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jonh textor
A passagem de Thairo Arruda, que ocupava do cargo de CEO da SAF do Botafogo, pelo clube alvinegro chegou ao fim após quadro anos. O dirigente deixou o cargo nesta sexta-feira (6), devido a um racha nas relações com o empresário John Textor.
Nas últimas semanas, Thairo e Textor tiveram diversas discordâncias nos bastidores da administração do Botafogo, principalmente quando o assunto era a resolução dos problemas financeiros do clube carioca.
O agora ex-CEO se posicionou contra o empréstimo de US$ 25 milhões desejado pelo americano para pagar a dívida com o Atlanta United e retirar o Alvinegro do transfer ban. Além disso, o brasileiro também foi contra as vendas de Danilo e Montoro ao Nottingham Forest. As informações foram divulgadas inicialmente pelo GE.
Thairo usou as redes sociais para se despedir do botafoguense. Com um vídeo relembrando momentos marcantes da história recente do clube, como os títulos do Campeonato Brasileiro e da Libertadores de 2024, Arruda se declarou ao clube na legenda da postagem, relembrando momentos bons e ruins à frente do Botafogo.
“Foram quatro anos intensos, vividos no limite da emoção. Saímos de um começo extremamente difícil, sem estrutura básica para os atletas (chuveiros sem água quente, gelo na caixa d’água, marmita pros atletas etc.), atravessamos retomadas, colapsos, noites sem dormir, decisões duras… Vivemos o melhor ano da história em 2024 e enfrentamos, com coragem, o dramático desafio societário de 2025. Cada fase deixou marcas profundas”, escreveu.
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Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.