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jair cesarinho
O jornalista, radialista e cronista esportivo Jair dos Santos Cesarinho morreu na madrugada deste sábado (10), aos 74 anos, em Feira de Santana. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) e a Associação Baiana de Imprensa (ABI) lamentaram a perda do comunicador. A causa da morte não foi informada.
O sepultamento do radialista está marcado para este domingo (11), às 15 horas, no Cemitério Piedade, no bairro Calumbi.
Com mais de 50 anos de carreira, Jair marcou a história do rádio feirense, atuando como repórter, narrador, apresentador e coordenador de equipes esportivas.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, Cesarinho atuou nas rádios Sociedade de Feira de Santana, Cultura e Carioca, além de participar da cobertura de grandes competições, incluindo Copas do Mundo.
Entre os momentos marcantes da trajetória está a entrevista com o ex-jogador Pelé, em 1975, durante a passagem do Santos por Feira de Santana para um amistoso contra o Fluminense de Feira, no estádio Joia da Princesa. Jair também teve atuação na ABI, onde esteve à frente da Regional Norte/Nordeste, sediada em Feira de Santana.

Cesarinho e Pelé / Foto: Reprodução / Redes Sociais
Participou da organização de encontros de comunicadores e de iniciativas voltadas à valorização dos profissionais da imprensa e à defesa da liberdade de expressão.
Além disso, contribuiu para preservar a memória da comunicação local, com destaque para o Projeto Memória da Imprensa de Feira de Santana, apresentado em 2010.
Ao longo da carreira, também colaborou com o Sinjorba e se tornou uma referência para profissionais da comunicação no interior baiano.
Feira de Santana amanheceu de luto neste sábado (10) com a morte do radialista e cronista esportivo Jair Cesarinho, um dos nomes marcantes da história do rádio feirense. Conhecido pela voz inconfundível, pelos bordões que conquistaram os ouvintes e pela paixão pelo esporte, ele construiu uma trajetória que atravessou gerações e deixou sua marca na comunicação baiana.
A notícia da morte provocou manifestações de pesar entre colegas, amigos e ouvintes, que lembraram não apenas o profissional, mas também a generosidade de Jair no convívio com outras pessoas.
Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, ao longo da carreira, ele ajudou a abrir portas para novos comunicadores e participou de momentos importantes do rádio. O radialista passou por emissoras como Rádio Cultura, Rádio Fundação, Rádio Sociedade e Princesa FM, além de atuar em coberturas esportivas, políticas e culturais.
Jair também participou de grandes jornadas de transmissão de futebol, acompanhou Copas do Mundo e trabalhou na cobertura de eleições, carnavais e micaretas. Sua atuação consolidou seu nome entre as referências da crônica esportiva de Feira de Santana, especialmente pelo trabalho dedicado ao futebol e ao Fluminense de Feira.
O radialista e do portal Acorda Cidade, Dilton Coutinho, parceiro do BN, lamentou a morte do colega e prestou solidariedade ao filho do comunicador, Jair Júnior, seu único filho. Dilton contou que se inspirou em Jair no início da carreira esportiva e destacou a contribuição do radialista para a formação de novos profissionais.
“Jair era uma figura que contagiava a todos nós com sua alegria, sua competência. Jair tinha um jeito todo especial que chamava a atenção de todos nós que estávamos iniciando no rádio, no esporte. Qualquer deslize, ele tinha um carinho especial de chamar a atenção. E eu várias vezes tive a oportunidade de ser corrigido pelo nosso querido Jair Cesarinho. Posso dizer também que, como repórter de pista, repórter esportivo durante muitos anos, eu me inspirei em Jair Cesarinho. Logo depois, ele foi ser narrador esportivo, e eu tive a oportunidade de trabalhar, Jair narrando e eu ao lado dele fazendo a cobertura de campo. Era uma figura humana extraordinária e, além do mais, muito criativo nas suas jornadas esportivas”, afirmou.
Dilton também reforçou o pesar pela perda do colega e amigo, com quem compartilhou momentos importantes da trajetória no rádio.
“Deixo aqui os meus sentimentos, a minha tristeza em perder esse grande colega de trabalho, mas, com certeza, ele vai ser amparado no plano espiritual. Que Deus receba de braços abertos esse grande ser humano, Jair Cesarinho. Fique com Deus, irmão.".
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Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.