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Os atletas que subirem ao pódio durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina podem receber as medalhas mais caras da história. Isso se deve à forte valorização dos metais preciosos nos últimos anos.
De acordo com cálculos da CNN, desde os Jogos Olímpicos de Paris, o ouro acumulou alta de 107% e a prata de 200%. Com isso, o valor da medalha de ouro chega a cerca de 2.300 dólares — o que equivale a aproximadamente 12,1 mil reais.
O valor é mais do que o dobro do registrado nos Jogos de Verão, onde o custo do metal da medalha dos campeões era estimado em cerca de 950 dólares (aproximadamente 5 mil reais na cotação atual). Já a medalha de prata tem valor estimado em US$ 1.400, ou aproximadamente R$ 7,4 mil, quase três vezes acima do custo material observado em Paris.
Ao todo, mais de 700 medalhas serão entregues nos Jogos de Inverno, todas produzidas com metais reciclados.
COMPOSIÇÃO DAS MEDALHAS
Apesar do nome, as medalhas olímpicas de ouro não são feitas de ouro maciço desde os Jogos de Estocolmo, em 1912.
Se os padrões de fabricação forem mantidos os mesmos dos últimos Jogos de Verão, a composição do item contará com 6 gramas de ouro puro em cada medalha. Com um peso total médio de 529g, cerca de 92,5% da medalha de ouro é, na verdade, feita de prata.
A abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno marca o início oficial das competições de Milão-Cortina 2026, nesta sexta-feira (6). Os olhos do mundo se direcionam para a Itália devido à presença de celebridades internacionais no evento.
Entre os destaques estão o ex-jogador de futebol Zlatan Ibrahimovic, o cantor Usher e a estilista Donatella Versace, que acompanham de perto o espetáculo que dá início oficialmente à 25ª edição do evento.
O rapper Snoop Dogg, o ator Jeff Goldblum (conhecido pelo trabalho em Jurassic Park), Monique Coleman (a eterna Taylor McKessie, de High School Musical) e o cantor sul-coreano Sunghoon também estão presentes.
A Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina acontece nesta sexta-feira (6), às 16h (de Brasília), no Estádio San Siro, e já pode ser acompanhada por meio da Globo (TV aberta), SporTV (TV fechada), GE (site e YouTube) e CazéTV (YouTube).
Representando o Brasil no momento da apresentação, os atletas Nicole Silveira, do skeleton, e Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, foram escolhidos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para serem os porta-bandeiras do Time Brasil na cerimônia.
Além deles, a ginasta Rebeca Andrade, a maior medalhista olímpica brasileira, foi escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para integrar o seleto grupo que conduzirá a Bandeira Olímpica.
A expectativa de recepção à delegação dos Estados Unidos dominou o discurso do Comitê Olímpico Internacional (COI) às vésperas da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Nesta quarta-feira (4), a entidade pediu publicamente que o evento seja marcado por respeito e unidade, em meio a temores de vaias direcionadas a autoridades norte-americanas.
Em entrevista coletiva, a presidente do COI, Kirsty Coventry, destacou que a abertura dos Jogos, marcada para sexta-feira, no estádio San Siro, deve preservar o espírito olímpico e evitar manifestações hostis.
Ela afirmou esperar que os torcedores"sejam respeitosos uns com os outros", reforçando que a cerimônia deve simbolizar a convivência pacífica entre atletas e nações, independentemente de tensões políticas externas.
A preocupação do COI está ligada à presença confirmada de figuras centrais do governo dos Estados Unidos, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, que devem participar da cerimônia inaugural.
O tema ganhou ainda mais relevância após a confirmação de que agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) estão na Itália para apoiar a segurança da delegação americana durante os Jogos. A atuação da agência desencadeou protestos em Milão e críticas de políticos italianos, que relacionaram a presença do ICE a controvérsias envolvendo a política migratória norte-americana.
Diante da repercussão, autoridades italianas esclareceram que os agentes dos Estados Unidos não terão qualquer função policial ou operacional no país durante o evento. Segundo o governo local, a atuação ficará restrita à cooperação diplomática e à troca de informações com as forças de segurança italianas.
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno reunirá delegações de mais de 90 países. A edição de Milão-Cortina 2026 contará com 116 eventos esportivos distribuídos entre diferentes cidades-sede da Itália.
O Comitê Olímpico Internacional escolheu a ginasta Rebeca Andrade para integrar o grupo que conduzirá a Bandeira Olímpica no Desfile de Abertura dos Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026. A cerimônia vai acontecer na próxima sexta-feira (6), no Estádio San Siro, em Milão, na Itália.
A maior medalhista da história do Brasil em Jogos Olímpicos estará com mais seis figuras internacionais que terão a mesma função. Além do COI, a Fondazione Milano Cortina 2026 também auxiliou na escolha dos atletas.
"É uma honra e um orgulho enorme receber este convite do COI para fazer parte do Desfile de Abertura dos Jogos de Inverno. É um privilégio participar deste movimento, estar ao lado de atletas do mundo todo, carregar a Bandeira Olímpica, representar o Brasil mais uma vez em um momento tão especial para todos os atletas e amantes do esporte", completou Rebeca após o convite.
Com três participações nos Jogos Olímpicos, Rebeca, aos 26 anos, participou de Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024. Até então, a atleta somou 6 medalhas na competição, sendo duas de ouro conquistas em Tóquio e em Paris, no salto e no solo, respectivamente.
A equipe brasileira de bobsled divulgou, na última sexta-feira (30), os novos trenós que serão utilizados nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Os veículos receberam envelopamento com as cores da bandeira do Brasil e um design especial que valoriza a história do país na modalidade olímpica.
Os equipamentos foram finalizados na Suíça, local onde a delegação brasileira realiza a última fase de preparação para os Jogos. O projeto visual foi desenvolvido pelo designer Marcello Alves e traz seis estrelas, representando as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no bobsled. A estreia oficial dos trenós está prevista para a Cerimônia de Abertura, marcada para o dia 6 de fevereiro.
Piloto da equipe e veterano olímpico, Edson Bindilatti, que disputará sua sexta edição de Jogos Olímpicos, comentou sobre o conceito do novo equipamento:
“Os trenós foram inspirados no nosso capacete. O design do trenó foi feito com muito carinho pelo designer Marcello Alves e ele remeteu ali à bandeira do Brasil, até por conta de a gente ser muito patriota e estar representando o nosso país. E também tem as seis estrelas que representam as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no Bobsled. Esses são os detalhes do nosso trenó, que está lindo, lindo”.
O Brasil será representado na modalidade por Edson Bindilatti, Davison de Souza (Boka), Luís Bacca, Rafael Souza e Gustavo Ferreira. As competições do bobsled nos Jogos de Inverno terão início no dia 16 de fevereiro, com a disputa da prova 2-Man.




Foto: Divulgação
O Brasil contará com sua maior delegação na história dos Jogos Olímpicos de Inverno. A lista de 14 atletas, divulgada na última segunda-feira (19), contou com o nome do baiano Edson Bindilatti, de 46 anos.
O piloto do trenó 4-man disputará sua sexta edição das Olimpíadas de Inverno junto aos demais integrantes da equipe.
No último domingo (18), o camamuense ficou no top-10 do 4-man da tapa de Innsbruck da Copa Europa de bobsled. Ao lado de Luiz Boka, Edson Martins e Rodrigo Nascimento, a equipe ficou com a 9ª colocação e terminaram a corrida com o tempo de 1:44:89.
Essa edição de Milão-Cortina, na Itália, também contará com Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, Nicole Silveira, do Skeleton e Pat Burgener, do snowboard halfpine. Os três principais atletas brasileiros representaram a Amarelinha nos pódios dos seus esportes recentemente.
Ainda no esqui alpino, Christian Oliveira, Giovanni Ongaro e Alice Padilha também vão disputar com o uniforme brasileiro. Na modalidade cross-coutry, Eduarda Ribera, Bruna Moura e Manex Silva serão os representantes.
A maior quantidade de atletas do Brasil nos duelos poderá aumentar a busca por uma medalha inédita em Jogos Olímpicos de Inverno para o país.
O ex-esquiador Audun Grønvold faleceu aos 49 anos após ser atingido por um raio durante uma viagem a uma cabana, na Noruega. O acidente aconteceu na última terça-feira (15), e, embora tenha sido socorrido com rapidez, o ex-atleta não resistiu aos ferimentos.
Medalhista de bronze no esqui cross nos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, em 2010, Grønvold teve uma carreira de destaque tanto no esqui alpino quanto no ski-cross. Antes da conquista olímpica, também havia alcançado o bronze no Campeonato Mundial de ski-cross em 2005.
“O esqui norueguês perdeu uma figura significativa, o que significou tanto para o ambiente alpino como para o estilo livre. Audun teve uma grande carreira tanto no alpino quanto no esqui-cross, antes de se tornar o treinador da seleção nacional de esqui-cross. Como companheiro de equipe, treinador, colega e amigo, deixou pistas profundas no esqui”, declarou Johan Ryste, gestor esportivo da seleção norueguesa de alpinismo.
Grønvold integrou a equipe nacional de esqui alpino da Noruega por mais de uma década, entre as temporadas de 1993/94 e 2003/04. Após a transição para o ski-cross, consolidou-se como um dos pioneiros da modalidade em seu país. Além das medalhas, venceu a classificação geral da Copa do Mundo de ski-cross em 2007.
Após se aposentar das competições, passou a atuar como treinador da equipe nacional de ski-cross, contribuindo para o desenvolvimento da modalidade no cenário internacional.
O patinador artístico Nikolaj Sørensen, que representa o Canadá, foi suspenso por pelo menos seis anos pelo Gabinete do Comissário para a Integridade Esportiva. A decisão foi tomada após o atleta ser incluído no Registro de Esportes Livres de Abuso por uma acusação de conduta sexual inadequada contra uma ex-patinadora e técnica americana.
A Skate Canada, a federação canadense de patinação, confirmou que foi notificada da decisão e está tomando as medidas cabíveis. A vítima acusa o patinador de estupro, ocorrido em 2012.
Sørensen, que é dinamarquês de nascimento, negou veementemente as acusações. No entanto, o caso continua em investigação e não houve julgamento. O esportista de 35 anos compete em dupla com Laurence Fournier Beaudry pela Seleção Canadense e a dupla participou dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, terminando na nona posição.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou, nesta quarta-feira (24), que os próximos Jogos Olímpicos de Inverno serão sediados nos Alpes Franceses e Salt Lake City em 2030 e 2034, respectivamente.
Presidente da França, Emmanuel Macron, garantiu que as condições necessárias para a realização do evento e que será cumprido o prazo para a assinatura do contrato, até o dia 1º de outubro.
"Queremos agradecer-vos a confiança que depositaram em nós. Diremos presente e respeitaremos os nossos compromissos"
A candidatura dos Alpes franceses, única submetida a votação, foi aprovada com 84 votos a favor, quatro contra e sete abstenções, estando agora o contrato dependente de aprovação na Assembleia Nacional até o dia 1º de março de 2025.
Esta será a quarta vez que França organiza os Jogos Olímpicos de Inverno, após a edição inaugural, em 1924, 1968 e 1992 foram os outros anos. Já Salt Lake City, nos Estados Unidos, voltará a receber a competição depois de 2002.
Os holofotes do mundo esportivo estão voltados para o Parque Olímpico de Pyeongchang, na Coreia do Sul, que recebe os Jogos Olímpicos de Inverno desde 9 de fevereiro de 2018. Se por um lado atletas e aficionados miram nos eventos esportivos, outro ponto próximo ao local dos jogos tem atraído muitos turistas por sua excentricidade, o "Penis Park", um parque no qual o pênis é o grande protagonista. De acordo com informações do jornal O Povo, o espaço conta com cerca de 50 esculturas de pênis gigantes, esculpidas em diferentes materiais. Ainda segundo a publicação, guias turísticos locais explicam que o parque foi criado por causa de uma lenda de mais de 500 anos, sobre uma mulher jovem abandonada pelo namorado em uma rocha perto do mar, que teria morrido afogada durante uma tempestade. Após a morte, todos os peixes teriam desaparecido, mas a maldição foi quebrada quando um homem teve relações sexuais naquelas águas, fazendo com que a vida marinha voltasse a florescer. "Os moradores entenderam que a jovem havia morrido antes de conhecer os prazeres carnais e que desejava ver o sexo masculino. Os moradores decidiram, então, construir esculturas de pênis enormes para satisfazê-la", explicou o guia. O parque é ainda um local de culto à fertilidade, visitado por diversos casais que desejam ter filhos. Em 2017, o parque, que foi financiado pelo governo sul-coreano, recebeu mais de 270 mil visitantes.
Confira mais imagens do parque:

Foto: Reprodução / c0056906.cdn2.cloudfiles.rackspacecloud.com

Foto: Reprodução / Mike Rowe / Flickr: babomike
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.