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joao henrique caldas
O prefeito de Maceió (AL), João Henrique Caldas (PL), seria reeleito em primeiro turno segundo levantamento do Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (18). De acordo com a pesquisa, nos dois cenários simulados JHC tem distância folgada do segundo colocado e obtendo mais de 50% dos votos, dentro da margem de erro, poderia liquidar o pleito sem a necessidade do segundo turno.
No primeiro cenário, JHC lidera com 48,4%, seguido de Alfredo Gaspar de Mendonça (MDB) 18,3%, Rui Palmeira (PSD) 8,6%, Davi Davino Filho (PP) 8,3% e Alexandre Ayres (MDB) com 6%. 4,4% não souberam ou não quiseram responder e 6,1% representam os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato.

Cenário 1 pesquisa Prefeitura de Maceió. Foto: Paraná Pesquisas
No segundo cenário, JHC aparece com 49,5% das intenções de voto, seguido por Alfredo Gaspar de Mendonça que pontou com 17,5%, Delegado Fábio Costa (PP) com 10%, Rui Palmeira com 8,6% e Rafael Brito (MDB) com 2,3%. Não souberam ou não quiseram responder somaram 5% e nenhum, branco ou nulo representaram 7,1% dos entrevistados.

Cenário 2 pesquisa Prefeitura de Maceió. Foto: Paraná Pesquisas
O Paraná Pesquisas também questionou os entrevistados sobre a avaliação do prefeito JHC. 74,1% disseram que aprovam a administração, enquanto 22,1% desaprovam. 3,8% não sabem ou não opinaram.

Avaliação da gestão de JHC. Foto: Paraná Pesquisas
Para a realização do levantamento foi utilizada uma amostra de 800 eleitores. O trabalho de levantamento dos dados foi feito através de entrevistas pessoais entre os dias 13 e 16 de abril de 2023. A amostra atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 3,5 pontos percentuais para os resultados gerais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.