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itarema
O duelo entre Itarema e Tianguá, que terminou com o placar de 2 a 0, ocorrido na última segunda-feira (15), válido pela 5ª rodada da terceira divisão do Campeonato Cearense, está sendo investigado pela Federação Cearense de Futebol (FCF), por uma suspeita de manipulação de resultado.
O lance investigado ocorreu aos 45 minutos da primeira etapa, quando o placar ainda era o de 0 a 0. O Itarema tinha a posse de bola na defesa, mas cometeu uma sequência de erros que terminaram no gol do Tianguá. Esses lances, com erros bobos do mesmo atleta, levantaram suspeitas.
Federação Cearense investiga suspeita de manipulação de resultado na terceira divisão#BNesportes
— BN Esportes (@bnesportes) July 16, 2024
???? Reprodução / FCFTV pic.twitter.com/FMhFwIsK7q
JOGADOR DEMITIDO
O jogador envolvido é o volante Ewerton, que foi dispensado pelo Itarema no começo da noite desta segunda. O anúncio foi feito pelo próprio clube em seu perfil oficial no Instagram. O post, entretanto, não diz qual seria o motivo da rescisão.
FCF PUBLICOU UMA NOTA OFICIAL
Em nota oficial publicada nas redes sociais, a Federação Cearense de Futebol anunciou que está ciente do possível episódio de manipulação e informou que irá aguardar o relatório oficial das autoridades envolvidas no jogo para tomar as atitudes necessárias.
“A Federação Cearense de Futebol informa que está ciente do ocorrido de uma suposta manipulação de resultado no confronto entre Itarema e Tianguá realizado nesta segunda-feira (15) pela quinta rodada do Campeonato Cearense Série C.
A entidade está aguardando o relatório oficial do delegado da partida, da Comissão de Arbitragem e da Sportradar para tomar as medidas cabíveis”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.