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O norueguês Johannes Hosflot Klaebo precisou passar por um atendimento médico após sofrer uma queda durante uma prova da Copa do Mundo de Esqui de Fundo realizada na última quinta-feira (12) em Drammen, na Noruega. O atleta colidiu com o americano Ben Ogden durante uma descida e caiu na pista. Veja o momento:
Gro?nie wygl?daj?cy upadek zaliczy? dzi? Johannes Klaebo. Norweg uderzy? g?ow? o ?nieg. Na szcz??cie informacje docieraj?ce z Norwegii s? pozytywne - dwunastokrotny mistrz olimpijski nie odniós? powa?nych obra?e?.
— Sporty Olimpijskie - ?ukasz Gagaska (@Igrzyska2024) March 12, 2026
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Após o impacto, Klaebo atingiu a parte de trás da cabeça. O esquiador conseguiu se levantar sem ajuda, mas apresentou sinais de tontura. Integrantes da organização o acompanharam até a linha de chegada, onde ele foi submetido a uma avaliação médica inicial.
Os exames feitos no local indicaram a necessidade de encaminhamento para um hospital da cidade. O atleta foi levado à unidade de saúde ainda na noite de quinta-feira e permaneceu internado para observação.
De acordo com Ove Feragen, médico da equipe de esqui de fundo da Noruega, Klaebo sofreu uma concussão. A equipe médica informou que a extensão da lesão ainda passa por análise.
O incidente ocorre semanas após o atleta alcançar um resultado histórico nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Na competição, Klaebo venceu as seis provas de esqui de fundo das quais participou. Com o resultado, tornou-se o único competidor a conquistar seis medalhas de ouro em uma mesma edição dos Jogos de Inverno.
Em suas redes sociais, o atleta publicou um texto aos fãs na manhã desta sexta-feira (13). Ele contou que vai tirar "uns dias de folga" , tanto das suas atividades, quanto da internet.
"Levei uma queda ontem e bati com a cabeça com muita força, mas felizmente está tudo bem no bairro. Acabei com uma concussão, por isso vou tirar alguns dias de folga tanto do treino como da internet para me certificar de que tudo se resolve corretamente. Só tenho uma cabeça, por isso tenho que cuidar bem dela. Obrigado a todos os que entraram em contacto e fizeram o check-in, agradeço muito!", escreveu, no Instagram. Confira a publicação abaixo:
O macacão utilizado pela atleta holandesa Jutta Leerdam durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi arrematado por 195 mil euros (cerca de R$ 1,2 milhões na cotação atual). A transação ocorreu por meio da plataforma de leilões MatchWornShirt e estabeleceu o novo teto de arrecadação da empresa para uma única peça de vestuário esportivo.
O montante atingido pelo traje da patinadora superou o recorde anterior da plataforma, que pertencia ao jogador do Al-Nassr, Cristiano Ronaldo. Em outubro de 2025, uma camisa usada pelo atacante português em um empate contra a Hungria havia sido vendida por cerca de 63 mil euros. A diferença de valores entre os dois itens destaca o impacto das conquistas de Leerdam na última edição dos Jogos de Inverno, onde a competidora obteve medalhas de ouro e prata, além de fixar o novo recorde olímpico na prova de 1.000 metros.
A disputa pelo item durou poucas horas e foi encerrada com o lance vencedor de um colecionador também de nacionalidade holandesa. Na mesma sessão de leilões, outras peças de atletas campeãs foram disponibilizadas ao público, como o macacão de Femke Kok, vencedora da prova de 1.500 metros, que foi comercializado por 4,8 mil euros.
O processo de autenticação da peça garantiu que o tecido utilizado nas competições oficiais permanecesse com as marcas de uso originais, característica valorizada pelos compradores nesse tipo de plataforma. A logística de entrega do traje ao novo proprietário seguirá protocolos de segurança para assegurar a integridade do material histórico.
A receita gerada pela venda das peças terá uma finalidade social e esportiva para a próxima geração de patinadores. Segundo os termos do leilão, a maior parcela do lucro será direcionada para instituições que trabalham no desenvolvimento da patinação de velocidade na Holanda. O clube De IJsvereniging, local onde Jutta Leerdam deu seus primeiros passos na modalidade, consta entre os principais beneficiários dos valores arrecadados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta sexta-feira (27/2), no Palácio do Planalto, o campeão olímpico Lucas Pinheiro Braathen, medalhista de ouro no slalom gigante do esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O brasileiro naturalizado se tornou o primeiro brasileiro e o primeiro sul-americano a alcançar o lugar mais alto do pódio em Jogos de Inverno.
O presidente agradeceu o empenho de Lucas em defender as cores brasileiras no megaevento de Milão-Cortina, encerrado no último domingo (22), e o parabenizou pelo título olímpico. “Quando você toma a decisão de estar na Noruega, de viver em uma cultura totalmente diferente da nossa, e na hora que você decide competir por uma medalha você escolhe o Brasil como a sua pátria para que você possa representar, efetivamente, é motivo de orgulho”, ressaltou o presidente.
Em resposta, Lucas falou sobre as dificuldades que passou pela “dualidade de identidade”, uma vez que seu pai é norueguês e sua mãe, brasileira. Segundo o atleta, essa mistura cultural acabou por reforçar ainda mais sua identidade brasileira, uma vez que o Brasil é caracterizado exatamente pela diversidade de sua população.
“Eu aprendi que a diversidade é o nosso poder. Sou orgulhoso de ser brasileiro. Sou metade norueguês, e isso [essa mistura] representa a realidade brasileira. A gente é um país que tem muita diversidade para oferecer. Isso é o poder de nossa cultura”, disse o atleta.
Lula perguntou ao atleta o que o motivou a representar o Brasil e não a Noruega. Lucas respondeu que o que o motivou foi "manter a conexão com meu propósito, que é mais profundo do que essa medalha: é inspirar as próximas gerações a terem coragem de seguir os próprios sonhos, do jeito que eles são”.
“Você é mais brasileiro do que muita gente que mora aqui no Brasil e que não tem orgulho desse país”, acrescentou o presidente.
Na ocasião, o governo aproveitou o encontro para anunciar que uma das principais políticas públicas federais voltadas a incentivar a prática desportiva, a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), não precisará mais ser renovada a cada cinco anos. A política pública federal permite a pessoas físicas e jurídicas direcionarem parte do Imposto de Renda devido para financiar projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte.
Klaebo faz história em Milão-Cortina e vira o maior campeão de uma única edição dos Jogos de Inverno
O norueguês Johannes Klæbo ampliou seu nome na história dos Jogos Olímpicos de Inverno ao conquistar, neste sábado (21), a medalha de ouro nos 50 km do esqui cross-country em Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Atual campeão mundial da prova, o atleta de 29 anos completou o percurso em 2h06min44s8 e garantiu o sexto título nesta edição do megaevento.
Com o resultado, Klæbo se tornou o maior medalhista de ouro em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, ao alcançar seis títulos, marca inédita na história da competição. Ao todo, o esquiador da Noruega soma agora 11 vitórias olímpicas em provas da modalidade ao longo da carreira.
Na prova dos 50 km, o norueguês confirmou o favoritismo ao adotar uma estratégia de controle do ritmo imposto pelo pelotão e escolher o momento decisivo para atacar. Reconhecido pela força no sprint final, Klæbo sustentou a disputa até os quilômetros finais antes de abrir vantagem sobre os adversários.
Além da prova mais longa do programa, o atleta já havia conquistado o ouro em outras cinco disputas do esqui cross-country em Milão-Cortina: 10 km livre com largada intervalada, revezamento 4x7,5 km masculino, skiathlon (10 km clássico + 10 km livre), sprint clássico masculino e sprint por equipes no estilo livre.
O pódio dos 50 km foi completado por outros dois noruegueses. Martin Nyenget ficou com a medalha de prata, com o tempo de 2h06min53s7, enquanto Emil Iversen conquistou o bronze, ao concluir a prova em 2h07min15s5.
Na edição anterior dos Jogos, em Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, o ouro dos 50 km ficou com o russo Alexander Bolshunov. A prata foi de Ivan Yakimushkin, enquanto o bronze ficou com o norueguês Simen Krüger.
Com seis ouros em Milão-Cortina, Klæbo se tornou o atleta mais vencedor em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. O feito o coloca no seleto grupo dos maiores campeões da história olímpica, ao lado do nadador Michael Phelps, recordista de títulos em uma única edição dos Jogos Olímpicos de Verão, com oito medalhas de ouro conquistadas em Jogos Olímpicos de Verão de Pequim 2008.
Os uniformes usados pelos porta-bandeiras Lucas Pinheiro Braathen e Nicole Silveira, bem como as roupas dos demais membros da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, foram doados ao Museu Olímpico do Comitê Olímpico Internacional (COI), localizado em Lausanne, na Suíça.
A doação das peças foi realizada em uma cerimônia na Casa Brasil, em Milão, pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). Estiveram presentes tanto oficiais da delegação brasileira quanto representantes do Museu Olímpico.
"O COI entrou em contato com a gente dizendo que o nosso uniforme estava na wishlist deles e que seria fundamental tê-lo como parte do acervo olímpico internacional. Ficamos muito orgulhosos de ver o Brasil sendo representado, agora também, com uma peça de Jogos de Inverno", declarou Manoela Penna, diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB.
O design das roupas foi assinado pelo estilista brasileiro Oskar Metsavaht e pela grife Moncler, sob a direção criativa de Remo Ruffini. Enquanto os porta-bandeiras trajavam a peça principal, os demais membros da delegação do Time Brasil vestiam casacos na cor azul-marinho, com destaque para os chapéus. O casaco branco possuía, na parte interna, a bandeira do Brasil estilizada.
“É muito emocionante para o COB realizar essa doação para o Museu Olímpico. É um marco significativo que mostra que o Brasil foi protagonista destes Jogos Olímpicos de Inverno. Essa peça viralizou e impactou o público presente no estádio da cerimônia de abertura. Portanto, termos mais uma peça de um atleta brasileiro exposta no museu é muito importante para o COB”, concluiu Marco La Porta, presidente do COB.
Outras duas peças do Time Brasil já estão em exibição no museu em Lausanne: o uniforme de Jackie Silva, da conquista do ouro no vôlei de praia em Atlanta 1996, e o collant usado por Rebeca Andrade para o ouro no solo em Paris 2024
Uma queda na primeira descida da prova do slalom, nesta segunda-feira (16), encerrou o sonho de Lucas Pinheiro de deixar os Jogos Olímpicos de Inverno de Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 com duas medalhas. O brasileiro, campeão do slalom gigante no último sábado, entrou como um dos favoritos ao ouro, mas escorregou na pista e acabou fora da disputa.
A prova foi realizada no Stelvio Ski Centre, em um dia marcado por forte queda de neve e baixa visibilidade. Diferentemente do slalom gigante, quando abriu a pista, Lucas foi o sexto atleta a descer no slalom.
O brasileiro iniciou a prova com tempo acima do norueguês Atle Lie McGrath, então líder da disputa. Ao longo do percurso, porém, passou a acelerar e melhorar suas parciais. Na metade da descida, perdeu a aderência em uma curva, escorregou e não conseguiu concluir a etapa.
Como o slalom soma os tempos de duas descidas, a queda resultou na eliminação automática do atleta.
Após deixar a competição, Lucas comentou as condições adversas enfrentadas na pista. Desde o início da prova, a neve caiu de forma constante, tornando o percurso mais técnico e imprevisível.
"A visibilidade é difícil. Você não tem ajuda da visibilidade para ler a textura e o terreno da neve, e aí você precisa se conectar com o seu coração e esquiar com intuição. realmente eu consegui isso na metade da corrida (...) quando eu cheguei nessa parte, eu tentava puxar e criar toda a velocidade e eu deixei a disciplina na casa, não estava determinado na técnica, só estava esquiando com intensidade", declarou.
Ao todo, 96 atletas participaram da primeira descida. Apenas 46 avançaram para a segunda etapa, enquanto 50 competidores não conseguiram completar o percurso.
OURO HISTÓRICO PARA O BRASIL
Apesar da eliminação no slalom, Lucas Pinheiro já havia feito história para o esporte brasileiro em Milão-Cortina. No último sábado, o esquiador conquistou a medalha de ouro no slalom gigante, superando favoritos da modalidade.
Ele fechou as duas descidas com o tempo total de 2min25s, 0s58 à frente do suíço Marco Odermatt, segundo colocado na prova.
A conquista marcou um feito inédito para o Brasil na modalidade e consolidou o nome de Lucas entre os principais atletas do esqui alpino mundial.
Com o nome já registrado na história do esporte olímpico brasileiro, Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha do país em Jogos Olímpicos de Inverno neste sábado (14), no slalom gigante. Mas a participação do atleta em Milano Cortina 2026 não para por aí.
O brasileiro voltará à pista de Bormio para competir no slalom na próxima quarta-feira (18). Assim como na prova que trouxe o ouro para o Brasil, a disputa contará com duas descidas, em que a somatória dos tempos determina a classificação final. Lucas fará sua primeira descida a partir das 6h da manhã (horário de Brasília).
Esta é a categoria de esqui em que Lucas é considerado favorito ao pódio. Além do ouro olímpico no slalom gigante, o atleta possui 22 medalhas em etapas da Copa do Mundo de esqui alpino. Deste total, 13 foram conquistadas especificamente no slalom, a mais técnica de todas as provas.
O São Paulo Futebol Clube celebrou neste sábado (14) a conquista histórica de Lucas Pinheiro Braathen, que garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. Declaradamente são-paulino, o atleta foi parabenizado pelo clube de coração após subir ao lugar mais alto do pódio no slalom gigante, em Milão-Cortina 2026.
Torcedor do Tricolor por influência de um primo, Lucas já esteve em partidas no Morumbi e tem como maiores ídolos Ronaldo Nazário e Ronaldinho.
Filho de mãe brasileira e pai norueguês, o esquiador escolheu representar o Brasil em 2024, após disputa com a federação da Noruega. Nos Jogos de 2026, em Milão-Cortina, confirmou o favoritismo ao liderar a primeira bateria e manter o melhor desempenho na soma das duas descidas do slalom gigante. Com o tempo total de 2min45s, garantiu o ouro inédito para o país.
O Brasil vive um momento inédito em sua história olímpica de inverno. Lucas Pinheiro Braathen conquistou a primeira medalha da história do país nos Jogos Olímpicos de Inverno neste sábado (14).
VÍDEO: Lucas Pinheiro conquista primeira medalha da história do Brasil nos Jogos Olímpicos de inverno
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 14, 2026
Confira?? pic.twitter.com/JlcvVEfmAc
Nos Jogos de 2026, em Milão-Cortina, o brasileiro confirmou o favoritismo após liderar a primeira bateria e manteve o melhor desempenho na soma das duas descidas do Slalom Gigante. Com o menor tempo geral da prova, 2min45s, Lucas garantiu o lugar mais alto do pódio e entrou definitivamente para a história do esporte nacional.
Superando o tempo adverso da pista, onde começou a nevar e chover, Lucas foi apenas 39 centésimos mais lento do que na primeira descida. Em entrevista após a vitória, Lucas, emocionado e com dificuldade de falar, dedicou o prêmio à próxima geração.
"Inexplicável, eu não consigo encontrar palavras agora. A todos que estão me assistindo aí no Brasil: para a próxima geração, que eles entendam que tudo é possível. A força brasileira para trazer a bandeira para o mais alto do pódio. É do Brasil!", celebrou Lucas.
Na edição de 2026, o Brasil enviou sua maior delegação da história, com 14 atletas. Com o ouro conquistado, Lucas garante um feito histórico: além de ser a primeira medalha brasileira em Olimpíadas de Inverno, é apenas a terceira medalha conquistada por um país do Hemisfério Sul na história da competição.
LUCAS PINHEIRO
Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas nasceu em Oslo, mas mantém forte ligação com o Brasil. Ele iniciou a carreira defendendo a Noruega e chegou a ser campeão da Copa do Mundo de Slalom em 2023. Após um desentendimento com a federação do país europeu e uma breve aposentadoria, retornou às competições em 2024 representando o Brasil.
Ao registrar o melhor tempo do Slalom Gigante neste sábado (14), Lucas Pinheiro permite que os brasileiros sonhem com a primeira medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Lucas foi o primeiro a descer, com a pista limpa e sem buracos na neve. Entre os 81 atletas que disputaram a primeira descida da modalidade, o brasileiro marcou 1min13s92 e assumiu a liderança da prova. O tempo não foi superado.
O também brasileiro Giovanni Ongaro terminou em 35º com 1min19s95.
Para subir ao lugar mais alto do pódio, o paulista ainda terá mais uma descida pela frente e precisa somar o menor tempo nas duas baterias. Na segunda fase, Lucas Pinheiro será o último competidor a entrar na pista, o que significa que a neve estará mais usada e com mais buracos pelo caminho, o que pode impactar o tempo final.
A competição pode ser acompanhada ao vivo por meio dos canais da Globo, sportv 2, Ge TV e CazéTV, estes dois últimos no YouTube.
Patinação no gelo ganha atenção de brasileiros e movimenta as redes sociais durante Jogos de Inverno
As apresentações de patinação no gelo durante os Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Milano-Cortina, na Itália, têm chamado a atenção dos brasileiros, que passaram a comentar, compartilhar vídeos e reagir às performances dos atletas nas redes sociais.
Mesmo sendo uma modalidade pouco popular no país, vídeos das apresentações passaram a circular com força em plataformas como X (antigo Twitter), Instagram e TikTok. A categoria estreou em Milão-Cortina na última sexta-feira (6) e tem tomado as postagens e comentários das comunidades virtuais, chegando aos assuntos do momento no X.
Apesar da distância climática em relação ao esporte, a junção entre coreografia, figurino e expressão corporal está gerando comentários recheados de emoção e humor. “Pra mim, a patinação no gelo é uma das coisas mais lindas de ver, ficando atrás apenas do ballet”, escreveu uma internauta. “É o esporte mais lindo do mundo”, completou outra.
“Tudo que sai da patinação no gelo eu fico impressionado, mas esse cara dando mortal para trás me deixou CHOCADO”, relatou um usuário fazendo referência a Ilia Malinin, patinador estadunidense de 22 anos que concorre à medalha de ouro no individual masculino.
???? ¡ESTÁ REESCRIBIENDO LA HISTORIA DEL PATINAJE!
— Eurosport.es (@Eurosport_ES) December 6, 2025
?????? Ilia Malinin saca las lágrimas del público de Nagoya en la Final del Grand Prix con RÉCORD DEL MUNDO del programa libre (238.24)
7?? cúadruples de ensueño ????????
???? La leyenda del #ISUfigure, en Eurosport y @StreamMaxES pic.twitter.com/KnsRxSdTCc
O humor não poderia faltar nas postagens: desde mudanças de clima até a construção de ringues de gelo no país são algumas das ideias sugeridas. “O Lula vai ter que construir pista de patinação, montanhas com neve, pista de corrida com gelo. Queremos brasileiros ocupando todos os espaços possíveis, até os que não nos pertencem”, escreveu a usuária Samira.
“Queria ser uma diva fazendo manobras de patinação artística no gelo ao som de Madonna, mas moro em Cuiabá - Mato Grosso”, desabafou outra internauta.
Para a edição de Milão-Cortina, o Brasil enviou a sua maior delegação na história da participação nos Jogos, com 14 atletas. As competições podem ser acompanhadas pela TV Globo, na televisão aberta, e pela CazéTV, no YouTube.
Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno entregaram uma nova medalha para a esquiadora americana Breezy Johnson, campeã do downhill, nesta terça-feira (10). De acordo com a atleta, a primeira versão do prêmio quebrou pouco tempo depois de recebê-lo.
"Eles me deram uma nova, sim, mas ainda precisam gravá-la", explicou a esquiadora após registrar o melhor tempo na prova combinada por equipes de downhill em Cortina d'Ampezzo.
O motivo da quebra teria sido a comemoração fervorosa de Breezy, o que teria resultado na soltura do metal da fita que o sustentava. A esquiadora não foi a única a relatar fragilidade nas medalhas.
Outros medalhistas dos Jogos de Milão-Cortina tiveram o mesmo contratempo, o metal se desprendendo da fita após um movimento brusco.
A organização do evento se posicionou afirmando que este é um assunto que demanda atenção. “Queremos que a cerimônia de entrega das medalhas seja perfeita, pois é um dos momentos mais importantes para os atletas", declarou Andrea Francisi, diretor de operações destes Jogos Olímpicos.
A neve de Milão-Cortina testemunhou, nesta terça-feira (10) , a estreia da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno. Os atletas Manex Silva, Eduarda Ribera e Bruna Moura representaram o país na prova de sprint livre do esqui cross-country. Embora o trio não tenha avançado às finais, o dia terminou com um saldo positivo para as estatísticas dos esportes de gelo do Brasil.
No percurso masculino, Manex Silva foi o grande destaque ao cruzar a linha de chegada na 48ª posição, com o tempo de 3min25s48. O resultado é, agora, o melhor desempenho de um brasileiro em provas individuais da modalidade na história das Olimpíadas, superando a marca anterior de Jaqueline Mourão (66ª em Vancouver 2010).
Silva ficou a apenas quatro posições de igualar o recorde sul-americano, que pertence ao argentino Francisco Jerman desde 1960. Emocionado com a performance, o atleta destacou o equilíbrio entre sua autocrítica e a satisfação pelo feito:
"Eu estava sonhando com um resultado assim. É verdade que eu sou muito estrito, tenho expectativas altas, mas estou feliz porque eu acho que eu fiz uma boa corrida, dei o meu melhor e acho que não poderia ter ido melhor do que isso. Estou muito feliz em ter feito o melhor resultado da história do Brasil em provas individuais da modalidade e eu acho que ainda dá para melhorar, então nos próximos anos eu vou tentar ir melhorando esse resultado para chegar perto dos melhores", afirmou Manex, em entrevista ao SporTV.
No pelotão feminino, o desafio nos 1,5 km de pista foi intenso. O Brasil não conseguiu figurar entre as 30 primeiras colocadas que garantiam vaga na fase eliminatória, mas celebrou marcas individuais relevantes:
- Eduarda (Duda) Ribera: finalizou em 72º lugar (4min17s05).
- Bruna Moura: encerrou sua participação na 74ª posição (4min22s07).
Apesar da colocação, Duda Ribera alcançou 226.67 pontos FIS, estabelecendo a melhor pontuação técnica de uma brasileira em edições olímpicas. A atleta celebrou o desempenho técnico e o suporte recebido na Itália.
"Me senti muito bem na prova, então estou muito feliz pela preparação desses últimos dias e com mais um resultado bom para mim. Agradeço pelo carinho de todo mundo, pela minha família que está aqui", celebrou Duda.
O Brasil volta a ser representado nesta quarta-feira (11). Às 15h30 e 16h27, Augustinho Teixeira e Pat Burgener disputam a classificatórias descidas 1 e 2 pelo snowboard halfpipe.
Um dos grandes destaques da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 foi o esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen. Porta-bandeira do Time Brasil no Estádio San Siro, em Milão, o atleta chamou atenção ao desfilar com gingado, carisma e um visual especial da delegação brasileira — look que ele ajudou a idealizar.
Mesmo com a maioria do público presente formada por torcedores italianos, Lucas foi bastante aplaudido ao entrar em campo dançando com a bandeira do Brasil, transformando o momento em um dos mais comentados da cerimônia.
Após o desfile, o esquiador destacou a receptividade do público e a identidade cultural levada pelo Brasil ao evento.
“O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Em todos o canto do mundo o brasileiro consegue se sentir em casa, mesmo fora de casa. O brasileiro leva esse gingado para todos os cantos. Então quando o Brasil entra no estádio, mesmo quem não é brasileiro torce um pouquinho para a gente”, comentou Lucas.
Encerrada a participação na cerimônia, Lucas Pinheiro Braathen retoma imediatamente a preparação esportiva. Neste sábado (7), o atleta retorna para a Áustria, onde seguirá treinando longe dos holofotes da Olimpíada de Inverno, com foco total nas provas técnicas do esqui alpino.
Apontado como a principal esperança do Brasil por uma medalha inédita em Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas reconhece a pressão, mas encara o momento como uma oportunidade especial na carreira.
“É uma pressão grandona, honestamente. Estou representando mais de 200 milhões de brasileiros. Eu sou um atleta que tem a possibilidade de trazer essa medalha e isso é uma responsabilidade que eu carrego todo dia. Mas essa pressão é um privilégio. É um estado de pressão no qual você pode chegar no seu maior potencial. Que você pode brilhar. Então eu abraço essa pressão e tento canalizar essa energia para a minha performance”, afirmou o esquiador.
Lucas Pinheiro Braathen entra em ação em Milão-Cortina 2026 já na próxima semana. No dia 14 de fevereiro, o brasileiro disputa a prova do slalom gigante. Dois dias depois, em 16 de fevereiro, ele compete no slalom, uma de suas especialidades.
Os atletas que subirem ao pódio durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina podem receber as medalhas mais caras da história. Isso se deve à forte valorização dos metais preciosos nos últimos anos.
De acordo com cálculos da CNN, desde os Jogos Olímpicos de Paris, o ouro acumulou alta de 107% e a prata de 200%. Com isso, o valor da medalha de ouro chega a cerca de 2.300 dólares — o que equivale a aproximadamente 12,1 mil reais.
O valor é mais do que o dobro do registrado nos Jogos de Verão, onde o custo do metal da medalha dos campeões era estimado em cerca de 950 dólares (aproximadamente 5 mil reais na cotação atual). Já a medalha de prata tem valor estimado em US$ 1.400, ou aproximadamente R$ 7,4 mil, quase três vezes acima do custo material observado em Paris.
Ao todo, mais de 700 medalhas serão entregues nos Jogos de Inverno, todas produzidas com metais reciclados.
COMPOSIÇÃO DAS MEDALHAS
Apesar do nome, as medalhas olímpicas de ouro não são feitas de ouro maciço desde os Jogos de Estocolmo, em 1912.
Se os padrões de fabricação forem mantidos os mesmos dos últimos Jogos de Verão, a composição do item contará com 6 gramas de ouro puro em cada medalha. Com um peso total médio de 529g, cerca de 92,5% da medalha de ouro é, na verdade, feita de prata.
A abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno marca o início oficial das competições de Milão-Cortina 2026, nesta sexta-feira (6). Os olhos do mundo se direcionam para a Itália devido à presença de celebridades internacionais no evento.
Entre os destaques estão o ex-jogador de futebol Zlatan Ibrahimovic, o cantor Usher e a estilista Donatella Versace, que acompanham de perto o espetáculo que dá início oficialmente à 25ª edição do evento.
O rapper Snoop Dogg, o ator Jeff Goldblum (conhecido pelo trabalho em Jurassic Park), Monique Coleman (a eterna Taylor McKessie, de High School Musical) e o cantor sul-coreano Sunghoon também estão presentes.
A Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina acontece nesta sexta-feira (6), às 16h (de Brasília), no Estádio San Siro, e já pode ser acompanhada por meio da Globo (TV aberta), SporTV (TV fechada), GE (site e YouTube) e CazéTV (YouTube).
Representando o Brasil no momento da apresentação, os atletas Nicole Silveira, do skeleton, e Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, foram escolhidos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para serem os porta-bandeiras do Time Brasil na cerimônia.
Além deles, a ginasta Rebeca Andrade, a maior medalhista olímpica brasileira, foi escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para integrar o seleto grupo que conduzirá a Bandeira Olímpica.
A expectativa de recepção à delegação dos Estados Unidos dominou o discurso do Comitê Olímpico Internacional (COI) às vésperas da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Nesta quarta-feira (4), a entidade pediu publicamente que o evento seja marcado por respeito e unidade, em meio a temores de vaias direcionadas a autoridades norte-americanas.
Em entrevista coletiva, a presidente do COI, Kirsty Coventry, destacou que a abertura dos Jogos, marcada para sexta-feira, no estádio San Siro, deve preservar o espírito olímpico e evitar manifestações hostis.
Ela afirmou esperar que os torcedores"sejam respeitosos uns com os outros", reforçando que a cerimônia deve simbolizar a convivência pacífica entre atletas e nações, independentemente de tensões políticas externas.
A preocupação do COI está ligada à presença confirmada de figuras centrais do governo dos Estados Unidos, como o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, que devem participar da cerimônia inaugural.
O tema ganhou ainda mais relevância após a confirmação de que agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) estão na Itália para apoiar a segurança da delegação americana durante os Jogos. A atuação da agência desencadeou protestos em Milão e críticas de políticos italianos, que relacionaram a presença do ICE a controvérsias envolvendo a política migratória norte-americana.
Diante da repercussão, autoridades italianas esclareceram que os agentes dos Estados Unidos não terão qualquer função policial ou operacional no país durante o evento. Segundo o governo local, a atuação ficará restrita à cooperação diplomática e à troca de informações com as forças de segurança italianas.
A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno reunirá delegações de mais de 90 países. A edição de Milão-Cortina 2026 contará com 116 eventos esportivos distribuídos entre diferentes cidades-sede da Itália.
O Comitê Olímpico Internacional escolheu a ginasta Rebeca Andrade para integrar o grupo que conduzirá a Bandeira Olímpica no Desfile de Abertura dos Jogos de Inverno Milão-Cortina 2026. A cerimônia vai acontecer na próxima sexta-feira (6), no Estádio San Siro, em Milão, na Itália.
A maior medalhista da história do Brasil em Jogos Olímpicos estará com mais seis figuras internacionais que terão a mesma função. Além do COI, a Fondazione Milano Cortina 2026 também auxiliou na escolha dos atletas.
"É uma honra e um orgulho enorme receber este convite do COI para fazer parte do Desfile de Abertura dos Jogos de Inverno. É um privilégio participar deste movimento, estar ao lado de atletas do mundo todo, carregar a Bandeira Olímpica, representar o Brasil mais uma vez em um momento tão especial para todos os atletas e amantes do esporte", completou Rebeca após o convite.
Com três participações nos Jogos Olímpicos, Rebeca, aos 26 anos, participou de Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024. Até então, a atleta somou 6 medalhas na competição, sendo duas de ouro conquistas em Tóquio e em Paris, no salto e no solo, respectivamente.
A equipe brasileira de bobsled divulgou, na última sexta-feira (30), os novos trenós que serão utilizados nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Os veículos receberam envelopamento com as cores da bandeira do Brasil e um design especial que valoriza a história do país na modalidade olímpica.
Os equipamentos foram finalizados na Suíça, local onde a delegação brasileira realiza a última fase de preparação para os Jogos. O projeto visual foi desenvolvido pelo designer Marcello Alves e traz seis estrelas, representando as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no bobsled. A estreia oficial dos trenós está prevista para a Cerimônia de Abertura, marcada para o dia 6 de fevereiro.
Piloto da equipe e veterano olímpico, Edson Bindilatti, que disputará sua sexta edição de Jogos Olímpicos, comentou sobre o conceito do novo equipamento:
“Os trenós foram inspirados no nosso capacete. O design do trenó foi feito com muito carinho pelo designer Marcello Alves e ele remeteu ali à bandeira do Brasil, até por conta de a gente ser muito patriota e estar representando o nosso país. E também tem as seis estrelas que representam as seis participações do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno no Bobsled. Esses são os detalhes do nosso trenó, que está lindo, lindo”.
O Brasil será representado na modalidade por Edson Bindilatti, Davison de Souza (Boka), Luís Bacca, Rafael Souza e Gustavo Ferreira. As competições do bobsled nos Jogos de Inverno terão início no dia 16 de fevereiro, com a disputa da prova 2-Man.




Foto: Divulgação
O Brasil contará com sua maior delegação na história dos Jogos Olímpicos de Inverno. A lista de 14 atletas, divulgada na última segunda-feira (19), contou com o nome do baiano Edson Bindilatti, de 46 anos.
O piloto do trenó 4-man disputará sua sexta edição das Olimpíadas de Inverno junto aos demais integrantes da equipe.
No último domingo (18), o camamuense ficou no top-10 do 4-man da tapa de Innsbruck da Copa Europa de bobsled. Ao lado de Luiz Boka, Edson Martins e Rodrigo Nascimento, a equipe ficou com a 9ª colocação e terminaram a corrida com o tempo de 1:44:89.
Essa edição de Milão-Cortina, na Itália, também contará com Lucas Pinheiro Braathen, do esqui alpino, Nicole Silveira, do Skeleton e Pat Burgener, do snowboard halfpine. Os três principais atletas brasileiros representaram a Amarelinha nos pódios dos seus esportes recentemente.
Ainda no esqui alpino, Christian Oliveira, Giovanni Ongaro e Alice Padilha também vão disputar com o uniforme brasileiro. Na modalidade cross-coutry, Eduarda Ribera, Bruna Moura e Manex Silva serão os representantes.
A maior quantidade de atletas do Brasil nos duelos poderá aumentar a busca por uma medalha inédita em Jogos Olímpicos de Inverno para o país.
O ex-esquiador Audun Grønvold faleceu aos 49 anos após ser atingido por um raio durante uma viagem a uma cabana, na Noruega. O acidente aconteceu na última terça-feira (15), e, embora tenha sido socorrido com rapidez, o ex-atleta não resistiu aos ferimentos.
Medalhista de bronze no esqui cross nos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, em 2010, Grønvold teve uma carreira de destaque tanto no esqui alpino quanto no ski-cross. Antes da conquista olímpica, também havia alcançado o bronze no Campeonato Mundial de ski-cross em 2005.
“O esqui norueguês perdeu uma figura significativa, o que significou tanto para o ambiente alpino como para o estilo livre. Audun teve uma grande carreira tanto no alpino quanto no esqui-cross, antes de se tornar o treinador da seleção nacional de esqui-cross. Como companheiro de equipe, treinador, colega e amigo, deixou pistas profundas no esqui”, declarou Johan Ryste, gestor esportivo da seleção norueguesa de alpinismo.
Grønvold integrou a equipe nacional de esqui alpino da Noruega por mais de uma década, entre as temporadas de 1993/94 e 2003/04. Após a transição para o ski-cross, consolidou-se como um dos pioneiros da modalidade em seu país. Além das medalhas, venceu a classificação geral da Copa do Mundo de ski-cross em 2007.
Após se aposentar das competições, passou a atuar como treinador da equipe nacional de ski-cross, contribuindo para o desenvolvimento da modalidade no cenário internacional.
O patinador artístico Nikolaj Sørensen, que representa o Canadá, foi suspenso por pelo menos seis anos pelo Gabinete do Comissário para a Integridade Esportiva. A decisão foi tomada após o atleta ser incluído no Registro de Esportes Livres de Abuso por uma acusação de conduta sexual inadequada contra uma ex-patinadora e técnica americana.
A Skate Canada, a federação canadense de patinação, confirmou que foi notificada da decisão e está tomando as medidas cabíveis. A vítima acusa o patinador de estupro, ocorrido em 2012.
Sørensen, que é dinamarquês de nascimento, negou veementemente as acusações. No entanto, o caso continua em investigação e não houve julgamento. O esportista de 35 anos compete em dupla com Laurence Fournier Beaudry pela Seleção Canadense e a dupla participou dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, terminando na nona posição.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou, nesta quarta-feira (24), que os próximos Jogos Olímpicos de Inverno serão sediados nos Alpes Franceses e Salt Lake City em 2030 e 2034, respectivamente.
Presidente da França, Emmanuel Macron, garantiu que as condições necessárias para a realização do evento e que será cumprido o prazo para a assinatura do contrato, até o dia 1º de outubro.
"Queremos agradecer-vos a confiança que depositaram em nós. Diremos presente e respeitaremos os nossos compromissos"
A candidatura dos Alpes franceses, única submetida a votação, foi aprovada com 84 votos a favor, quatro contra e sete abstenções, estando agora o contrato dependente de aprovação na Assembleia Nacional até o dia 1º de março de 2025.
Esta será a quarta vez que França organiza os Jogos Olímpicos de Inverno, após a edição inaugural, em 1924, 1968 e 1992 foram os outros anos. Já Salt Lake City, nos Estados Unidos, voltará a receber a competição depois de 2002.
Os holofotes do mundo esportivo estão voltados para o Parque Olímpico de Pyeongchang, na Coreia do Sul, que recebe os Jogos Olímpicos de Inverno desde 9 de fevereiro de 2018. Se por um lado atletas e aficionados miram nos eventos esportivos, outro ponto próximo ao local dos jogos tem atraído muitos turistas por sua excentricidade, o "Penis Park", um parque no qual o pênis é o grande protagonista. De acordo com informações do jornal O Povo, o espaço conta com cerca de 50 esculturas de pênis gigantes, esculpidas em diferentes materiais. Ainda segundo a publicação, guias turísticos locais explicam que o parque foi criado por causa de uma lenda de mais de 500 anos, sobre uma mulher jovem abandonada pelo namorado em uma rocha perto do mar, que teria morrido afogada durante uma tempestade. Após a morte, todos os peixes teriam desaparecido, mas a maldição foi quebrada quando um homem teve relações sexuais naquelas águas, fazendo com que a vida marinha voltasse a florescer. "Os moradores entenderam que a jovem havia morrido antes de conhecer os prazeres carnais e que desejava ver o sexo masculino. Os moradores decidiram, então, construir esculturas de pênis enormes para satisfazê-la", explicou o guia. O parque é ainda um local de culto à fertilidade, visitado por diversos casais que desejam ter filhos. Em 2017, o parque, que foi financiado pelo governo sul-coreano, recebeu mais de 270 mil visitantes.
Confira mais imagens do parque:

Foto: Reprodução / c0056906.cdn2.cloudfiles.rackspacecloud.com

Foto: Reprodução / Mike Rowe / Flickr: babomike
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Angelo Coronel
"Aqui não existe puro sangue, está todo mestiço".
Disse o recém-chegado ao Republicanos após deixar o PSD, senador Angelo Coronel ao falar sobre o andamento das articulações para a definição da chapa majoritária encabeçada por ACM Neto (União) para a eleição de outubro na Bahia.