportou um mês e se vendeu", disse no vídeo.
Veja a nota do SBT na íntegra:
O SBT tomou conhecimento, pelas redes sociais, de uma denúncia relacionada ao apresentador Rodrigo Bocardi, e não encontrou fatos ou provas que comprometessem o comportamento e a idoneidade do profissional. No entanto, como a parceria entre SBT e BocaTV já havia sido desfeita, Rodrigo Bocardi tomou a decisão, e o SBT aceitou, de encerrar por completo o contrato com a emissora e se dedicar integralmente às suas empresas.
O jornalista Carlos Monforte, de 77 anos, teve a morte anunciada nesta segunda-feira (31), pela GloboNews. Com mais de quatro décadas de carreira, Monforte foi um dos pioneiros do modelo de âncora no telejornalismo brasileiro.
A causa da morte de Monforte não foi divulgada. O jornalista deixa a esposa, dois filhos e três netos.
O profissional, que iniciou a carreira como repórter do jornal A Tribuna, e teve passagem pelo jornal 'O Estado de S. Paulo', foi um dos rostos da Globo na década de 80, produzindo reportagens para o Jornal Nacional e o Fantástico.
Após deixar a Globo, em 1992, dirigiu o departamento de Comunicação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e se tornou uma referência do telejornalismo brasileiro.
De volta à emissora, o jornalista assumiu o cargo de coordenador da GloboNews em Brasília em 2000 e foi apresentador do Jornal das Dez da capital federal.
Se em 1985 alguém perguntasse a Osmar Martins como ele imaginava a vida daqui a 40 anos, o jovem que dava os primeiros passos no jornalismo não diria que se tornar a maior referência do estado quando se trata de música baiana estava nos seus planos.
Muito menos que Alcione, sim, uma das maiores estrelas do samba, daria a ele o apelido pelo qual é chamado em todos os trios dos principais circuitos da folia em Salvador: Marrom.
Mas 40 anos se passaram e essa é a realidade de Osmar "Marrom" Martins. Sua história se mistura com a do Axé, e não é à toa. O jornalista foi um dos principais entusiastas do movimento que marcou a folia baiana e afirma: "O Axé abriu as portas do mundo para mim."
Em uma nova fase da carreira, o jornalista retorna à ativa após um período sabático, de casa nova como o novo colunista do Bahia Notícias, no Blog do Marrom, e com muita história para contar.
Em entrevista ao Bahia Notícias, Marrom relembrou alguns dos momentos mais marcantes da carreira e conversou sobre o cenário do jornalismo baiano. Confira a entrevista completa.
O jornalista e ex-âncora do Jornal Hoje, da Globo, Evaristo Costa, surpreendeu o público com um anúncio feito nas redes sociais.
Na ocasião, o ex-parceiro de bancada de Sandra Annenberg revelou que iria começar a fazer conteúdo adulto, anúncio que causou burburinho na internet.
"Oi, pessoal. É… Eu tô vindo aqui pra falar de um assunto sério, vocês sabem que eu sou sempre muito transparente, prefiro que primeiro vocês saibam por mim e depois pelas páginas de fofoca. Tenho pensado muito nesse assunto no último ano, custo de vida pra se manter aqui na Inglaterra tá alto, já conversei sobre esse assunto com a minha família, já conversei sobre esse assunto com os meus amigos, tô completando 50 anos. Dono da minha própria vida, sou dono das minhas escolhas, responsável por elas. Tenho conhecimento nesse assunto e eu decidi que eu vou começar a produzir conteúdo adulto", disse em vídeo.
Toda situação, no entanto, não passou de uma pegadinha feita por Evaristo. A ideia do jornalista era chamar atenção para o conteúdo produzido em relação à saúde e ao envelhecimento.
"O tema vai ser dor nas costas, depois vista cansada, hipertensão, colesterol… e por aí vai. Aceito colab com médico geriatra, tá?", disse.
Longe da TV desde 2021, após o fim do contrato com a CNN Brasil, o jornalista chegou a ser especulado como apresentador do novo reality show de Boninho na Record, o programa 'Casa do Patrão', no entanto, o acordo não foi firmado.
O anúncio feito por Evaristo ganhou o apoio de colegas da cena, como a jornalista Leilane Neubarth. "Adorei ‘conteúdo adulto’. Se precisar de uma entrevistada sobre dor no joelho, tô dentro.".
William Bonner vive uma nova fase profissional como apresentador do Globo Repórter. O jornalista esteve à frente do Jornal Nacional por 29 anos e deixou a bancada em novembro do ano passado. Bonner, no momento, atua como repórter em uma série especial sobre os países que receberão a Copa do Mundo em 2030, com seu primeiro episódio indo ao ar nesta sexta-feira (17), focado no Marrocos. Em entrevista ao Extra, Bonner contou como tem sido experimentar essa nova rotina de trabalho.
Foram 20 dias de viagem, percorrendo oito cidades nos três países sede do próximo torneio mundial, com uma equipe de apenas 5 pessoas. O foco da série vai ser mostrar a preparação e a cultura dos países que irão dividir a organização da Copa de 2030.
“Eu entrei na TV já como apresentador e aprendi edição. Reportagem eu fiz em diversas situações especiais, às vezes coberturas de tragédias, às vezes eventos de grande importância política no Brasil e no exterior. Mas, naquelas ocasiões, elas eram exibidas no mesmo dia em que tinham sido editadas. Já o Globo Repórter permite um respiro muito maior. São reportagens que têm um outro timing”, explicou o repórter.
Bonner destaca que, ao contrário do telejornalismo diário, em que a edição ocorre no mesmo dia de apuração, o Globo Repórter permite um "respiro muito maior" e um tempo mais elástico para construir a narrativa. Embora tenha feito reportagens em situações especiais no passado, como tragédias ou grandes eventos políticos, ele ressalta o prazer de estar "olho no olho" com os entrevistados e escolher a forma de contar as histórias. Ele reconhece que, apesar de sua vasta experiência como apresentador e editor, a rotina de reportagem de campo no exterior foi uma experiência nova, na qual contou muito com o apoio da equipe experiente.
“É muito prazeroso porque isso me proporcionou uma nova experiência profissional. Fazer a reportagem olho no olho com os entrevistados, escolher a forma de contar a história e ainda fazer isso com um tempo mais elástico é mais confortável”, afirmou William Bonner.
A nova rotina não é tranquila, considerando a agenda de gravações intensas, porém, proporciona uma satisfação profissional renovada para o jornalista, por meio de uma experiência mais "confortável" de apuração.
O procurador regional eleitoral, Cláudio Gusmão Cunha, compareceu, nesta terça-feira (30), à inauguração do MIDIACOM Bahia, uma associação de radiodifusão voltada para emissoras de rádio e TV da capital e do interior baiano. Em entrevista ao Bahia Notícias, o jurista destacou a importância da coalizão de forças em um ano eleitoral.
"Todos esses esforços são bem-vindos, sobretudo quando partem de empresas consolidadas de mídia, que têm, para além do aspecto da disputa por audiência, um compromisso social”, ressalta.
Ele, que já atuou como procurador da República vinculado ao Ministério Público Federal (MPF), completa ainda dizendo que esse compromisso das mídias consiste em “levar informação abalizada, uma informação que permita ao eleitor promover a escolha dos seus candidatos de maneira livre e consciente”.
O executivo paraibano e diretor da Band Bahia, Augusto Corrêa Lima, assume, nesta terça-feira (30), a presidência da MIDIACOM Bahia, associação que deve representar e fortalecer o setor de comunicação no estado. Em evento de inauguração, o presidente da entidade destacou ao Bahia Notícias que o foco do grupo é impulsionar o setor economicamente.
“O principal objetivo é fortalecer a indústria da comunicação na Bahia. Nós geramos emprego, geramos renda e, principalmente, movimentamos a economia. Nós temos a atribuição institucional de fortalecer esses veículos e ampliar também a nossa força, a nossa base, não só com rádio e televisão”, afirmou o gestor.
Para Augusto Lima, a solução deve ser a abertura de espaço para a colaboração de novos formatos de comunicação, como os sites e plataformas. “A ideia é convidar outras plataformas de comunicação para que essa indústria se fortaleça — essa indústria séria —, e assim a gente possa, nesse momento principal, combater as fake news, que são um câncer da nossa sociedade moderna”, completa.
A capital baiana irá sediar, nos dias 28 e 29 de março, o Workshop de Imersão em Jornalismo, voltado para estudantes e profissionais da área de Comunicação.
O projeto, que será realizado na TV Band Bahia, na Federação, terá a condução de três jornalistas com ampla trajetória no audiovisual, Maria Fernanda Rebouças, Carolina Melo, editora-chefe do Band Cidade, e Carolina Rosa, apresentadora do telejornal Band Cidade.
“Não é uma atividade de simulação em sala de aula. É o jornalismo acontecendo de verdade, com a experiência concreta de quem já vive essa rotina diariamente”, afirma Rosa.
O workshop, que possui vagas limitadas, irá oferecer aos estudantes: oficinas práticas dentro de emissora de TV; vivência real de estúdio e produção; rotina profissional do jornalismo atual; dinâmica de redação e ambiente audiovisual; e exercícios aplicados desde o primeiro encontro.
As inscrições podem ser feitas no site Sympla e o custo do curso é de R$ 1.200.
A Rede Bahia anunciou, nesta quarta-feira (18), ama série de mudanças na área de jornalismo da emissora. A principal delas envolve o gerente de Jornalismo, Christiano Caldeira, que passa agora a assumir a cadeira de gerência de conteúdo na diretoria de Programação, Esportes e Entretenimento.
Christiano esteve à frente do Bahia Meio Dia por 2 anos e assumiu a gerência de Jornalismo na emissora em 2023. Com a mudança no setor, atual chefe de redação da emissora, Sheron Monalisa, passa a ocupará a gerência de Jornalismo.
O comunicado foi assinado pela diretora de Jornalismo da Rede Bahia, Ana Raquel Copetti e o diretor de Programação, Esportes e Entretenimento e veiculado entre os colaboradores nesta quarta.
O Brasil deu um salto de 47 posições no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), organização não governamental e sem fins lucrativos. A comparação é entre a posição de 2025, quando país ficou na 63º posição, e a de 2022. Segundo os pesquisadores, há um clima menos hostil ao jornalismo.
O estudo define liberdade de imprensa como “a possibilidade efetiva de jornalistas, como indivíduos e como coletivos, selecionarem, produzirem e divulgarem informações de interesse público, independentemente de ingerências políticas, econômicas, legais e sociais, e sem ameaça à sua segurança física e mental”.
Os números brasileiros, porém, estão entre as poucas melhoras nesse indicador de 2025. Seis em cada dez países caíram no ranking. Pela primeira vez na história do levantamento, as condições para o jornalismo são consideradas “ruins” em metade dos países do mundo e “satisfatórias” em menos de um em cada quatro.
Segundo a Agência Brasil, a pontuação média de todos os países avaliados ficou abaixo de 55 pontos, o que qualifica a situação da liberdade de imprensa no mundo como “difícil”. Segundo a RSF, o ranking é um índice que mede as condições para o livre exercício do jornalismo em 180 países do mundo.
O índice tem cinco indicadores: político, social, econômico, marco legal e segurança. Com base na pontuação de cada um, é definida a pontuação geral por país. O indicador econômico foi o que mais pesou em 2025. O que significa falar em concentração da propriedade dos meios de comunicação, pressão de anunciantes ou financiadores, ausência, restrição ou atribuição opaca de auxílios públicos.
Segundo a RSF, os meios de comunicação estão divididos entre a garantia da própria independência e a luta pela sobrevivência econômica.
“Garantir um espaço de meios de comunicação pluralistas, livres e independentes exige condições financeiras estáveis e transparentes. Sem independência econômica, não há imprensa livre. Quando um meio de comunicação está economicamente enfraquecido, ele é arrastado pela corrida por audiência, em detrimento da qualidade, e pode se tornar presa fácil de oligarcas ou de tomadores de decisão pública que o exploram”, diz Anne Bocandé, diretora editorial do RSF.
“A independência financeira é uma condição vital para assegurar uma informação livre, confiável e voltada para o interesse público”.
A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) firmaram acordo com o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) para realizarem o lançamento do Prêmio IBRAM/CBPM/Sinjorba de Jornalismo: Mineração e Sustentabilidade” em 2025. A premiação ocorrerá em outubro, durante a realização, em Salvador, da Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (Exposibram).
Serão premiadas três produções jornalísticas em veículos de comunicação da Bahia, nas categorias “Texto” (publicações em jornais, revistas, sites e blogs) e “Áudio/Vídeo” (emissoras de rádio, TV e podcasts), além de uma premiação para uma produção nacional que trate do tema mineração e sustentabilidade no território baiano. No total, serão sete produções premiadas. O objetivo é estimular e reconhecer o trabalho de jornalistas e radialistas na cobertura do setor de mineração no estado, na perspectiva sustentável e social.
As inscrições estarão abertas entre 1º e 30 de maio e considerará trabalhos jornalísticos veiculados/publicados entre 1º de outubro de 2024 e 30 de abril de 2025, que tenham relação direta com o tema. Será limitada a inscrição de um trabalho por participante, de forma a garantir que mais trabalhos e iniciativas sejam visibilizados e premiados. As reportagens deverão ser enviadas até o dia 15 de junho de 2025.
Para julgar os trabalhos, será indicada uma comissão com cinco integrantes, sendo um professor universitário da área de mineração, um professor de Jornalismo, um técnico da CBPM e dois jornalistas, um da área de texto e outro da área de áudio/vídeo. O resultado será divulgado até 15 de setembro e a premiação feita durante a Exposibram, em fins de outubro.
O Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) prorrogou até o dia 20 de outubro o prazo para estudantes de direito e de comunicação social com habilitação em jornalismo se inscreverem no processo seletivo de estágio. A seleção será feita por meio de aplicação de prova de conhecimentos específicos em Salvador e mais seis municípios do interior onde o órgão tem unidades – Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Juazeiro, Itabuna, Eunápolis e Barreiras.
São oito vagas destinadas a estudantes de direito e jornalismo, além de cadastro de reserva. Neste cadastro, os estudantes classificados permanecem numa lista que vai sendo acionada sempre que um contrato se encerra.
O MPT-BA sinaliza que o prazo inicial de inscrições, que terminariam na segunda-feira (7), foi estendido por causa da possibilidade de realizar as provas no dia 27 de outubro, data que surgiu após a confirmação de que não haverá segundo turno das eleições nos municípios onde serão feitas as provas.
Poderão se inscrever alunos regularmente matriculados e com frequência efetiva nas instituições de ensino conveniadas com o órgão. Interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível no endereço https://link.mpt.mp.br/pUuSCvk. Em seguida, comparecer a uma das unidades do órgão entre os dias 22 e 23 de outubro, com documento original de identificação e uma lata de leite em pó com no mínimo 350g. O leite arrecadado durante a confirmação das inscrições será doado a uma instituição sem fins lucrativos.
A nova data das provas de comunicação e direito será dia 13 de outubro, com portões fechando às 9h. Os locais de aplicação ainda serão divulgados no site do MPT. Para mais informações acesse o edital retificado.
Os estagiários aprovados terão direito a uma bolsa no valor mensal de R$1.027,82, além de auxílio transporte de R$11,58 por dia trabalhado. A jornada semanal de estágio no MPT é de 20 horas. Os contratos são anuais, podendo ser prorrogados por mais um ano.
As inscrições para o processo seletivo de estágio destinado a estudantes de graduação dos cursos de Direito e Comunicação Social com habilitação em Jornalismo no Ministério Público do Trabalho (MPT) na Bahia estão abertas. Quem tiver interesse tem até o dia 7 de outubro para fazer a inscrição, com a confirmação presencial nos dias 8 e 9.
As vagas e o cadastro de reserva são para as oito unidades do órgão no estado, no caso de estudantes de direito, e apenas para Salvador, para os de jornalismo. Apenas os alunos das instituições de ensino que têm convênio ativo para estágio com o MPT poderão concorrer.
As inscrições podem ser feitas com o preenchimento de formulário eletrônico (clique aqui). Nas datas marcadas para o comparecimento a uma das unidades do órgão, os inscritos deverão apresentar os originais dos documentos solicitados no edital mais uma lata de leite em pó com no mínimo 350g, que será arrecadada e posteriormente doada a uma instituição sem fins lucrativos.
O edital com as informações sobre o processo seletivo foi publicado nesta segunda-feira (30). As provas serão aplicadas no dia 13 de outubro, a partir das 9h em locais a serem divulgados tanto em Salvador quanto nas sete cidades do interior onde o órgão tem unidades – Santo Antônio de Jesus, Feira de Santana, Itabuna, Eunápolis, Barreiras e Juazeiro.
Quem for admitido pelo MPT terá direito a uma bolsa mensal, atualmente fixada em R$1.027,82 para nível superior, além de auxílio-transporte de R$11,58 por dia de estágio e seguro de acidentes pessoais. A jornada semanal de estágio no MPT é de 20 horas.
Um estudo divulgado pelo Instituto Reuters nesta semana aponta que 61% dos brasileiros confiam no jornalismo local, isto é, conteúdo de veículos a nível estadual ou municipal. O levantamento também mostra que 17% não confia na produção jornalística nessa categoria e outros 23% se mantiveram neutros.
Além do nível de confiança, o relatório mede como as pessoas acessam notícias online. No Brasil, 82% dos entrevistados afirmam que se informam pelo celular, 51% através do computador e outros 30% usam tablets para ler notícias.
Os números representam um crescimento de 7% no consumo pelo celular em dois anos, já que em 2022 o percentual chegava a 75%.
Na contramão, a TV segue em declínio como fonte de notícias escolhida pela população, apesar de ainda abocanhar boa parte de verbas de publicidade. Já a mídia impressa, que viveu uma queda acentuada desde 2015, passa por um período de estabilização nos últimos anos.
No levantamento divulgado agora, a principal fonte de notícias é online, incluindo redes sociais, com 74%. TV aparece com 50% e a mídia impressa 11%.
O levantamento da Reuters mede, ainda, as principais plataformas usadas para o consumo de notícias. Integram o top 3 WhatsApp (38%), YouTube (38%) e Instagram (36%).
De forma geral, o nível de confiança da população brasileira com as notícias é de 43%, depois de uma queda significativa nos últimos dois anos. Ainda assim, o Brasil ocupa a primeira posição do ranking em termos de confiança entre todos os países da América Latina.
Acontece em Salvador, desta quinta-feira (16) atá domingo (19), o 22º Encontro Nacional dos Jornalistas em Assessorias de Imprensa (Enjai), nas dependências do Hotel Sol Victoria Marina, em Salvador. O evento é organizado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e reunirá 250 participantes, entre jornalistas, estudantes de jornalismo e professores da área.
O evento tem o patrocínio do Governo do Estado (através das secretaria de Comunicação e de Turismo), Prefeitura de Salvador, Bahiagás, Neoenergia/Coelba, Assembleia Legislativa da Bahia, Sindicato dos Fazendários da Bahia (Sindsefaz), além dos apoios da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF), Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e Soma Impressões.
“Este é o maior fórum específico para os debates e a organização das lutas dos profissionais que atuam em assessorias de imprensa e de comunicação no Brasil”, diz Moacy Neves, presidente do Sinjorba. Ele informa que, atualmente, 43% dos jornalistas brasileiros estão atuando neste segmento, exigindo das entidades sindicais da categoria a elaboração de políticas para a área.
PALESTRANTES
Participam do evento os professores Boanerges Lopes (UFJF), Wilson Costa Bueno (USP), Naiana Rodrigues (UFC), André Santana (Uneb), Claudiane Carvalho (UFBA) e Yuri Almeida (UCSal). Terá também a presença do deputado federal Orlando Silva (relator do PL das Fake News), Marcos Perioto (Secretário de Relações do Trabalho do MTE), Clemente Lúcio (membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República e do Conselho de Administração do BNDES) e Ana Georgina (economista-chefe do Dieese na Bahia).
Além deles, participam das oficinas, cases e painéis profissionais com longa experiência na área de assessoria, como Vera Longuini (Ateliê da Notícia) Guilherme Pichonelli (Vira Comunicação), Suely Temporal (AT Comunicação Corporativa), Elaine Hazin (Via Press), Lúcio Filho (Gestor de Rádio do governo do Ceará), Gabriela de Paula (Ayoo Comunicação) e Michele Rubim (consultora em Comunicação Estratégica, Jornalismo de Marca e Branding).
Os secretários de Comunicação do governo da Bahia e da Prefeitura de Salvador, respectivamente André Curvello e Renata Vidal, são esperados para apresentarem as experiências na gestão de comunicação dos dois órgãos dos poderes executivos.
INSCRIÇÕES
As inscrições para participar continuam abertas até a véspera do evento, dia 15, através do site www.enjai.com.br, para aqueles que não necessitam de hospedagens (nessa modalidade já estão encerradas). Só os inscritos terão acesso a todas as atividades: 6 painéis temáticos, 4 minicursos, apresentação de 3 cases de comunicação em assessoria, 2 conferências e mais 7 eventos diversos, em um total de 50 horas de atividades. O Enjai, cujo tema é “Assessoria de Imprensa e os Desafios da Atualidade”, fornecerá certificado de participação, que poderá ser usado como “atividade complementar”.
ATIVIDADES
Painéis
1) Responsabilidade Profissional e Ética em Tempos de Pós-Verdade
2) Impacto das Tecnologias Digitais no Cotidiano das Redações e Assessorias
3) Ensino de Jornalismo e as Exigências do Mercado de Trabalho”
4) Jornalismo de Marca: Uma Perspectiva Estratégica para a Comunicação Empresarial
5) Nova Regulamentação como Instrumento de Combate à Precarização
6) Desafios Sindicais após a Implantação da Contrarreforma Trabalhista
Cases
1) Assessoria de Imprensa na Construção da Cidadania
2) Redes Sociais como Instrumento de Comunicação com a Sociedade
3) Via 360: Comunicação que Transforma
Minicursos
1) Assessoria de Imprensa Digital
2) Produção de Podcast voltado à Assessoria
3) Gestão de Negócios para Jornalistas
4) Aplicabilidades da Inteligência Artificial
Conferências
1) Inovação, Regulamentação, Precarização e Pós-Verdade nas Assessorias de Imprensa
2) Sindicato do Futuro em um Cen
Celebrando o Dia do Jornalista nesta sexta-feira (7), a baiana Jéssica Senra conversou com o BN Hall sobre a importância da data. Apresentadora do jornal Bahia Meio Dia, da TV Bahia, há cinco anos, ela levou para a emissora o seu estilo opinativo. Com essa característica, a profissional costuma ganhar notoriedade dentro e fora da televisão com o compartilhamento de suas falas nas redes sociais.
“Escolhi ser jornalista pelo desejo de contribuir com a vida das pessoas e com o mundo. Para mim, a melhor forma de transformar realidades é a partir do conhecimento e o jornalismo consegue levá-lo de maneira acessível para as pessoas. Sempre tive facilidade de me comunicar e acredito que os dons que recebemos devem estar a serviço dos demais. Além disso, me sinto muito à vontade em frente às câmeras e microfones. Então o jornalismo acabou sendo um caminho natural pra mim”, declarou a jornalista, em entrevista ao BN Hall.
Formada em Jornalismo pela Rede UniFTC, Jéssica ingressou na área através de um estágio na Rádio Metrópole, conquistando o cargo de editora-chefe da empresa anos depois. A aparição nas telinhas de todo o Brasil também não demorou e aconteceu na Band Bahia, onde atuou como repórter e apresentadora. Na trajetória de sucesso, Senra também coleciona passagens pela Record, com o comando dos programas Bahia no Ar e Fala Brasil, e na Rádio Sociedade da Bahia, de forma conciliada nesses dois últimos locais.

A jornalista teve também a oportunidade de apresentar o Jornal Nacional, da Rede Globo, duas vezes: a primeira em 2019, em comemoração aos 50 anos do telejornal, e a segunda no ano seguinte como plantonista.

Ainda em conversa com o BN Hall, Jéssica comentou sobre as dificuldades dos jornalistas de se manterem firmes, mas comemorou a persistência da profissão. “No dia de hoje, celebro que o jornalismo profissional esteja resistindo, apesar de tantas dificuldades, como a desvalorização da profissão, os ataques constantes e o fenômeno das fake news, tão nocivas à vida das pessoas e à sociedade em geral. O trabalho árduo e dedicado de jornalistas, que apuram, investigam e desmentem as mentiras, protege a todos e todas nós”, comentou.
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Nomes consagrados do jornalismo estão entre os cortes em massa anunciados pela TV Globo, na manhã desta terça-feira (4). Eduardo Tchao, Carlos de Lannoy, Flávia Jannuzzi, Marcelo Canellas e Mônica Sanches foram atingidos e não fazem mais parte da emissora.
Eduardo Tchao estava fazendo uma reportagem quando foi pedido para que ele voltasse para a sede da emissora. Assim que voltou, foi informado de sua demissão.
Jannuzzi e Lannoy se surpreenderam ao descobrir que faziam parte dos nomes que seriam cortados.
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O clima na TV Globo está tendo entre os jornalistas que continuam na emissora, porque, segundo a revista “Veja”, a expectativa é que a lista de demissões aumente nos próximos dias.
Jessica Senra está completando 20 anos de carreira nesta quarta-feira (8). Em suas redes sociais, a apresentadora do Bahia Meio Dia compartilhou os passos que trilhou até se tornar referência no jornalismo na TV baiana.
No relato da sua trajetória, a jornalista falou sobre suas passagens pela TV Band Bahia e Tv Record, onde apresentou pela primeira vez um jornal em rede nacional, fazendo parte da escala aos finais de semana.
“Como repórter e apresentadora de jornal, comecei na TV Band Bahia em 2010, no Jornal da Bahia. [...] Em 2011, fui pra TV Record, onde apresentei o Bahia no Ar até março de 2018. Foram anos também de muito aprendizado, com liberdade para fazer um jornal a minha cara, com leveza e opinião, ajudando muita gente. Quando saí, o programa era líder absoluto de audiência há 2 anos e o maior Ibope de um jornal local matinal no Brasil, atingindo picos de até 20 pontos!”, escreveu Jessica em seu perfil no Instagram.
À frente do Bahia Meio Dia, da Rede Bahia, desde 2018, Jessica levou a emissora o seu estilo opinativo, característica que acabou sendo notada dentro e fora da televisão com o compartilhamento de suas falas nas redes sociais.
“Em 2018, aceitei o desafio de me juntar à TV Bahia no seu processo de transformar o jornalismo local. Trouxe minha forma próxima de comunicar e meu estilo opinativo, meu olhar voltado para a comunidade e minha defesa de grupos historicamente silenciados. Levamos o Bahia Meio Dia para mais perto das pessoas e retomamos a liderança da audiência do horário. Em 2019, vivi o sonho de ser a primeira baiana a sentar na bancada no Jornal Nacional, representando minha terra no jornal de maior destaque do país.”, afirmou.
Apresentadora da TV Bahia, a jovem escritora Luana Souza é finalista do 16º Troféu Mulher Imprensa.
Há dois anos na Rede Bahia, Luana concorre na categoria Jornalista Revelação. A também comunicóloga tem passagens como repórter e apresentadora do programa Conexão Bahia, do Conversa Preta e do Mosaico Baiano. Além disso, participou do especial São João da Rede Bahia de 2020 e pelo projeto Uma Rede Por Todos.
Luana Souza é natural de Cachoeira, no Recôncavo baiano, e tem experiência não apenas com televisão, mas também com rádio. A jornalista ainda é co-fundadora da Controversas, coletivo de mulheres pesquisadoras da cultura.
Em 2021, Luana recebeu o Prêmio Maria Felipa, representando o jornalismo. É co-autora do livro “Negras Crônicas: Escurecendo os fatos”, co-organizadora e escritora do livro "Controversas: Perspectivas de Mulheres em Cultura e Sociedade" e autora do livro-reportagem “Na contramão do Afeto”.
O Troféu Mulher Imprensa é uma iniciativa da Revista e Portal IMPRENSA e é o único prêmio do Brasil dedicado ao reconhecimento do trabalho jornalístico das mulheres.
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Em 14 de Maio de 1811, circulou o Idade D’Ouro do Brazil, primeiro jornal que existiu na Bahia e segundo no Brasil. Para marcar o 210° aniversário da imprensa no estado, a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) realizam um debate virtual nesta sexta-feira (14), a partir das 15h, no Youtube.
O encontro reunirá jornalistas e pesquisadores para debater a respeito das circunstâncias históricas que determinaram a implantação dos primeiros jornais, além de fazer uma análise do conteúdo das suas edições e os efeitos que a imprensa causou na sociedade colonial da Bahia.
Participam da live o jornalista Leão Serva, descendente em linha direta de Manoel Antonio da Silva Serva, criador do primeiro jornal e pioneiro da indústria gráfico-editorial privada brasileira, fundador e dono da tipografia onde era impresso o Idade D’Ouro do Brazil; o historiador Pablo Magalhães, da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB); o jornalista Nelson Varón Cadena, diretor de Cultura da ABI. A moderação será do jornalista e pesquisador do IGHB Jorge Ramos.
As confluências entre literatura e jornalismo serão debatidas durante o I Simpósio Baiano de Jornalismo e Literatura, evento promovido por meio de uma parceria entre a Academia de Letras da Bahia (ALB) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI). O evento será online e transmitido pelo canal do YouTube da ALB, nos dias 7, 8 e 9 de abril, das 18h às 20h.
“O Simpósio inaugura um esforço de aproximação entre duas entidades historicamente comprometidas com a promoção de cultura e da liberdade, e propõe reflexões importantes sobre os reflexos da conjuntura na vida de quem escreve, seja a escrita jornalística ou literária”, destaca o jornalista Ernesto Marques, presidente da ABI. No dia 7, ao lado do professor, antropólogo e atual presidente da Academia de Letras da Bahia, Ordep Serra, ele realizará a abertura do evento. Na sequência, terá início a mesa “Limites da liberdade de expressão e direitos hoje, no Brasil”.
A Mesa I terá participação do jornalista, escritor, e ex-professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA), Emiliano José, do professor-titular de jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Muniz Sodré, e do professor-titular de teoria da comunicação da Facom/UFBA, Wilson Gomes. A mediação ficará com Jussara Maia, pesquisadora e professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
“Tenho certeza de que vai ser um dos eventos mais importantes do nosso ano cultural. Em primeiro lugar, porque ele consagra a aliança entre essas duas instituições. Em segundo lugar, porque consagra um tema dos mais sérios, a liberdade de imprensa, o valor da produção literária que os veículos de imprensa transmitem para o povo”, ressalta o presidente da ALB, professor Ordep Serra.
Segundo o acadêmico, “a história da literatura baiana e brasileira é uma história que envolve a produção de extraordinários jornalistas”. Ele destacou, por outro lado, o feedback contrário. “Nossa literatura penetra nos jornais e volta deles para nós, escritores. Isso é importante no presente momento em que vemos tentativas de retorno a censura e não só tentativas, atos brutais de censura ameaçando os escritores, por isso convido a todos a participar desse Simpósio”, completa o gestor.
A segunda mesa, programada para o dia 8 de abril, conta com a presença do jornalista e vice-presidente da Assembleia Geral da ABI e professor do curso de Jonalismo da UFRB, Sérgio Mattos, da jornalista e professora da Faculdade de Comunicação da UFBA, Malu Fontes, e da escritora Kátia Borges. O tema será “O espaço e conteúdos de cultura nos jornais, televisão, rádio e plataformas digitais”, com mediação da diretora do departamento de divulgação da ABI, a jornalista Simone Ribeiro.
A mesa III, “Jornalismo e Literatura: interfaces”, terá participações do escritor Antônio Torres, escritor, jornalista, membro da ALB e da Academia Brasileira de Letras (ABL), da jornalista e escritora Aline D´Eça e do doutor em ciências da comunicação Edvaldo Pereira Lima. A jornalista e escritora Suzana Varjão assumirá a mediação.
A jornalista baiana Daniela Falcão foi apontada como a responsável por episódios recorrentes de assedio moral na redação da Vogue Brasil. Nome à frente da Edições Globo Condé Nast, empresa que administra a revista de moda, a profissional seria, segundo funcionários ouvidos pelo site BuzzFeed News, uma versão abrasileirada da personagem Miranda, do filme "O Diabo Veste Prada".
Além da Vogue, desde 2017, Falcão é a responsável pelas revistas GQ, Glamour e Casa Vogue. Ela foi considerada, no mesmo ano uma das 500 pessoas mais importantes da moda mundial pelo site Business of Fashion. De acordo com a reportagem, pessoas ligadas à redação da Vogue afirmam que há uma anedota de que os banheiros da empresa são utilizados, por vezes, para chorar.
Entre julho e agosto deste ano, 27 pessos foram ouvidas pelo site. Elas relataram situações de abuso dentro do ambiente de trabalho como gritos e xingamentos, além de terem trabalhado em jornadas de 24 horas ininterruptas antes do fechamento de cada edição. Outra queixa recorrente, segundo o BuzzFeed, é que colaboradores tinham de assumir funções profissionais que fugiam aos seus contratos sem receber nada por isso.
A rotina de assédios incluía ainda a avaliação das roupas das subordinadas de Daniela, contaram algumas das entrevistadas. “Que roupa é essa?!”, perguntou certa vez a diretora a uma das funcionárias. Uma ex-repórter chegou a escutar que não deveria usar gola alta por conta do tamanho de seus seios.
Muitas vezes gritadas, as críticas e xingamentos seguiam pelo resto do dia, relatou uma ex-funcionária da empresa que trabalhava no departamento comercial. “Isso era institucionalizado: ou você aceita uma posição de sempre ela está certa, ou vai ser humilhado. Existem as humilhações simples, como quando ela vira e deixa você falando sozinho, e as mais diretas, como gritos em reuniões com clientes ou com o resto da equipe”. “Você entrava numa reunião sabia que alguém ia ouvir grito. Se era outra pessoa, era um alívio e dava graças a Deus que não foi com você”, afirmou uma ex-executiva.
Os relatos de assédio datam dos últimos 15 anos e são de pessoas em diversos cargos dentro da empresa, desde a estagiária, passando por prestadores de serviço e chegando até nomes importantes, como o da jornalista Mônica Salgado, que entrou na Vogue em 2007, foi uma das criadoras da Glamour brasileira e dirigiu a revista até 2017. De acordo com ela, mesmo havendo denúncias, era um esforço em vão, já que não havia nenhuma devolutiva para os casos comunicados aos recursos humanos.
QUEM É DANIELA FALCÃO
Soteropolitana, Daniela formou-se em jornalismo e mudou para São Paulo, onde trabalhou no jornalismo diário. Tem experiência como repórter de de rua, de economia e foi correspondente internacional da Folha de S.Paulo em Nova York.
Após sair da Folha, Falcão foi para Revista de Domingo do Jornal do Brasil. No veículo, atuou nas reportagens e editoriais de moda. Teve uma passagem pela revista da empresa de telefonia Oi e, no começo dos anos 2000, foi contratada para tocar a TPM, título feminino da editora Trip. Em 2005, Daniela foi convidada para substituir o escritor Ignácio de Loyola Brandão no comando da redação da Vogue.
Com uma postura centralizadora, funcionárias do grupo editorial responsável pela Vogue afirmam que não há uma página da revista que seja publicada sem que haja sua autorização.
O QUE DIZEM OS CITADOS
O grupo Edições Globo Condé Nast foi procurado pela reportagem do BuzzFeed News e enviou nota em que afirma que “não toleramos comportamentos abusivos ou qualquer forma de assédio em nossas equipes” e completou dizendo que conta com um canal de Ouvidoria para o recebimento de denúncias, além de uma área de Compliance independente. A empresa não negou nem confirmou as alegações de abuso.
A empresa também não respondeu a nenhuma das alegações específicas de abuso, apesar de terem sido enviados detalhes dos casos mencionados.
A jornalista baiana Daniela Falcão também foi procurada pela reportagem desde a semana passada, mas preferiu não se manifestar publicamente.
O BuzzFeed News também procurou a Condé Nast nos Estados Unidos na quinta-feira (25). O grupo global, que detém 30% das Edições Globo Condé Nast no Brasil - o restante é de propriedade do Grupo Globo - respondeu as alegações dos ex-funcionários com a seguinte nota:
“A Condé Nast é acionista minoritária em uma operação conjunta com o Grupo Globo no Brasil. Como acontece com todos os nossos parceiros de negócios e licenciados, trabalhamos com eles para ajudar a garantir que nossa força de trabalho global e padrões editoriais sejam mantidos, incluindo a adesão a um ambiente de trabalho sustentável que priorize a diversidade e a inclusão, o respeito e o bem-estar. Enquanto examinamos mais profundamente as operações de negócios no Brasil, continuaremos a instar o nosso parceiro à responsabilidade pela criação de um ambiente de excelência para nossos funcionários, o nosso público e os nossos clientes”.
Em comemoração ao Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril, o jornalista, apresentador de TV, historiador e escritor Domingos Meirelles, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), desembarca em Salvador, onde realizará uma palestra. O encontro acontece a partir das 9h, desta sexta-feira (7), na sede da ABI-Bahia, situada no Centro Histórico da capital baiana. Na ocasião, Domingos Meirelles abordará “As relações entre a mídia e o poder, as fronteiras entre a história, o jornalismo e a literatura” e “A censura sobre a Imprensa e o Poder Judiciário". As comemorações do Dia do Jornalista incluem também homenagens a 50 cronistas desportivos que se destacam no exercício da profissão. O evento, que faz parte da programação em homenagem à data maior dos profissionais da escrita, fotografia, comunicação no rádio, TV, blogs, sites e portais é aberto para empresários do setor, políticos e estudantes de Comunicação.
O caso e a auto-entrevista foram parar no jornal, que ironizou a atitude do cantor e criticou o comportamento dele com a imprensa. Em sua publicação, o jornal diz que o jurado do The Voice é simpático no reality e nos shows, mas para jornalistas "ele não costuma mostrar muito os dentes".
De acordo com a publicação a pauta e as perguntas eram sobre relacionamento de Lulu com os fãs nas redes sociais, a parceria com Mr Catra, aproximação com o público por conta do The Voice e o medo de ficar mais conhecido como jurado do programa do que com os sucessos de sua carreira. Ao contrário disso a auto-entrevista do cantor tinha apenas três perguntas sobre o show que ele fará em Florianópolis.
A entrevista não foi publicada na versão impressa da publicação, mas ganhou espaço na nota que foi para o site do jornal. As perguntas e respostas feitas pelo artista para ele mesmo falam sobre o show, os sucessos, os novos hits e sobre o quanto o público "embarca conosco na estripulia estética que propomos".
A cada edição, o apresentador se teletransporta para a época de cada um dos entrevistados e faz um recorte de um dos períodos da vida de líderes políticos e artistas. "Você tem de estar concentrado em um momento da vida do personagem. Não é um balanço, pois muito assunto complica", explica Markun, de 61 anos, dos quais 42 dedicados ao jornalismo em atrações como o Roda Viva.
Na gravação acompanhada pela reportagem, o convidado da vez era o escritor Euclides da Cunha, correspondente de guerra do Estado durante o conflito de Canudos, entre anos de 1896 e 1897. Quem incorporou o autor foi Aury Porto, que esteve nas montagens de Os Sertões no Teatro Oficina. "Convivo com Euclides desde o ano 2000. Mesmo assim, dá um medo de fazer", confessa o ator.
Durante a entrevista, gravada sem interrupções, Porto reage da maneira com que imaginava ser o escritor. "Pelo modo de escrever, dava para ver que ele era sério, desconfiado e hipocondríaco. Ele não se divertia, vivia achando que tinha tuberculose", palpita.
Para o programa, Markun e os atores se reúnem pelo menos três vezes antes de gravar, para saber o caminho a tomar na hora da entrevista. A cada duas semanas, a produção se volta para a pesquisa de cada figura histórica. "Não é uma fala decorada, tenho de oferecer informações para o ator. Penso no processo e experiência que tenho, pois é desconstruir uma entrevista. Em cinco minutos, as pessoas já embarcaram. Até pela caracterização."
Se Jô Soares tem seu sexteto para receber o convidado, Markun conta com um pianista clássico que, vestido de fraque, anima a chegada da plateia. Em seguida, uma projeção no palco traz uma breve explicação sobre o entrevistado.
Na contramão dos outros talk-shows, o público também participa com perguntas ao final do bate-papo. "É improviso. As perguntas da plateia não são combinadas. E não tem nenhuma gracinha nem curiosidades. Tudo que ele fala tem fonte bibliográfica consistente", reforça o apresentador.
Antes das perguntas, a produção avalia se as questões cabem naquele contexto do entrevistado. "Têm coisas engraçadas, pois as pessoas querem passar pelo século 21, perguntam sobre a internet. Estamos no ano de cada personagem. Mas ele não fica espantado pelo fato de haver energia elétrica, as câmeras e eu com um tablet na mão", diz. Para não haver problemas com direitos autorais, os convidados são de períodos de pelo menos 70 anos atrás. "É divertido e com rigor de pesquisa. O objetivo é atrair público para conhecer nossa história."
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.